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15/04/2015_19:39

por MILENA COPPI

A repercussão do desfile de verão 2016 da ELLUS, que rolou no segundo dia do SPFW, não poderia ter sido melhor. Direto da fila A, editoras de moda viram de perto a coleção Marrakech Jorney (que você já se deliciou com os looks aqui) e fizeram críticas que fizeram o nosso coração acelerar!

Gloria Kalil, do Chicdestacou em sua crítica a coleção de jeans, desta vez mais natural e sem lavagem, presente em jaquetas, shorts, calças e saias.

Já Lilian Pacce chamou atenção para os looks masculinos, que ficaram de fora do desfile. Desta vez, os boys — entre eles o fotógrafo Paulo Reis, o RP Fábio Queiroz e o muso do fitness, Ricardo Barbato — só estiveram presentes durante a aparição final, quando arrancaram suspiros dos convidados.

O motivo? Todos eles usavam barbas, em alusão os charmosos homens marroquinos.

Vivian Sotocorno, repórter da Vogue, lembrou dos looks crus de tapeçaria, utilizados com amarrações inspiradas nos povos barbares. Ela também elogiou o nosso ótimo casting, destacando a diversidade étnica.

Por último, Luigi Torre, editor da Harper’s Bazaar, pontuou o mood setentista como o pontapé para a criação desta coleção. “A atual onda 70′s deixou a diretora de criação Adriana Bozon e o estilista Rodolfo Souza pensando no Marrocos e nas noites de hedonismo em sua capital, Marrakech, durante os anos 1970″, disse ele, que completou: “Trata-se de uma combinação entre o jeanswear urbano da ELLUS Jeans Deluxe com os elementos típicos da cultura marroquina”.

15/04/2015_12:00

No segundo dia do São Paulo Fashion Week, a ELLUS transformou a passarela de sua sala de desfile em uma versão cool de uma rua de Marrakech, cidade africana que inspirou  a nossa coleção de verão 2016 (como você viu aqui). Sob a direção criativa de Adriana Bozon, o estilista Rodolfo Souza apresentou saias e vestidos midi em looks crus que faziam alusão conceitual à tapeçaria local. 

Em cena, tops como Carol Trentini, Thairine Garcia e Cris Herrmann. O desfile, aliás, foi predominantemente feminino — os modelos, todos barbudos, fizeram uma entrada totalitária na fila final — e ganhou ainda mais impacto com a cenografia de Guilherme Ávila, que contava com um tapete étnico de geometrismo impressionante, todo feito com areia (uma tradição do país).

Passagem comprada, vamos decolar com destino à “Marrakech Journey”.

27/03/2015_10:00

por ALEXIA CHLAMTAC

Muito provavelmente você já ouviu falar em Wassily Kandinsky — reconheceu o sobrenome? —, mas talvez não faça ideia da importância do artista russo: ele é, simplesmente, o pai do abstracionismo.

É por isso que a primeira mostra retrospectiva do pintor a vir para América Latina tem tanta importância: “Kandinsky: tudo começa num ponto” chegou ao Brasil em novembro do ano passado e está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB-RJ) até 30 de março. Em seguida, chega à São Paulo (18 de abril à 29 de junho) e termina em Belo Horizonte (21 de julho e 28 de setembro).

A trajetória de Kandisnky é contada através de 72 obras que convidam o espectador a imergir nos seus pensamentos. A viagem é feita por meio de textos, sons e imagens.

A curadora Evgenia Petrova diz, no site do centro cultural, que “a maior parte da exposição é dedicada justamente aos pormenores que explicam e complementam nosso conhecimento sobre Kandinsky”. Ficamos curiosos!

Um destes pormenores é uma sala sensorial interativa que promove uma experiência na vida do russo. É onde público pode vivenciar os conceitos desenvolvidos pelo artista e conferir trabalhos que influenciaram a sua estética.

Verdadeiras joias da arte tradicional da Sibéria e objetos de rituais xamânicos apresentam um novo lado de Kandinsky para o público brasileiro. Tais relíquias vieram do Museu Estatal Russo de São Petersburgo e de outros sete museus da Rússia, além de coleções da Alemanha, Áustria, Inglaterra e França.

As obras são apresentadas em cinco áreas diferentes, separadas por tema. É, sobretudo, uma oportunidade de mergulhar na arte moderna da Eurásia a partir de uma imersão pela vida e pela obra de Wassily Kandinsky. Agende-se.

24/03/2015_14:22

por ALEXIA CHLAMTAC

As jogging pants — calças de moletom com elástico na cintura e na barra — surgiram na década de 1980 e são uma marca da geração sporty. O motivo disso, é claro, era o conforto proporcionado pela peça, que foi inspirada nas modelagens da época. Em 2010, as calças de academia começaram a ser resgatadas em desfiles internacionais, mas a fama instantânea veio quando personalidades como Katie Holmes e Gwen Stefani passaram a usá-las com sandálias e botas luxuosas. Nesta ocasião, foram rebatizadas como sweatpants.

Agora imagine a sensação confortável de usar um moletom, mas com aparência e durabilidade do jeans? Não precisa imaginar: a jogging denim é a principal novidade do inverno 2015 da ELLUS.

Indo de encontro com a febre esportiva que toma conta da moda mundial — que pedem por uma vida mais prática e moldada à velocidade do século 21 —, o interior da nossa jogging denim tem uma construção que imita malha, com flexibilidade e toque macio. No entanto, do lado de fora, as características essenciais do famoso jeans premium da ELLUS estão lá: five pockets, detalhes maquinetados, botões em rebite…

O segredo desta inovação têxtil está na combinação destas duas camadas de tecido, que possibilita o conforto e o caimento de um moletom dentro de um autêntico denim. Pois todas as peças da linha ELLUS Jogging Denim oferecem as possibilidades de lavagens e os efeitos de lavanderia que já são uma marca da grife.

21/03/2015_10:00

por ALEXIA CHLAMTAC

No dia 7 de março, foi dado início ao festival “Polos”, projeto que acontece no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, e cujo mote é apresentar por meio de videoclipes e shows a nova cena pop eletrônica carioca.  O line-up é formado pelo produtor musical Diogo Strausz, pelo diretor de cinema e DJ Julio Secchin e pelos cantores Apollo e Mahmundi.

Strausz, que é um tipo de Mark Honson brasileiro, assina a produção musical do incensado “Rainha dos raios”, disco de Alice Caymmi repleto de referências do trip hop dos anos 1990. O ritmo foi imortalizado por projetos memoráveis como Massive Attack, Air e Portishead e nada mais é do que uma música eletrônica contemplativa, não necessariamente produzida para dançar.

O show de Diogo Strausz no “Polos” marcou o lançamento de seu primeiro álbum, “Spectrum Vol. 1″. Tal como Ronson (o inglês que produziu Amy Winehouse, Lily Allen e Adele), Strausz não canta. Por isso, convida cantores de forte presença para embalar as músicas que compõe, como no caso de “Right hand of love” (acima), que conta com a voz do inglês Jacob Perelmuter.

Na mesma noite, Julio Secchin embalou o público com um DJ set muito inspirado na vaporwave — gênero musical que se desdobrou do seapunk e da chillwave, repleto de referências iconográficas dos anos 1980 e 1990, especialmente pelas alterações de velocidades de rotação e por (d)efeitos especiais, como o barulho emitido pelo tocador de CD quando o disco está arranhado. Minutos antes do set de Secchin, contudo, a plateia assistiu ao videoclipe do DJ, “Hey”.

No dia 14 de março, foi a vez de Marcela Vale, que atende artisticamente pelo alter ego de Mahmundi. “Sentimento”, música brindada como “Melhor Nova Canção” no Prêmio Multishow de 2014, virou videoclipe dirigido por Pablo Monaquezi (abaixo), que foi exibido no telão do teatro do centro cultural.

Em seguida, Mahmundi contagiou a plateia com sua voz rouca e melancólica, que nos remete diretamente ao timbre das mulheres roqueiras dos anos 1980 (vide Marina Lima e Rita Lee).

Neste final de semana, o festival “Polos” termina  com show do cantor Apollo, que coatua no projeto como curador. Quando assistimos ao videoclipe de “Crash” na coletiva do evento (Sala ELLUS esteve no encontro montado exclusivamente para influenciadores digitais no final de fevereiro), de longe, nos identificamos com o punch esportivo do artista — que, diga-se de passagem, tem tudo a ver com a linha ELLUS JOGGING DENIM, o carro-chefe do nosso inverno 2015.

O eletropop sofisticado de “Crash” tem um refrão hipnótico e sexy que não sai da nossa cabeça. Se você quiser assistir ao show de Apollo (que é aberto ao público), chegue por volta das 20h30 no Oi Futuro de Ipanema: os ingressos serão distribuídos na bilheteria do centro cultural.