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19/10/2016_09:00

O cantor e compositor americano Bob Dylan foi anunciado, na última quinta-feira (13), o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2016. A escolha foi divulgada num evento em Estocolmo, na Suécia. A opção por um músico, e não por um escritor de ofício, soou bastante incomum e causou imensa polêmica sobre os motivos de tal escolha.

Alguns  questionaram se um prêmio de literatura deveria ser dado a um cantor. Outros, indo ainda mais fundo, indagaram se trabalho do cantor se encaixa como literatura.  Mas o fato é que o nome de Dylan já vinha sendo cotado havia bastante tempo. Também poeta, e com diversos livros lançados, o artista é aclamado sobretudo pelo lirismo de suas letras. Desta vez, no entanto, ele não figurava entre os favoritos.

A academia declarou que “Dylan tem o status de um ícone” e que “sua influência na música contemporânea é profunda”. “Ele é provavelmente o maior poeta vivo”, afirmou Per Wastberg, um dos membros da instituição responsável pela premiação.

Tanto na música como na literatura, Bob Dylan foi fortemente influenciado pela geração beatnik (grupo de norte-americanos, principalmente escritores e poetas, que se tornaram conhecidos no final da década de 1950 e no começo da década de 1960) e pelos poetas modernos americanos. Enquanto artista, foi altamente versátil e trabalhou como pintor, ator e autor de roteiros.

O primeiro livro lançado por Dylan, sem ser uma coletânea de suas letras, foi o volume de poesias experimentais “Tarantula”, de 1971. Dois anos depois, era lançado “Writings and drawings”, com textos e desenhos. Ele é autor ainda do best-seller  autobiográfico “Chronicles: Vol. One.”,de 2004. A ideia inicial era de que a autobiografia teria ainda outras duas partes, que não chegaram a ser editadas.

No Brasil, foram traduzidos os seguintes títulos: “Tarântula”, publicado em 1986 pela editora Brasiliense; “Crônicas – Vol.1″, publicado em 2005 pela Planeta; “Forever young”, publicado em 2009 pela Martins Fontes; e “O homem deu nome a todos os bichos”, publicado em 2012 pela Nossa Cultura. Veja abaixo o vídeo de “Like a rolling stone”.

14/10/2016_09:00

POR ROBERTA GRAHAM

O fashion film da Ellus Summer 17 utiliza-se da intensidade musical e do jogo cortado e acelerado de câmera para trazer à tona um sentimento com um quê de psicodelia, tal qual faz também a série inglesa Skins. Primeiro, a marca selecionou uma trilha sonora vibrante, capaz de fazer o ouvinte sentir as pulsações no seu interior, como a música trap geralmente faz.

Depois, complementando o desenvolvimento dessa vibe, foi feito o uso da luz. Normalmente, apela-se para o contraste claro/escuro. No vídeo, no entanto, a luz se dispõe a formar o contraste de temperatura. Como observamos atrás dos modelos, um telão incessantemente evidencia cenas de mar/fogo, contribuindo para a oposição vibrante.

É interessante notar que esta dança não se desenha somente  na luz e na trilha sonora “Lanzarote”, de Todd Terje. A Ellus, em suas roupas mesmo, conseguiu agregar um sentimento de imersão. Esse incrível planejamento é percebido na escolha dos looks dentro das cores, mais quentes ou mais frias. Nas cenas de frio, mar, aparecem modelos vestindo  tonalidades de azul, como peças jeans, mais envolventes, mais cheias. Nas quentes, fogo, aparecem nuances avermelhadas ou soltas, mais frescas, contribuindo para a sensação da cena como um todo.

 

A direção criativa foi feita pela dupla Adriana Bozon e Rodolfo Souza, com direção de arte de Estela Padilha. A filmagem ficou por conta de Marcos Mello, da Cavallaria Filmes, com styling de Michael Vendola. O casting, escolhido por Alexandre Queiroz, contou com nomes de peso da indústria da moda. As modelos Waleska Gorczevski, Cris Herrmann, Eve Moraes e Fernanda Becker dividiram a cena com Evandro Soldati, Lucas Muller e Felipe Rocha. Todos eles tiveram a beleza assinada por Henrique Martins.

O conceito do filme inspirou-se no Havaí, misturando o tropicalismo meio americano, meio oriental, com a aura do rock and roll. A natureza acidentada do arquipélago, que mistura as ondas mais disputadas do planeta com o perigo de vulcões ativos, fica nítida na escolha criativa do filme, bem como na cartela da coleção. O maiô engana mamãe, sexy, decotado, com claras inspirações de anos 80, vem misturado à referências dos anos 90 como os braceletes e gargantilhas, ornamentados pelos brasileiríssimos búzios.

As sandálias de plataforma horizontal, muito atuais, destacam a rebeldia das peças em jeans e couro, como jardineiras e jaquetas. O preto, o branco e o marrom convivem com o azul lavado, os florais em tons de rosa e os rasgados cool que lembram as primeiras coleções de Olivier Theysken para a Balmain. Uma auto destruição fashion, o vulcão, que dá vida às cores, às texturas, à vibração que é característica marcante da Ellus, bem como sua rebeldia.

Percebemos que estamos viajando com uma turma muito animada quando nos deparamos com acessórios que lembram as icônicas malas de viagem da Globe Throtter. O couro estruturado, quase uma caixa antiga, é ornamentado por adesivos que insinuam passaportes muito carimbados. Queremos fazer parte desta galera, meninos e meninas descolados e divertidos, que não têm medo de se aventurar nos confins mais perigosos do planeta para viver uma aventura.

A Ellus costuma ser uma marca mais rebelde do que aventureira, na verdade. No entanto, em tempos em que as experiências valem mais do que as posses, muita atitude pode ser atribuída ao estilo de vida. É aí que a marca acerta em cheio na conexão com o seu público e promete uma estação com a capacidade de agradar a gregos, troianos, brasileiros e havaianos.

10/10/2016_13:29

O dia 1º de dezembro de 2016 será um dia sem precedentes: dois nomes lendários do rock inglês estarão no Brasil fazendo show, um em São Paulo e o outro no Rio. Os paulistanos vão receber a única apresentação do New Order no país, com a atual formação: Bernard Sumner, Stephen Morris, Gillian Gilbert, Phil Cunningham e Tom Chapman. O quinteto lançou, em 2015,  seu primeiro álbum em dez anos, Music Complete – pra muita gente, a derradeira obra da banda.

Já no Rio, se apresenta o baixista genial e genioso da banda, Peter Hook, com a turnê Peter Hook & The Light Performing Substance – “The Album Of Joy Division & New Order”. O músico está de volta ao Brasil para outros dois shows. Além da data carioca,  ele ainda se apresenta em Porto Alegre e em São Paulo. O baixista promete tocar na íntegra, e na mesma ordem do disco, os maiores hits da coletânea que se tornou um clássico obrigatório de qualquer fã de música de pista, “Substance”.

Hook já esteve algumas vezes por aqui. Em 2011, ele apresentou um show exclusivo sobre a curta e intensa história do Joy Division, banda que serviu de embrião para o New Order. Um ano depois, o baixista voltou ao país com a turnê de “Movement and Power, Corruptions & Lies”, que contemplou os dois primeiros álbuns do New Order, e marcaram a transição do Joy Division para o New Order.

Sua última temporada por aqui, em 2014, foi com o show que continha as músicas do terceiro e quarto discos do New Order: “Lowlife” (1985) e “Brotherhood” (1986). o New Order é um dos nomes mais influentes e dos mais revolucionários grupos de todos os tempos, no rock e na música eletrônica.

07/10/2016_09:00

As flores estão de volta! Depois de um longo tempo esquecidas, as estampas florais são o must-have para o próximo verão 2017. Seja qual for a peça escolhida, a padronagem confere um splash de cores, tormando o look mais descontraído e arejado.

Essas estampas são inspiradas na cultura Tiki, oriunda da Polinésia e muito praticada pelos havaianos.  No antigo Havaí, a partir de vulcões cuspindo fogo e entre o todo poderoso de surf, antigos havaianos preenchiam sua terra maravilhosa e história com deuses Tiki. Dentre os elementos dessa cultura, estão os tecidos estampados com flores e outras figuras do misticismo local, como totens e frutas, por exemplo.

Como nós fomos ao Havaí buscar inspiração para a nossa coleção de verão 2017,  as flores não poderiam ficar de fora de nossas araras. O tema é muito fértil e o clima de criatividade não foi diferente durante a criação das nossas peças, resultando em algo único, que une o nosso DNA rocker ao tropicalismo da ilha do surf.

Nós separamos três itens, best sellers da nossa Online Store, que trazem essa pegada “flowers”, para você ficar com o look em dia na estação mais quente e alegre do ano. Agora é só escolher a que encaixa melhor no seu estilo se se jogar. Confira as opções abaixo.

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05/10/2016_09:00

Os GIFs são um dos conteúdos digitais com maior potencial de engajamento e dos mais compartilhados na internet. Porém, o adjetivo “comum” não se aplica ao trabalho desses dois artistas, que se uniram para criar alguns dos mais hipnotizantes GIFs já vistos na rede.

James R. Eads é um ilustrador que cria trabalhos com forte inspiração no estilo do pintor holandês Van Gogh. Chris McDaniel, também conhecido como The Glitch, trabalha no ramo das artes digitais e ficou encantado com a produção de Eads. A partir daí, resolveu entrar em contato com o designer para saber se poderia animar as suas obras. O resultado são os impressionantes GIFs que você vê nesse post.

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Saiba mais sobre Eads e McDaniel no Instagram e no Tumblr.