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20/05/2015_10:00

por CLEO SANTIAGO

Falar que os acessórios são essenciais para compôr um look cheio de atitude já virou clichê. Afinal, quem fashionisticamente bem intencionado resiste a bons complementos ao outfit?

Por isso — e sem mais delongas —, segue aqui uma seleção da Sala ELLUS com os hot-accessories da temporada.

1) O ar utilitário conquistou espaço. Apresentamos uma nova mochila, que adere à tendência militarista do inverno 2015 e e ainda com pelos sintéticos em tons terrosos, que são umas das apostas da ELLUS.

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2) A clássica baú ganhou algumas releituras neste inverno. Atenção extraordinária para a data de criação da ELLUS em alto relevo. Nós amamos a versão vermelha. Statement piece desde já.

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3) A bolsa tiracolo se torna ainda mais cool com as tachas que fazem parte do nosso DNA. Em tom de ferrugem, a bolsa ganha ainda mais personalidade graças ao gigantismo das quatro ferragens aplicadas na alça. O tamanho é médio: perfeito para levar o essencial.

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4) E o que seria desta lista se não fosse uma shopping bag? A sacola de compras aqui é formada por linhas retas e faz a felicidade de quem é afeito ao normcore. Além do básico preto, também existem as opções em pink e vermelho.

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20/03/2015_10:00

por VICTOR COLLOR DE MELLO

Fui honrado com um convite e tanto: montar uma lista com meus lugares preferidos em São Paulo para a quarta edição do Jornal ELLUS.

Abaixo, divido com vocês meus endereços.

SIDE: Só a entrada já vale a vista: um ovo mole, um purê por cima e pão. A ideia é comer com o pão, mas eu gosto de comer com colher mesmo. Como prato principal, vale o cordeiro ou a costela. Tudo devidamente acompanhado do melhor negroni da cidade.

CORLEONE: Bruno Van Enck, dono do lugar, está ali todos os dias recebendo cada um que passa por lá. São serviços feitos com muito primor e atenção. Se gosta da boa e velha navalha e todo o lifestyle por trás disso, é um erro deixar de conhecer.

MANÍ: Comida impecável servida de forma que dá fome ao ver o prato chegar à mesa, em que os mínimos detalhes fazem toda a diferença.

Z. DÉLI: Sanduíche de steak tartar fresquinho e feito na hora, com picles, cogumelos, azeite trufado e rúcula. Delicioso e nutritivo!

13/03/2015_10:00

por EDUARDO DUGOIS

Quem me segue no Instagram, deve ter visto que o meu réveillon no Rio de Janeiro foi histórico. Daí o pessoal da Sala ELLUS me pediu para listar meus cantos preferidos na cidade maravilhosas.

Mesmo que tenha demorado um pouquinho, aviso: o top 3 abaixo merece toda a sua atenção.

Gostei de conhecer restaurantes e bares novos, mas tem dois lugares que, por mais que não seja novidade, precisa entrar neste roteiro: o Braseiro, no Baixo Gávea, e o BB Lanches, no Baixo Leblon (acima). No primeiro, eu destaco a picanha na chapa que compensa qualquer espera. Já na lanchonete do Leblon, eu comi o melhor pastel de carne da vida.

Abaixo, os lugares que você não pode deixar de conhecer quando estiver no Rio.

PIPO: É um dos meus prediletos, do chef Filipe Bronze. O clima do lugar é incrível: remete a um boteco “moderno”, com entradas e pratos ótimos! Não deixe de provar o pastel de carne seca ou de queijo da canastra e o prato “De Panela”, que é um pão de leite com carne desfiada. Delicioso!

LONDRA: Um lugar incrível para quem aprecia uma boa bebida. O clima do bar do hotel Fasano é de festa sempre! Vale muito à pena conhecer.

ESQUINA 111: Outro lugar preferido no Rio. O chef Daniel Simas (comigo, acima) conduz as opções gastronômicas como ninguém. Tudo muito bem feito, ótimos drinques e pratos de se comer rezando. Entre os meu prediletos está o Picadinho <3. Uma dica: chegue cedo para conseguir uma mesa da calçada.

04/03/2015_09:00

Uma referência em estilo de vida no Nordeste, Juliana Santos é o nome por trás de uma das multimarcas mais importantes do País, a Dona Santa | Santo Homem, em Recife.

A megaloja é uma espécie de meca do luxo em Pernambuco, com reconhecimento internacional graças à sua curadoria cool que engloba marcas nacionais às grifes internacionais de alto luxo, passando pelas marcas de fast fashion e os novos estilistas.

A empresária dividiu o jornal ELLUS itens essenciais para sua sobrevivência. Confira:

PEÇA CHAVE: ”A skinny preta é a calça perfeita, seja para um look despojado, com t-shirt, ou com salto e top, para a noite! Para mim, é um básico para qualquer closet.”

JEANS COMBINA COM O QUÊ? “Com tudo! De t-shirt branca e sneaker, a salto e brilho, por exemplo. Jeans hoje é sinônimo de conforto, estilo e praticidade.”

UM RESTAURANTE: It Bistrô, que fica na Dona Santa. Modéstia à parte, é um lugar descolado, a comida maravilhosa e o melhor: fica dentro da minha loja! E lá tem a melhor sobremesa do mundo: bolo búlgaro, de chocolate puxa-puxa servido com sorvete de frutas do bosque.”

UM LUGAR NO MUNDO: ”Podem ser dois? Grécia e a casa de praia da família, no litoral de Pernambuco — é o meu retiro todos os finais de semana que posso e estou em Recife. É o lugar onde mais encontro paz e me reenergizo.”

FILME DA VIDA: ”Por ser fã de Cole Porter, adoro ‘De-lovely’ (trailer acima).”

UM LIVRO: ”Rainha da moda — Como Maria Antonieta se vestiu para a revolução”, da Caroline Weber.”

TRILHA SONORA: ”No momento, Lana Del Rey e The XX.”

31/10/2014_13:44

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por ANA TERESA BELLO

No ano passado, enquanto todo mundo pulava o carnaval, fiz as malas e parti sozinha para Islândia. Trocar a folia pelo frio (fazia cerca de 0º C  na época) valeu a pena — me surpreendi, de muitas maneiras, com a natureza e a cultura local. E olha, minhas expectativas eram bem altas antes da viagem.

O ponto de chegada da Islândia é a charmosa Reiquiavique, capital da Islândia. Vale a pena passear sem rumo por lá para encontrar muitos cafés, bares, brechós e lojas de design bacanas. Como sou decoradora de interiores, garimpar é especialmente importante para mim. Alguns lugares que recomendo para sua rota:

Mercado de pulga Kolaportio (Tryggvagotu 19): quem curte antiguidades, não pode deixar de dar uma passada por lá. Tem tudo que você possa imaginar, desde roupas típicas a itens de colecionador, como postais e fotos antigas, sem esquecer de objetos de decoração.

Laundromat Cafe (Austurstræti 9): esta antiga lavanderia convertida em restaurante é uma das minhas descobertas preferidas. A comida é ótima e o décor é lindo! Uma parede é decorada com mapas, enquanto as outras são cheias de fotos e pôsteres e todas as cadeiras e poltronas são vermelhas. O “balcão-estante”, decorado com muitos livros, é outro destaque.

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Café Loki (Lokastígur, 101): o restaurante fica em frente a Hallgrímskirkja, a principal igreja do país, cuja estrutura gótica foi inspirada nas incríveis formações de basalto da ilha. Lá, a boa é experimentar pratos típicos como a carne de tubarão. Bastante exótico para nosso paladar, mas viagem é para conhecer sabores novos, não é mesmo?

Café Rosenberg (Klapparstígur 25-27): apesar de calma durante o dia, a capital islandesa tem uma noite superanimada. Além do ambiente legal, o Rosenberg conta com uma programação de shows de bandas locais bem surpreendente. Prato cheio para quem, como eu, se interessa pela música da Islândia e quer saber o que mais há por lá além da Björk.

Kaffbarinn (Bergstaðastræti 1): quem procura “a” balada, pode seguir em direção a esse bar, um dos mais hypes da cidade. Por lá, passam vários DJs famosos da Islândia e da Europa, que lotam a pista pequena e intimista.

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Harpa (Austurbakki 2): parada obrigatória tanto pelos concertos incríveis quanto pela arquitetura. É uma das mais importantes casas de música clássica e artes da Europa. A fachada, assinada pelo conceituado arquiteto islandês Olafur Eliasson, tem blocos retangulares de vidro, que presos a uma estrutura de metal, refletem as mudanças de luz a cada estação.

Apesar de Reiquiavique ser linda, escape um pouco da cidade para desbravar a natureza. Aliás, na Islândia, isto é o ponto alto da viagem! As paisagens são fantásticas e, às vezes, parece até que se está em um filme.

O melhor é alugar um carro para circular pelo interior. Se preferir, pode fazer um day que empresas como a Gray Line oferecem, mas sai um pouco mais caro (além de você ter menos liberdade para seguir seu próprio ritmo de viagem).

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Golden Circle: o passeio mais famoso do país. No caminho de mais de 300 km, você encontra cachoeiras, montanhas glaciais e os famosos gêiseres, inclusive o Geysir, o primeiro conhecido no mundo e o lugar que originou a palavra.

Gulfoss: é a principal atração da Golden Circle. As “quedas douradas”, como se traduz o nome, fica no cânion do rio Hvítá e tem três estágios: o primeiro tem “apenas” 11 metros, a segunda cascata é de 21 metros e, por último, uma gigante fenda de 32 metros. O volume e barulho da água são lindos!

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Vik: é uma praia bem diferente das nossas tropicais  – a areia é negra! O local foi locação da série Game of Thrones. Fica no vilarejo de Vík í Mýrdal, no extremo sul da ilha.

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Blue Lagoon: é um SPA paradisíaco de águas termais em  Grindavík, a 40 quilômetros da capital. Em meio a paisagem gélida das montanhas, você pode se banhar em lagoas vaporosas de até 40º C. As águas são aquecidas pelo magna vulcânico abaixo do solo e chegam à piscina com a força de turbinas instaladas em 1976. É um dos mais procurados pontos turísticos da Islândia e, além de super relaxantes, dizem que os banhos têm propriedades benéficas à pele.

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Aurora Boreal: impossível não citar este fenômeno sensacional! O espetáculo justifica uma viagem nos gelados meses de inverno, já que só pode ser visto nesta época. Não quero ser clichê, mas só posso dizer que o movimento de luzes no céu é inexplicável.