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20/01/2015_18:52

por IGOR FIDALGO

Não é de hoje que a linha Rock Tees é um sucesso de vendas. Alinhadíssima com o que o seu público inquieto e provocativo deseja consumir, a diretora criativa da ELLUS, Adriana Bozon, reedita t-shirts de bandas de rock temporada após temporada.

As estampas são clássicas (capas de discos e imagens icônicas ), mas as camisetas passam por variados processos de beneficiamento. Tudo para que a peça saia da loja com aquele toque podrinho que a gente ama.

Inspirados pelo SALE que colore nossas lojas e que incendeia a nossa Online Store, vamos contar a história por trás das imagens de uma t-shirt de cada banda. Duvidamos que conhecesse todos os detalhes!

TEE ROLLING STONES

O mugshot de Mick Jagger é um statement da cultura rocker. Arriscamos dizer que muitos jovens de alma rebelde (e até outros rock stars, por que não?) devem ter pensado (ou até de fato praticado) em promover algum tipo de delinquência para serem imortalizados nestes retratos marginais.

A foto acima data de 1967, quando Jagger foi preso por porte de entorpecentes. Ele tinha 23 anos quando foi detido na casa do parceiro Keith Richards, que também saiu algemado. Eles dormiram poucas noites na Penitenciária de Brixton, pois logo pagaram fiança e foram libertados.

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TEE RAMONES

A foto da camiseta acima reproduz uma capa alternativa para a coletânea dupla lançada em 1994. Segundo pesquisamos, a perna é mesmo de Joey Ramone.

Disponível também em versão masculina, a tee dos Ramones para as meninas tem as mangas cortadas e um aspecto vintage que faz a peça parecer que já tem anos de estrada. Puro charme.

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TEE GUNS ‘N’ ROSES

A imagem que se tornou o símbolo do grupo liderado por Axl Rose apareceu pela primeira vez no compacto inglês de “Welcome to the jungle”, lançado no começo de 1988, e que vinha com “Nightrain” e “You’re crazy” (versão acústica). Foi novamente capa de single no final do mesmo ano: vinha “Sweet child o’ mine” em um lado e “It’s so easy” ao vivo no outro.

No antológico “Use you illusion”, de 1991, o print acima foi contracapa e, de tão representativo, ganhou fundo prateado para o “Greatest hits” lançado 14 anos depois.

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24/10/2014_14:54

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por ISA TENÓRIO

Se você acompanhou a participação da ELLUS no Elle Fashion Preview, sabe que nós temos nutrido um especial desejo por interferências urbanas. E pensando nos ícones que fazem nossos corações fashionistas baterem mais rápido, começamos hoje uma série de posts que perfila três dos maiores artistas gráficos do mundo.

Stephen Sprouse começou a sua carreira em 1983 e, na cabeça do então estilista, estavam a boêmia dos anos 1970, o espírito rebelde da vida urbana nova-iorquina, os ícones do movimento punk e os tons em neon que se tornaram uma marca dos anos 1980. Fazia roupas em materiais nobres que ganhavam uma assinatura autoral: tudo era grafitado à mão pelo próprio estilista, que vendida seus produtos na loja de departamentos Henri Bendel.  Pela exclusividade, suas peças logo ganharam status de obra de arte.  

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Embora o lado artístico fosse fascinante, atraindo comentários incensados de editores de moda, o negócio de Sprouse ia mal: depois de sucessivas tentativas de inserção no mercado de moda, a grife fechou suas portas definitivamente em 1988. Faltava-lhe dinheiro e também uma inteligência acerca da industrialização de sua assinatura visual nas roupas. 

Era o amigo de Andy Warhol e Keith Haring, tendo inclusive assinado um quadro de Jesus Cristo com o grafiteiro. Com o fim de sua marca, começou a desenhar figurinos (trabalhou com Duran Duran, David Bowie e Mick Jagger) e a fazer suas interferências em pôsteres e capas de discos, como a capa abaixo, feita para “Rock bird” (1986), de Debby Harry.

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Morto em 2004, Sprouse não foi esquecido. Marc Jacobs o homenageou com a coleção de edição limitada “We love Sprouse” em 2009. No mesmo ano, foi publicada uma biografia sobre a vida e a obra do artista, “The Stephen Sprouse book”.

Na publicação, é reforçada a importância que Stephen Sprouse teve na construção da memória urbana de Nova York. É dele também uma das primeiras apropriações das culturas de rua, diretamente influenciada pelas artes e pela música, na moda prêt-à- porter.

26/07/2013_18:57

“I’d rather be dead than singing ‘Satisfaction’ when I’m forty-five.”

Mick Jagger faz 70 anos hoje!

Happy b-day Mick, we love you.

14/10/2012_12:00

Era 1965 e a nova banda Rolling Stones viajava em tour pelos EUA. Ainda com a formação original com os 5 integrantes, Brian Jones tinha 22 anos na época e morreria logo depois, e Bill Wyman ainda era o baixista antes de Ron Woody, viajavam pela terceira vez pela América.

Os quase famosos ingleses hospedavam-se em um hotel de beira de estrada em Clearwater, na Florida e um fotógrafo anônimo eternizou momentos de Mick Jagger, Keith Richards e Charlie Watts tomando sol. As fotos foram encontradas há pouco tempo em uma feira vintage e descobertas inéditas. Diz a lenda que Jagger compôs os primeiros acordes de I can’t Get no Satisfaction nesse mesmo hotel nessa mesma época.

Um retrato de uma banda jovem, ainda longe dos holofotes da fama e que nem imaginava que se tornariam a maior e mais conhecida banda do mundo.

Se quiser saber mais sobre o começo dos Rolling Stones e o mistério em torno da morte de um dos fundadores, Brian Jones, assista o filme Stoned: A História Secreta dos Rolling Stones, uma bela viagem aos loucos anos 60.