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22/02/2013_17:15

Conheça Carlos Dias, um dos artistas que está pintando o QG do Facebook no Brasil junto com Coletivo RUA e já teve um andar inteiro dedicado as suas obras no MASP.

Ele, que nasceu em Porto Alegre, mas morou grande parte da sua vida em São Paulo, está em exposição individual no Paço das Artes na USP. A expo chama Um Paço ao Seu Alcance e mostra telas gigantes, muros pintados, instalações, performances, vídeos e workshops que dialogam com o processo de criação e seu universo musical. Neste sábado dia 23 de fevereiro, vai rolar oficina de arte e show de uma de suas bandas indie, a Polara.

Carlos, que é um dos mais amados e respeitados artistas de arte contemporânea do Brasil, com seu mundo de monstros, colagens, pinturas, expressionismo alemão e grafitti, contou pra Sala Ellus um pouco do que vai aprontar amanhã lá no Paço e mais. Enjoy it!

1. Sala Ellus: Conta como vai ser a oficina de arte no Paço.

Na exposição, junto com o programa, escolhemos algumas oficinas, que tem a ver com o processo de como fazer as coisas, pelo “faça você mesmo” e coisas ligadas a culturas que vivi, além de apenas as artes visuais, mostrando bandas, viagens com banda, como gravar…

Como fazer uma banda, com Quique Brown e Velhote:
http://www.facebook.com/pages/Escola-de-Música-Jardim-Elétrico/109520492404681

Como gravar uma música, com Fernando Sanches( o inimigo, againe):

http://www.elrocha.com.br/

Viagem musical, com Lucas Valente:

http://ddiissttuurrbbiiooss.blogspot.com.br/2012/10/zine-viaje-musical.html

2. Conta da sua banda Polara que amanhã faz show dentro da expo:

O Polara foi a banda que tive de 99 ate 2008 acho, acabamos dando um tempo, agora conseguimos nos reunir pra tocar de novo, é uma banda ods 00′s. Pra quem quiser conhecer tem todos os discos pra download no blog hominis canidiae, o Polara foi e é uma banda independente, sempre foi dificl fazer as coisas e sempre fizemos do jeito que dava e quando dava, assim como dessa vez! Estamos tentando a tempos tocar de novo…

3. Conta sobre o trabalho no escritório do Facebook no Brasil.

O escritório do Facebook foi um trabalho conjunto com a empresa COLETIVO RUA,  junto com Daniel Melim e SHN. Cada um pintou uma parte, ainda nao terminou, mas tivemos liberdade de criação total. Ainda estou nesse trabalho, termino nesta sexta.

4. Qual a importância da Galeria Choque Cultural na sua vida?

A Choque foi a galeria que deu grande direcionamento na minha vida, digamos em uma época que eu nem esperava que tanta coisa fosse aparecer mais, já tinha me aposentando ali por 2003 (hahaha), mas aí não deu. Conheci o Baixo Ribeiro (dono e curador) que de certa forma mostrou que eu era bem mais capaz do que pensava, na verdade fez ser possivel coisas que eu e o Stephan Doitschinoff estavámos conversando desde 99, na época que montamos o coletivo FACA.

5. Qual artista e banda você indica para o mundo?

De som, tenho ouvido de novo umas  coisas da Beer on the Rug, mas isso é relativo, cada hora ouço uma coisa: http://beerontherug.bandcamp.com/ .De arte, gosto do Felipe Guimarães: http://mirogrelise.tumblr.com/

6. Pra terminar, qual sua palavra favorita?

Palavra? Não sei, acho que ” brisa”nesse momento. Mas nem é a preferida de sempre, é que essa tava difícil, to no automatico hahaha.

Endereço e mais infos sobre a expo aqui!

Conheça a banda Polara: tramavirtual.uol.com.br/artistas/polara

Tumblr do Carlos Dias: carlosdiasaoseualcance.tumblr.com/sobre

23/03/2012_16:27

Chegou o fim de semana. Dicas legais de festas incríveis em São Paulo e uma exposição fofa na Choque Cultural. Enjoy it.

 

 

 

05/03/2012_03:22

Conhecida por muitos como a galeria que revolucionou o cenário da arte jovem no Brasil no começo dos anos 2000, a Choque Cultural na verdade é muito mais que isso.

Fomentadora e organizadora, a Choque não só vendeu e vende arte urbana, mas “criou situações de sustentabilidade para os artistas, para que eles conseguissem se manter produzindo e ampliassem sua produção”, nas palavras de Baixo Ribeiro, um dos donos da Choque junto com Mariana Pabst Martins (filha do grande pintor modernista Aldemir Martins) e de Eduardo Saretta, do coletivo SHN, que deu cara nova aos adesivos espalhados pela metrópole.

A invasão da arte urbana brasileira no circuito de arte internacional catapultada por eles foi resultado de um trabalho dos galeristas frente aos artistas não convencionais de como se posicionar no mundo da arte, em frente a um museu, a imprensa, ao publico e ao curador.

A família Choque vai muito mais além, como a parceria com uma das últimas gráficas paulistas a fabricar os Lambe-Lambe popularizados nas décadas de 70, 80 e 90. Os cartazes e livros especiais produzidos para a Choque, que usa a linguagem da tipografia como divulgação desde sempre, mantiveram viva a arte da Galeria Fidalga com sua oficina repleta de fontes rústicas e design inconfundível.

A Arte, a Música e a Moda agradecem.

Agora na Choque: Estado Do Sítio. Exposição Individual do Bijari.

Choque Cultural
Rua João Moura, 997, Vila Madalena, São Paulo
http://choquecultural.com.br/