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31/10/2014_13:44

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por ANA TERESA BELLO

No ano passado, enquanto todo mundo pulava o carnaval, fiz as malas e parti sozinha para Islândia. Trocar a folia pelo frio (fazia cerca de 0º C  na época) valeu a pena — me surpreendi, de muitas maneiras, com a natureza e a cultura local. E olha, minhas expectativas eram bem altas antes da viagem.

O ponto de chegada da Islândia é a charmosa Reiquiavique, capital da Islândia. Vale a pena passear sem rumo por lá para encontrar muitos cafés, bares, brechós e lojas de design bacanas. Como sou decoradora de interiores, garimpar é especialmente importante para mim. Alguns lugares que recomendo para sua rota:

Mercado de pulga Kolaportio (Tryggvagotu 19): quem curte antiguidades, não pode deixar de dar uma passada por lá. Tem tudo que você possa imaginar, desde roupas típicas a itens de colecionador, como postais e fotos antigas, sem esquecer de objetos de decoração.

Laundromat Cafe (Austurstræti 9): esta antiga lavanderia convertida em restaurante é uma das minhas descobertas preferidas. A comida é ótima e o décor é lindo! Uma parede é decorada com mapas, enquanto as outras são cheias de fotos e pôsteres e todas as cadeiras e poltronas são vermelhas. O “balcão-estante”, decorado com muitos livros, é outro destaque.

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Café Loki (Lokastígur, 101): o restaurante fica em frente a Hallgrímskirkja, a principal igreja do país, cuja estrutura gótica foi inspirada nas incríveis formações de basalto da ilha. Lá, a boa é experimentar pratos típicos como a carne de tubarão. Bastante exótico para nosso paladar, mas viagem é para conhecer sabores novos, não é mesmo?

Café Rosenberg (Klapparstígur 25-27): apesar de calma durante o dia, a capital islandesa tem uma noite superanimada. Além do ambiente legal, o Rosenberg conta com uma programação de shows de bandas locais bem surpreendente. Prato cheio para quem, como eu, se interessa pela música da Islândia e quer saber o que mais há por lá além da Björk.

Kaffbarinn (Bergstaðastræti 1): quem procura “a” balada, pode seguir em direção a esse bar, um dos mais hypes da cidade. Por lá, passam vários DJs famosos da Islândia e da Europa, que lotam a pista pequena e intimista.

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Harpa (Austurbakki 2): parada obrigatória tanto pelos concertos incríveis quanto pela arquitetura. É uma das mais importantes casas de música clássica e artes da Europa. A fachada, assinada pelo conceituado arquiteto islandês Olafur Eliasson, tem blocos retangulares de vidro, que presos a uma estrutura de metal, refletem as mudanças de luz a cada estação.

Apesar de Reiquiavique ser linda, escape um pouco da cidade para desbravar a natureza. Aliás, na Islândia, isto é o ponto alto da viagem! As paisagens são fantásticas e, às vezes, parece até que se está em um filme.

O melhor é alugar um carro para circular pelo interior. Se preferir, pode fazer um day que empresas como a Gray Line oferecem, mas sai um pouco mais caro (além de você ter menos liberdade para seguir seu próprio ritmo de viagem).

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Golden Circle: o passeio mais famoso do país. No caminho de mais de 300 km, você encontra cachoeiras, montanhas glaciais e os famosos gêiseres, inclusive o Geysir, o primeiro conhecido no mundo e o lugar que originou a palavra.

Gulfoss: é a principal atração da Golden Circle. As “quedas douradas”, como se traduz o nome, fica no cânion do rio Hvítá e tem três estágios: o primeiro tem “apenas” 11 metros, a segunda cascata é de 21 metros e, por último, uma gigante fenda de 32 metros. O volume e barulho da água são lindos!

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Vik: é uma praia bem diferente das nossas tropicais  – a areia é negra! O local foi locação da série Game of Thrones. Fica no vilarejo de Vík í Mýrdal, no extremo sul da ilha.

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Blue Lagoon: é um SPA paradisíaco de águas termais em  Grindavík, a 40 quilômetros da capital. Em meio a paisagem gélida das montanhas, você pode se banhar em lagoas vaporosas de até 40º C. As águas são aquecidas pelo magna vulcânico abaixo do solo e chegam à piscina com a força de turbinas instaladas em 1976. É um dos mais procurados pontos turísticos da Islândia e, além de super relaxantes, dizem que os banhos têm propriedades benéficas à pele.

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Aurora Boreal: impossível não citar este fenômeno sensacional! O espetáculo justifica uma viagem nos gelados meses de inverno, já que só pode ser visto nesta época. Não quero ser clichê, mas só posso dizer que o movimento de luzes no céu é inexplicável.

24/10/2014_16:34

por CLÉO SANTIAGO

Até a próxima quarta-feira, São Paulo abriga a 38ª Mostra Internacional de Cinema, que exibe 330 títulos de diversos países em salas de cinema, museus e espaços culturais espalhados pela cidade. Como já é uma tradição, a mostra retrata o que o cinema contemporâneo está produzindo; as estéticas e as temáticas que traçam um panorama mundial da sétima arte.

Para aproveitar a última semana da mostra, listamos cinco filmes imperdíveis. Boas sessões!

(SÁBADO) “A vida privada dos hipopótamos”: Um americano entediado se muda para a Colômbia para conhecer os hipopótamos que o traficante Pablo Escobar deixou em sua propriedade. Lá ele conhece uma mulher por quem se apaixona e vive um romance conturbado. O que seria facilmente a trama de um filme de ficção é a história de Christopher Kirk, preso em 2009 no Brasil por tráfico internacional de drogas. Obra imperdível da Mostra Brasil! No Espaço Itaú de Cinema Frei Caneca, às 16h30.

(DOMINGO) “Ninfomaníaca”: As controversas cenas de sexo explícito, acreditem, foram editadas! Para ser distribuído comercialmente, o filme de Lars Von Trier recebeu cortes e foi dividido em dois. Na 38ª Mostra, a versão do diretor é exibida integralmente. No Reserva Cultural, às 21h30.

(SEGUNDA) “Sinfonia de Necrópole”: Na cidade de São Paulo, a rotina do aprendiz de coveiro Deodato muda quando uma nova funcionária chega ao cemitério. Juntos, eles precisam fazer o recadastramento dos túmulos abandonados.  Quanto mais eles mexem nestas covas, acontecimentos esquisitos começam a acontecer, fazendo o coveiro repensar na sua profissão. Você teria coragem? No Espaço Itaú de Cinema, às  16h10.

(QUARTA) ”Cássia”: A lembrança que temos de Cássia Eller é de uma cantora extrovertida — um tanto quanto enlouquecida — e com pleno domínio do palco. Já a imagem que os amigos guardam é a da mulher tímida, alheia aos holofotes e muito ligada à família. O documentário de Paulo Henrique Fontenelle tenta mostrar os dois lados da cantora, que faleceu precocemente em 2001 deixando seu legado para a música brasileira. No CineSala SABESP, às 21h50.

(QUARTA) “Maus hábitos”: A mostra deste ano conta com uma retrospectiva do trabalho do espanhol Pedro de Almodóvar e este filme merece ser visto. Além de ser um dos primeiros filmes do renomado diretor, o longa de 1983 é um de seus maravilhosos deboches sobre a sociedade da época, tendo a Igreja Católica espanhola como personagem principal. No Cine Caixa Belas Artes, às 21h30.

09/08/2014_09:00

por MARIANA BUARQUE

Amanhã é Dia dos Pais, mas nós, da SALA ELLUS, achamos que todo dia devia ser dia deles. Afinal, o que seria de nós sem os nossos? E você, que é pai, perguntamos: o que seria de você sem o seu filho? Divagando sobre esta relação tão comovente que une pais e filhos, montamos um top 3 de gadgets que vai fazer a felicidade do patriarca da família. Mas que você, ó filho pródigo, também vai amar experimentar.

Para coroar este post especial, a nova mixtape da ELLUS vem cheia de “fathers” e “sons”. A homenagem é para o seu herói, mas as músicas são para todo mundo, de ontem e hoje.

O FONE PODEROSO

Para ouvir música com qualidade de estúdio, a recém-lançada linha Level da Samsung pode ser a solução. O fone supra-auricular (nome para aquele modelo que cobre a orelha) Level Over possui uma tecnologia que cancela ruídos externos, é wireless e permite que os usuários equalizem o áudio por meio de um app disponível para Android.

O BARBEADOR GELADO

CoolTec, da marca Braun, é um aliado daqueles que têm pele irritada. É equipado com uma barra gelada de cerâmica que refresca e evita lesões, dispensando o uso de cremes e loções. O aparelho ainda conta com um mecanismo inteligente que, a um toque, recarrega a bateria, faz autolimpeza e lubrifica suas lâminas.

O SOFÁ BIÔNICO

Phillip Starck demorou alguns anos para aceitar o pedido da marca italiana Cassina para desenhar um sofá. Mas rolou: o primeiro mobiliário inteligente tem uma estação de entradas USB, com direito a sistema wirelles de refuel para recarregar o iPad ou laptop. Alinha MyWorld também está disponível em poltrona e chaise longue.

UMA PLAYLIST DE PAIS PARA FILHOS

The Tempations encontra com Will Smith e John Lennon na mixtape produzida especialmente para a data pela Tecla Music, a agência de music branding que prepara o som que você ouve nas lojas ELLUS de todo o Brasil. Além de “Papa was a rolling stone”, “Just the two of us” e “Beautiful boy (darling boy)”, respectivamente, a playlist ainda conta com hits patriarcais de Clarence Carter, The Kooks, Fire, Queen, Giorgio Moroder, John Lennon, Ben Kweller, TV On The Radio…

Chama o seu pai  (ou o seu filho, ora) e aperta o play! Bom domingo para vocês dois.

18/07/2013_13:34

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Saiba como foi a estreia da Sala Deep Beep no Centro Cultural Vergueiro em São Paulo, em parceria com a Ellus:

Acesse: saiba-como-foi-a-estreia-da-sala-deepbeep/

A Sala Ellus amou! Conheça o site deepbeep.com e ouça os sets dos Djs e personalidades amantes da música como nós. São mais de 700 horas de música non stop.  Enjoy it.

05/04/2012_16:10

Pedimos pra a agência Tecla Music Branding, gestora musical de nossas lojas, gravar um mixtape especial para a SALA ELLUS, com os hits que estão tocando agora nas nossas caixas de som. Ficou muito chic e uma delícia de ouvir.

Aperte o play e leia a entrevista que fizemos com a querida Lucia Jaimovich, uma das sócias da Tecla, os cariocas que espalham música boa pela cidade. Entenda mais sobre o tal “music branding”.

Audio MP3

1. Quando vocês começaram e por quê?
Nossas conversas começaram em 2007. A gente percebeu que as pessoas cada vez mais se interessavam e consumiam música. E também, que as marcas não estavam acompanhando esse movimento.

Na nossa experiência com marketing, a gente entendeu que existia essa abertura no mercado. Não existia nenhuma agência que orientasse as marcas quando o assunto fosse música; que as ajudasse a se expressar através do som, de estéticas sonoras, etc.

Daí criamos a TECLA, em 2008.

De lá para cá, o termo ‘music branding’ já foi bastante distorcido. O que fazemos vai bem além da trilha para as lojas. Mas claro, a gente ama fazer esse trabalho.

Para a moda no varejo, este é principal contato que o público tem com a marca – a experiência dentro da loja, escutar aquela música que ele adora ou que nunca ouviu, sorrir e perguntar para o vendedor ‘o que é isso que tá tocando’? Isso acontece muito e para a gente é extremamente gratificante ter esses feedbacks. É o nosso olhar, nossas pesquisas, chegando a quem tem que chegar: os clientes dos nossos clientes.

 2. Os envolvidos com a tecla são djs, ou eram djs que abriram as portas para a internet?
Léo (Léo Hazan), Satta (Paulo Sattamini) e eu somos amigos desde a infância e sempre tivemos em comum a paixão por música.

Eu e Léo estudamos marketing juntos na faculdade. Eu sempre fui ligada em marketing sensorial, quando trabalhava com eventos corporativos e depois, como gerente de marketing de uma marca de moda aqui no Rio.  Enquanto isso, o Léo via o mercado de Telecom de dentro e acompanhou surgimento do Mobile no país.

O Satta estudou publicidade, se especializou em produção musical e tinha empreendido numa outra área. Mas desde muito cedo, ele sempre recebia pedidos de amigos para passar dicas de música, encher o iPod, essas coisas. Depois esses pedidos começaram a vir de produtoras de video para trilhar programas, outros para tocar em festas, e aí ele começou a entender que poderia viver do que mais amava.

O Satta é o nosso diretor de criação. É ele quem comanda as pesquisas e as trilhas para os clientes aqui na TECLA.

E foi juntando nossas especialidades – Satta com a pesquisa, Léo com o mercado, soluções e interatividade e eu com o sensorial, que vimos que o time estava completo para começar.

Paralelamente, desde 2007, Satta e eu fazemos parte de CALZONE, um coletivo de DJs que o João Brasil (mago dos mashups), Bruno Natal, Pedro Seiler e Lucas Bori (criadores do Queremos) e Filipe Raposo, que é diretor de criação de uma agência aqui no Rio, também são integrantes.

 3. Nos dê um panorama geral do que tá rolando agora em nossas lojas, de música e tendência.
Para a mixtape, garimpamos dentro do repertório que está tocando nas lojas e juntamos algumas faixas que tem sido super bem faladas como esse remix da Lana Del Rey, que abre a mixtape, e esse de Love Is The Drug, do Roxy Music. Tem também uns artistas que não podem ficar de fora, que o público já reconhece a estética e a sonoridade, que são a cara da Ellus e que estão de disco novo; como Santigold, Ting Tings, Chairlift, e Miike SNow – que a gente adora e ajudou a trazer com o primeiro Queremos que rolou, em 2010. No geral, a mixtape está com uma vibe bem upbeat e feliz, e também com uma pegada da alma rock n’ roll que a Ellus carrega, sem perder o clima sexy e sofisticado, que pra mim, o Little Dragon faz melhor que ninguém. Sou muito fã!

Playlist:

Born To Die (Mattanoll Final Remix) Lana Del Rey
Alligator
Tegan and Sara
Disparate Youth
Santigold
Helena Beat Foster the People
Happiness
Sam Sparro
Shuffle A Dream
Little Dragon
Body Rock
Best Friends
Paddling Out
Miike Snow
One By One
The Ting Tings
Now Now Now (The C90s Remix) The Penelopes