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14/04/2015_13:00

Se você nos acompanha pelas redes sociais, já deve estar por dentro da nossa próxima coleção, “Marrakech Journey”, que desfilamos hoje na São Paulo Fashion Week.

Inspirado na cidade que um dia abrigou a casa de Yves Saint Laurent — que dispensa apresentações —, o desfile promete levar muitas referências marroquinas, como cores fortes, tecidos fluidos e estamparia em formato de mosaico, uma forte referência à arquitetura da cidade.

Nossa equipe de criação, capitaneada pela diretora criativa Adriana Bozon, esteve por lá em busca dos novos ares. A seguir, você confere um wishlist montado por Adriana e também pelo diretor de arte Kleber Matheus e pelo estilista Rodolfo Souza.

1) PARA RELAXAR: O Royal Mansour é dica da Adriana Bozon, que aproveitou o destino para renovar as energias no belíssimo hotel e spa em Marrakech. Com arquitetura suntuosa, o local mais parece ter saído de um filme.

2) PARA CONHECER: Desenhado pelo pintor francês Jacques Majorelle, o Jardim Marjorelle abriga uma das maiores diversidades botânicas do Marrocos. É um desse destinos que nenhum turista pode deixar de conhecer! Ótimo para tirar aquela selfie selvagem.

3) PARA SENTIR NOVOS AROMAS: Não dá para ir à Marrakech, ou nenhuma cidade árabe, sem deixar de ir ao souk — mercado ao ar livre onde se encontra todo tipo de especiaria da região. Ideal para conhecer mais sobre a cultura local, seus cheiros e moradores.

17/11/2014_14:41

por ALEXIA CHLAMTAC

Yves Saint Laurent foi tema de duas cinebiografias este ano: “Yves Saint Laurent”, lançada no começo do ano, e “Saint Laurent”, que estreou na semana passada. Essa última não foi autorizada, mas é a que melhor conta a vida do designer, tanto que foi indicada ao Oscar 2015 na categoria de melhor filme estrangeiro.

O longa, dirigido por Bertrand Bonello (“O Pornográfico”, 2001), faz um recorte histórico entre os anos 1967 a 1976, abordando a importância do legado do estilista francês nascido na Argélia.

De acordo com Bonello, a narrativa foi centrada entre o final dos anos 1960 e 1970 porque o período, além de ter sido uma época de efervescência cultural e política no mundo, representa o auge criativo de Saint Laurent.

O ator Gaspard Ulliel dá vida ao estilista, que se mostra um personagem fascinante e complexo, atormentado diante da fama e da fortuna, tentando sanar suas inseguranças através do abuso de drogas e álcool.

O filme não teve apoio de Pierre Bergé, companheiro e sócio de YSL por muitos anos, o que atrasou as filmagens e fez com que o filme sofresse reajuste. Entretanto, foi graças a esse fato que ele teve maior liberdade para escrever o roteiro como queria.

O longa-metragem conta ainda com a participação da atriz Léa Seydoux, que interpreta a grande musa do estilista, Loulou de la Falaise,; de Aymeline Valade interpretando sua amiga e modelo Betty Catroux; além de Jérémie Renier, que interpreta Pierre Bergé, e o ator Louis Garrel encenando a figura de Jacques de Bascher, um bon vivant que tinha um caso com o também estilista Karl Lagerfeld e por quem o designer se apaixonou nos anos 1970, levando-o a uma turbulenta separação de Bergé.

O passeio feito pelo diretor através da vida de sexo, drogas e alta-costura do estilista dá destaque às zonas de sombra da vida do personagem. O estilista, em estado melancólico, observa o apagar das luzes de um império que ele não representa mais.

03/02/2014_10:12

A cinebiografia de um dos maiores ícones da moda mundial chega aos cinemas essa semana. O filme Yves Saint Laurent”, em cartaz nos cinemas europeus, conta a história do estilista desde 1956 quando estreiou na Maison Dior com apenas 18 anos, passando pela fundação de sua propria grife com o sócio e companheiro por 50 anos, Pierre Bergé. Bergé adorou a aplaudiu a obra do diretor Jalil Lespert.

O ator francês Pierre Niney, intérprete de Saint Laurent no filme, chega a assustar devido a semelhança com o estilista. Play para o trailler, que está deixando fashionistas enlouquecidos por aqui:

No Brasil, o longa ainda não tem data de estreia, mas você pode procurar pelo documentário de 2010, dirigido por Pierre Toretthon, “L’amour Fou” (O louco amor de Yves Saint Laurent) com Catherine Deneuve. Não aprovado por Bergé, a polêmica só aumenta a curiosidade, play para o trailler: