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20/03/2015_10:00

por VICTOR COLLOR DE MELLO

Fui honrado com um convite e tanto: montar uma lista com meus lugares preferidos em São Paulo para a quarta edição do Jornal ELLUS.

Abaixo, divido com vocês meus endereços.

SIDE: Só a entrada já vale a vista: um ovo mole, um purê por cima e pão. A ideia é comer com o pão, mas eu gosto de comer com colher mesmo. Como prato principal, vale o cordeiro ou a costela. Tudo devidamente acompanhado do melhor negroni da cidade.

CORLEONE: Bruno Van Enck, dono do lugar, está ali todos os dias recebendo cada um que passa por lá. São serviços feitos com muito primor e atenção. Se gosta da boa e velha navalha e todo o lifestyle por trás disso, é um erro deixar de conhecer.

MANÍ: Comida impecável servida de forma que dá fome ao ver o prato chegar à mesa, em que os mínimos detalhes fazem toda a diferença.

Z. DÉLI: Sanduíche de steak tartar fresquinho e feito na hora, com picles, cogumelos, azeite trufado e rúcula. Delicioso e nutritivo!

13/03/2015_10:00

por EDUARDO DUGOIS

Quem me segue no Instagram, deve ter visto que o meu réveillon no Rio de Janeiro foi histórico. Daí o pessoal da Sala ELLUS me pediu para listar meus cantos preferidos na cidade maravilhosas.

Mesmo que tenha demorado um pouquinho, aviso: o top 3 abaixo merece toda a sua atenção.

Gostei de conhecer restaurantes e bares novos, mas tem dois lugares que, por mais que não seja novidade, precisa entrar neste roteiro: o Braseiro, no Baixo Gávea, e o BB Lanches, no Baixo Leblon (acima). No primeiro, eu destaco a picanha na chapa que compensa qualquer espera. Já na lanchonete do Leblon, eu comi o melhor pastel de carne da vida.

Abaixo, os lugares que você não pode deixar de conhecer quando estiver no Rio.

PIPO: É um dos meus prediletos, do chef Filipe Bronze. O clima do lugar é incrível: remete a um boteco “moderno”, com entradas e pratos ótimos! Não deixe de provar o pastel de carne seca ou de queijo da canastra e o prato “De Panela”, que é um pão de leite com carne desfiada. Delicioso!

LONDRA: Um lugar incrível para quem aprecia uma boa bebida. O clima do bar do hotel Fasano é de festa sempre! Vale muito à pena conhecer.

ESQUINA 111: Outro lugar preferido no Rio. O chef Daniel Simas (comigo, acima) conduz as opções gastronômicas como ninguém. Tudo muito bem feito, ótimos drinques e pratos de se comer rezando. Entre os meu prediletos está o Picadinho <3. Uma dica: chegue cedo para conseguir uma mesa da calçada.

04/03/2015_09:00

Uma referência em estilo de vida no Nordeste, Juliana Santos é o nome por trás de uma das multimarcas mais importantes do País, a Dona Santa | Santo Homem, em Recife.

A megaloja é uma espécie de meca do luxo em Pernambuco, com reconhecimento internacional graças à sua curadoria cool que engloba marcas nacionais às grifes internacionais de alto luxo, passando pelas marcas de fast fashion e os novos estilistas.

A empresária dividiu o jornal ELLUS itens essenciais para sua sobrevivência. Confira:

PEÇA CHAVE: ”A skinny preta é a calça perfeita, seja para um look despojado, com t-shirt, ou com salto e top, para a noite! Para mim, é um básico para qualquer closet.”

JEANS COMBINA COM O QUÊ? “Com tudo! De t-shirt branca e sneaker, a salto e brilho, por exemplo. Jeans hoje é sinônimo de conforto, estilo e praticidade.”

UM RESTAURANTE: It Bistrô, que fica na Dona Santa. Modéstia à parte, é um lugar descolado, a comida maravilhosa e o melhor: fica dentro da minha loja! E lá tem a melhor sobremesa do mundo: bolo búlgaro, de chocolate puxa-puxa servido com sorvete de frutas do bosque.”

UM LUGAR NO MUNDO: ”Podem ser dois? Grécia e a casa de praia da família, no litoral de Pernambuco — é o meu retiro todos os finais de semana que posso e estou em Recife. É o lugar onde mais encontro paz e me reenergizo.”

FILME DA VIDA: ”Por ser fã de Cole Porter, adoro ‘De-lovely’ (trailer acima).”

UM LIVRO: ”Rainha da moda — Como Maria Antonieta se vestiu para a revolução”, da Caroline Weber.”

TRILHA SONORA: ”No momento, Lana Del Rey e The XX.”

31/10/2014_13:44

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por ANA TERESA BELLO

No ano passado, enquanto todo mundo pulava o carnaval, fiz as malas e parti sozinha para Islândia. Trocar a folia pelo frio (fazia cerca de 0º C  na época) valeu a pena — me surpreendi, de muitas maneiras, com a natureza e a cultura local. E olha, minhas expectativas eram bem altas antes da viagem.

O ponto de chegada da Islândia é a charmosa Reiquiavique, capital da Islândia. Vale a pena passear sem rumo por lá para encontrar muitos cafés, bares, brechós e lojas de design bacanas. Como sou decoradora de interiores, garimpar é especialmente importante para mim. Alguns lugares que recomendo para sua rota:

Mercado de pulga Kolaportio (Tryggvagotu 19): quem curte antiguidades, não pode deixar de dar uma passada por lá. Tem tudo que você possa imaginar, desde roupas típicas a itens de colecionador, como postais e fotos antigas, sem esquecer de objetos de decoração.

Laundromat Cafe (Austurstræti 9): esta antiga lavanderia convertida em restaurante é uma das minhas descobertas preferidas. A comida é ótima e o décor é lindo! Uma parede é decorada com mapas, enquanto as outras são cheias de fotos e pôsteres e todas as cadeiras e poltronas são vermelhas. O “balcão-estante”, decorado com muitos livros, é outro destaque.

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Café Loki (Lokastígur, 101): o restaurante fica em frente a Hallgrímskirkja, a principal igreja do país, cuja estrutura gótica foi inspirada nas incríveis formações de basalto da ilha. Lá, a boa é experimentar pratos típicos como a carne de tubarão. Bastante exótico para nosso paladar, mas viagem é para conhecer sabores novos, não é mesmo?

Café Rosenberg (Klapparstígur 25-27): apesar de calma durante o dia, a capital islandesa tem uma noite superanimada. Além do ambiente legal, o Rosenberg conta com uma programação de shows de bandas locais bem surpreendente. Prato cheio para quem, como eu, se interessa pela música da Islândia e quer saber o que mais há por lá além da Björk.

Kaffbarinn (Bergstaðastræti 1): quem procura “a” balada, pode seguir em direção a esse bar, um dos mais hypes da cidade. Por lá, passam vários DJs famosos da Islândia e da Europa, que lotam a pista pequena e intimista.

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Harpa (Austurbakki 2): parada obrigatória tanto pelos concertos incríveis quanto pela arquitetura. É uma das mais importantes casas de música clássica e artes da Europa. A fachada, assinada pelo conceituado arquiteto islandês Olafur Eliasson, tem blocos retangulares de vidro, que presos a uma estrutura de metal, refletem as mudanças de luz a cada estação.

Apesar de Reiquiavique ser linda, escape um pouco da cidade para desbravar a natureza. Aliás, na Islândia, isto é o ponto alto da viagem! As paisagens são fantásticas e, às vezes, parece até que se está em um filme.

O melhor é alugar um carro para circular pelo interior. Se preferir, pode fazer um day que empresas como a Gray Line oferecem, mas sai um pouco mais caro (além de você ter menos liberdade para seguir seu próprio ritmo de viagem).

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Golden Circle: o passeio mais famoso do país. No caminho de mais de 300 km, você encontra cachoeiras, montanhas glaciais e os famosos gêiseres, inclusive o Geysir, o primeiro conhecido no mundo e o lugar que originou a palavra.

Gulfoss: é a principal atração da Golden Circle. As “quedas douradas”, como se traduz o nome, fica no cânion do rio Hvítá e tem três estágios: o primeiro tem “apenas” 11 metros, a segunda cascata é de 21 metros e, por último, uma gigante fenda de 32 metros. O volume e barulho da água são lindos!

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Vik: é uma praia bem diferente das nossas tropicais  – a areia é negra! O local foi locação da série Game of Thrones. Fica no vilarejo de Vík í Mýrdal, no extremo sul da ilha.

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Blue Lagoon: é um SPA paradisíaco de águas termais em  Grindavík, a 40 quilômetros da capital. Em meio a paisagem gélida das montanhas, você pode se banhar em lagoas vaporosas de até 40º C. As águas são aquecidas pelo magna vulcânico abaixo do solo e chegam à piscina com a força de turbinas instaladas em 1976. É um dos mais procurados pontos turísticos da Islândia e, além de super relaxantes, dizem que os banhos têm propriedades benéficas à pele.

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Aurora Boreal: impossível não citar este fenômeno sensacional! O espetáculo justifica uma viagem nos gelados meses de inverno, já que só pode ser visto nesta época. Não quero ser clichê, mas só posso dizer que o movimento de luzes no céu é inexplicável.

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por ADRIANA BOZON

Em tese, viajo quatro vezes por ano para fora do Brasil. Fora as duas férias anuais, costumo fazer viagens de pesquisa com minha minha equipe de estilo. Mas acho difícil ouvir de alguém que trabalha com moda que as inspirações obedecem  esse roteiro: as referências que vocês  veem nas passarelas e nas vitrines da ELLUS e da Ellus Second Floor podem pintar a qualquer momento.

Na última viagem que fiz com a turma, o pessoal da Sala ELLUS me deu uma missão: além de clicar imagens conectadas com o estilo de vida das minhas marcas para dividir com vocês no nosso Instagram, me pediram que anotassem meus endereços preferidos sempre que estivesse com o pé na estrada.

E não é que foi divertido? Abaixo, meu top 3 para comer bem em Nova York.

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ACME: (revista) The New Yorker classificou o restaurante como a “nova brasserie über-hip”. Fica em Noho (área ao norte do Soho onde ficam alguns dos mais cobiçados lofts de Manhattan), mas acreditem: sinto que estou em algum canto da Escandinávia quando chego no Acme! Talvez seja por conta do chef dinamarquês Mads Refslund, um dos responsáveis por inserir o Norte Europeu no mapa da alta gastronomia.

Além de ter o tempero das receitas nórdicas que eu adoro, a cozinha de Refslund é sazonal, toda baseada em produtos locais e orgânicos. Os pratos contam com muitos ingredientes típicos, como tubérculos, ervas e moluscos, que se combinam com o menu de brasserie (carnes, sopas e saladas) da forma mais inventiva.

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NO MAD: É eclético e exuberante, com vários ambientes e um átrio de vidro na entrada. O NoMad fica no hotel de mesmo nome, perto do Madison Square Park, e é comandado pelo suíço Daniel Humm, um dos melhores chefs de Manhattan.

São seis espaços: quem quer apenas um brinde, pode ir a um dos dois bares (tem até entrada separada); para um jantar intimista, experimente o Parlour. O Library é perfeito para um snack. O prato assinatura do átrio é o frango assado com aspargos brancos. Simples? Sim, mas com ares de haute cuisine. O porco é outra especialidade da casa, mas, se você prefere frutos do mar, o destaque vai para o minestrone de lagosta.

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FREEMAN’S: Sempre na minha lista de must-do! O restaurante do Lower East Side fica escondido no fim de um beco, mas se você persistir em sua busca, vai encontrar um lugar lindo, com luzes pisca-pisca na entrada e animais na parede.

William Tigertt e Taavo Somer, os donos do restaurante, perceberam que unir estilo retrô com espírito low-profile poderia dar certo: a taverna colonial rústica serve uma comfort food e inspirada em tradições americanas. Peça o artichoke dip. É imperdível!