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14/02/2013_15:12


Novidade na Sala Ellus! A Tecla Music, que cria as trilhas sonoras das nossas lojas e entende tudo de música vai mostrar uma banda por semana pra gente ouvir e se deliciar com o que acontece no mundo pop rock.

E o start começa com a dupla MS MR, conheça, ouça se apaixone por eles!

Pop low-profile. Os nova-iorquinos do MS MR são, sem dúvida, uma das maiores apostas para 2013. Prestes a lançar seu álbum de estreia (anote na agenda, “Second Hand Rapture” sai dia 14 de maio!), a dupla vem explorando dualidades para ganhar seu espaço no mundo da música.

MS é o codinome de Lizzy Paplinger, enquanto Max Hershenow é o MR da dupla. Misturam um pop empolgante cheio de dedos estalando, palminhas durante o refrão e a voz suave da Lizzy com letras bem diferentes, repletas de pessimismo e desilusão. Fazem questão de manter um total low-profile, divulgando poucas fotos e fugindo de entrevistas. Ao mesmo tempo, têm um Tumblr superlegal, onde eles divulgam todas as músicas e seus ótimos vídeos.

O último clipe do MS MR não foge à regra. Com imagens bem bonitas, glitter e cabelo azul, “Fantasy” junta o ritmo animado da percussão do Max às decepções da vida cantadas pela Lizzy. Ficou bonito de ver e gostoso de escutar.

Aperte o play para Hurricane, o vídeo que agitou a blogosfera ano passado e abriu os olhos do mundo para o Ms Mr:

 

Enviado por TeclaMusic (link para o facebook da Tecla: http://
www.facebook.com/teclamusic)

01/02/2013_10:37

Pedimos para a Tecla Music Branding, que cria a ambientação sonora de nossas lojas, gravar uma mixtape de verão para a Sala Ellus com um pouquinho do que está tocando na estação mais quente do ano. Aperte o play e leia a entrevista que fizemos com eles sobre música, discos, novidades e lugares legais pra dançar no Rio! Foto: Chromatics

Audio MP3

1. Qual foi a melhor música e o melhor album de 2012?

Difícil cravar apenas um álbum e uma música. Preferimos sugerir três discos e três músicas que se destacaram no ano passado e que vão sobreviver e influenciar muitos artistas em 2013.

Na categoria Melhores Álbuns temos:

Frank Ocean – Channel Orange

Jessie Ware – Devotion

Chromatics – Kill For Love

E para as músicas, ouvimos muito e adoramos:

Oblivion, da Grimes, que deixa a música pop muito interessante fazendo o contraste da com sonoridade com sua voz fina e aguda.

Sweet Talk, da Jessie Ware consolidou o disco Devotion e encantou com o clipe

E Disclosure da banda Control que faz um ritmo eletrônico bem atual misturando elementos do dubstep sem deixar a música pesada e cansativa.

 2. O que podemos esperar da musica em 2013? Quais os estilos que vão prevalecer, quais vão morrer e quais estão surgindo por aí?

Em 2012 vimos o cenário musical dar início a uma renovação. Cada estilo trazendo um pouco de novidades. 2013 chega com o dever de concretizar a renovação em muitas frentes.

Temos percebido o pop e o indie cada vez mais influenciados no R&B. Um exemplo muito claro é a volta de Beyoncé e Justin Timberlake, que lançam novos projetos em 2013 moldados por essa raíz. É um resgate de estilo muito interessante, que dá um respiro para o mainstream pop. E para complementar o pop-indie, temos ótimos exemplos da tendência R&B com os discos da Dawn Richards e AlunaGeorge lançados no final de 2012.

O Hip Hop encontra novamente um eixo mais carregado, com batidas bem graves e raps, quase sem melodias. Em 2013, o hip hop vai ser lançado com mais identidade própria e menos como uma vertente pop.

E por último, é muito visível o retorno de sonoridades também no Rock. Vamos ouvir muitas referências dos anos 90, de bandas como Pavement, Sonic Youth e Yo La Tengo. É o caso do Parquet Courts que compõe um som bem fácil de ouvir, nada pesado, que era considerado muito indie há 20 anos.

3. No Brasil, quais bandas ou músicos estão mais se destacando na nova cena musical?

Não tem como negar o lançamento do Silva. O multi instrumentista do Espírito Santo que lançou o primeiro EP em 2012 consegue se apresentar na linha experimental sem cansar, e do indie sem puxar para o pop. É uma renovação de música popular brasileira que temos o dever de destacar.

4. Quais as melhores casas e clubs do Rio atualmente pra dançar e ouvir boa música?

No Rio de Janeiro, nós fazemos a cultura de festas. Temos poucos clubs por aqui. Se você quer curtir boa festa com boa música não deixe de ir à Comuna, que fica no bairro de Botafogo. É um lugar criado para ser um negócio entre amigos, e é. Com loja de roupas, restaurante e pista de dança, um grupo de amigos reformou um casarão que abriga eventos de muita qualidade. Bom para dançar, tomar um drink, bater um papo.

 

05/04/2012_16:10

Pedimos pra a agência Tecla Music Branding, gestora musical de nossas lojas, gravar um mixtape especial para a SALA ELLUS, com os hits que estão tocando agora nas nossas caixas de som. Ficou muito chic e uma delícia de ouvir.

Aperte o play e leia a entrevista que fizemos com a querida Lucia Jaimovich, uma das sócias da Tecla, os cariocas que espalham música boa pela cidade. Entenda mais sobre o tal “music branding”.

Audio MP3

1. Quando vocês começaram e por quê?
Nossas conversas começaram em 2007. A gente percebeu que as pessoas cada vez mais se interessavam e consumiam música. E também, que as marcas não estavam acompanhando esse movimento.

Na nossa experiência com marketing, a gente entendeu que existia essa abertura no mercado. Não existia nenhuma agência que orientasse as marcas quando o assunto fosse música; que as ajudasse a se expressar através do som, de estéticas sonoras, etc.

Daí criamos a TECLA, em 2008.

De lá para cá, o termo ‘music branding’ já foi bastante distorcido. O que fazemos vai bem além da trilha para as lojas. Mas claro, a gente ama fazer esse trabalho.

Para a moda no varejo, este é principal contato que o público tem com a marca – a experiência dentro da loja, escutar aquela música que ele adora ou que nunca ouviu, sorrir e perguntar para o vendedor ‘o que é isso que tá tocando’? Isso acontece muito e para a gente é extremamente gratificante ter esses feedbacks. É o nosso olhar, nossas pesquisas, chegando a quem tem que chegar: os clientes dos nossos clientes.

 2. Os envolvidos com a tecla são djs, ou eram djs que abriram as portas para a internet?
Léo (Léo Hazan), Satta (Paulo Sattamini) e eu somos amigos desde a infância e sempre tivemos em comum a paixão por música.

Eu e Léo estudamos marketing juntos na faculdade. Eu sempre fui ligada em marketing sensorial, quando trabalhava com eventos corporativos e depois, como gerente de marketing de uma marca de moda aqui no Rio.  Enquanto isso, o Léo via o mercado de Telecom de dentro e acompanhou surgimento do Mobile no país.

O Satta estudou publicidade, se especializou em produção musical e tinha empreendido numa outra área. Mas desde muito cedo, ele sempre recebia pedidos de amigos para passar dicas de música, encher o iPod, essas coisas. Depois esses pedidos começaram a vir de produtoras de video para trilhar programas, outros para tocar em festas, e aí ele começou a entender que poderia viver do que mais amava.

O Satta é o nosso diretor de criação. É ele quem comanda as pesquisas e as trilhas para os clientes aqui na TECLA.

E foi juntando nossas especialidades – Satta com a pesquisa, Léo com o mercado, soluções e interatividade e eu com o sensorial, que vimos que o time estava completo para começar.

Paralelamente, desde 2007, Satta e eu fazemos parte de CALZONE, um coletivo de DJs que o João Brasil (mago dos mashups), Bruno Natal, Pedro Seiler e Lucas Bori (criadores do Queremos) e Filipe Raposo, que é diretor de criação de uma agência aqui no Rio, também são integrantes.

 3. Nos dê um panorama geral do que tá rolando agora em nossas lojas, de música e tendência.
Para a mixtape, garimpamos dentro do repertório que está tocando nas lojas e juntamos algumas faixas que tem sido super bem faladas como esse remix da Lana Del Rey, que abre a mixtape, e esse de Love Is The Drug, do Roxy Music. Tem também uns artistas que não podem ficar de fora, que o público já reconhece a estética e a sonoridade, que são a cara da Ellus e que estão de disco novo; como Santigold, Ting Tings, Chairlift, e Miike SNow – que a gente adora e ajudou a trazer com o primeiro Queremos que rolou, em 2010. No geral, a mixtape está com uma vibe bem upbeat e feliz, e também com uma pegada da alma rock n’ roll que a Ellus carrega, sem perder o clima sexy e sofisticado, que pra mim, o Little Dragon faz melhor que ninguém. Sou muito fã!

Playlist:

Born To Die (Mattanoll Final Remix) Lana Del Rey
Alligator
Tegan and Sara
Disparate Youth
Santigold
Helena Beat Foster the People
Happiness
Sam Sparro
Shuffle A Dream
Little Dragon
Body Rock
Best Friends
Paddling Out
Miike Snow
One By One
The Ting Tings
Now Now Now (The C90s Remix) The Penelopes