• 27/10/2014_17:56

    por ISA TENÓRIO

    Os discos mais aclamados da fase solo de Paul McCartney, época em que ele e Linda criaram a banda Wings, estão sendo relançados sob o selo  “Paul McCartney Archive Collection”.

    “Band On The Run”, “Venus and Mars” e “At the Speed of Sound”  ganharam, cada um, três versões: uma com o disco original remasterizado; outra com demos e faixas inéditas em versões digitais; e a última em vinil de capa dupla.

    O primeiro álbum a ganhar a edição de luxo foi “Band On The Run”, de 1973, considerado pela crítica como o melhor trabalho de Paul pós-Beatles – em 2003 entrou para a lista dos “500 Melhores Álbuns” da revista Rolling Stone e está na lista dos “200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame”. Nele, além da faixa-título, estão hits como “Jet”,”Mrs. Vandebilt” e “Let me roll it”.

     

    Os dois outros, “Venus and Mars” e “At The Speed Of Sound”, devem chegar às lojas no dia 3 de novembro no Reino Unido. “Venus and Mars” – Paul abriu seus dois shows no Brasil, em 2010, com a faixa-título – inclui “Listen to What the Man Said”,  primeiro lugar na parada de sucesso dos Estados Unidos. Em “At The Speed of Sound”, que traz “Let’em In” e “Silly Love Song”, todos os integrantes da banda cantam.

    Quem for muito fã talvez escolha comprar a versão com os três discos, que inclui um livro de capa dura com 120 páginas de fotos inéditas, entrevistas, informações faixa a faixa e um DVD bônus contendo filmagens da época do lançamento de cada álbum.

    No ano passado Paul lançou seu 16º disco, “New”. São 12 faixas, nas quais o artista faz um mix de nostalgia dos arranjos que lembram os Wings, com pegada de balada, rock, jogos vocais e belas melodias, mostrando a vontade de fazer um trabalho contemporâneo, vista a parceria com os jovens produtores Mark Ronson, Paul Epworth, Ethan Johns e o filho de George Martin, Giles.

     

    24/10/2014_16:34

    por CLÉO SANTIAGO

    Até a próxima quarta-feira, São Paulo abriga a 38ª Mostra Internacional de Cinema, que exibe 330 títulos de diversos países em salas de cinema, museus e espaços culturais espalhados pela cidade. Como já é uma tradição, a mostra retrata o que o cinema contemporâneo está produzindo; as estéticas e as temáticas que traçam um panorama mundial da sétima arte.

    Para aproveitar a última semana da mostra, listamos cinco filmes imperdíveis. Boas sessões!

    (SÁBADO) “A vida privada dos hipopótamos”: Um americano entediado se muda para a Colômbia para conhecer os hipopótamos que o traficante Pablo Escobar deixou em sua propriedade. Lá ele conhece uma mulher por quem se apaixona e vive um romance conturbado. O que seria facilmente a trama de um filme de ficção é a história de Christopher Kirk, preso em 2009 no Brasil por tráfico internacional de drogas. Obra imperdível da Mostra Brasil! No Espaço Itaú de Cinema Frei Caneca, às 16h30.

    (DOMINGO) “Ninfomaníaca”: As controversas cenas de sexo explícito, acreditem, foram editadas! Para ser distribuído comercialmente, o filme de Lars Von Trier recebeu cortes e foi dividido em dois. Na 38ª Mostra, a versão do diretor é exibida integralmente. No Reserva Cultural, às 21h30.

    (SEGUNDA) “Sinfonia de Necrópole”: Na cidade de São Paulo, a rotina do aprendiz de coveiro Deodato muda quando uma nova funcionária chega ao cemitério. Juntos, eles precisam fazer o recadastramento dos túmulos abandonados.  Quanto mais eles mexem nestas covas, acontecimentos esquisitos começam a acontecer, fazendo o coveiro repensar na sua profissão. Você teria coragem? No Espaço Itaú de Cinema, às  16h10.

    (QUARTA) ”Cássia”: A lembrança que temos de Cássia Eller é de uma cantora extrovertida — um tanto quanto enlouquecida — e com pleno domínio do palco. Já a imagem que os amigos guardam é a da mulher tímida, alheia aos holofotes e muito ligada à família. O documentário de Paulo Henrique Fontenelle tenta mostrar os dois lados da cantora, que faleceu precocemente em 2001 deixando seu legado para a música brasileira. No CineSala SABESP, às 21h50.

    (QUARTA) “Maus hábitos”: A mostra deste ano conta com uma retrospectiva do trabalho do espanhol Pedro de Almodóvar e este filme merece ser visto. Além de ser um dos primeiros filmes do renomado diretor, o longa de 1983 é um de seus maravilhosos deboches sobre a sociedade da época, tendo a Igreja Católica espanhola como personagem principal. No Cine Caixa Belas Artes, às 21h30.

    24/10/2014_14:54

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    por ISA TENÓRIO

    Se você acompanhou a participação da ELLUS no Elle Fashion Preview, sabe que nós temos nutrido um especial desejo por interferências urbanas. E pensando nos ícones que fazem nossos corações fashionistas baterem mais rápido, começamos hoje uma série de posts que perfila três dos maiores artistas gráficos do mundo.

    Stephen Sprouse começou a sua carreira em 1983 e, na cabeça do então estilista, estavam a boêmia dos anos 1970, o espírito rebelde da vida urbana nova-iorquina, os ícones do movimento punk e os tons em neon que se tornaram uma marca dos anos 1980. Fazia roupas em materiais nobres que ganhavam uma assinatura autoral: tudo era grafitado à mão pelo próprio estilista, que vendida seus produtos na loja de departamentos Henri Bendel.  Pela exclusividade, suas peças logo ganharam status de obra de arte.  

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    Embora o lado artístico fosse fascinante, atraindo comentários incensados de editores de moda, o negócio de Sprouse ia mal: depois de sucessivas tentativas de inserção no mercado de moda, a grife fechou suas portas definitivamente em 1988. Faltava-lhe dinheiro e também uma inteligência acerca da industrialização de sua assinatura visual nas roupas. 

    Era o amigo de Andy Warhol e Keith Haring, tendo inclusive assinado um quadro de Jesus Cristo com o grafiteiro. Com o fim de sua marca, começou a desenhar figurinos (trabalhou com Duran Duran, David Bowie e Mick Jagger) e a fazer suas interferências em pôsteres e capas de discos, como a capa abaixo, feita para “Rock bird” (1986), de Debby Harry.

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    Morto em 2004, Sprouse não foi esquecido. Marc Jacobs o homenageou com a coleção de edição limitada “We love Sprouse” em 2009. No mesmo ano, foi publicada uma biografia sobre a vida e a obra do artista, “The Stephen Sprouse book”.

    Na publicação, é reforçada a importância que Stephen Sprouse teve na construção da memória urbana de Nova York. É dele também uma das primeiras apropriações das culturas de rua, diretamente influenciada pelas artes e pela música, na moda prêt-à- porter.

    22/10/2014_17:18

    por MARIANA BUARQUE

    Peça-chave do guarda-roupa do homem da ELLUS, o coturno de couro é um acessório que pulou das intifadas para as ruas. Criado originalmente para os soldados, foi graças à versão mais macia confeccionada pelo médico alemão Klaus Martens que os punks no final da década de 1970 transformaram o calçado em um ícone da contracultura.

    Não à toa, o coturno da ELLUS é um dos pontos focais do RAIO X desta semana, que revisita diretamente o workwear. No final do século XIX, quando as indústrias automobilista e siderúrgica despontaram, a produção de calças com bolsos especiais, macacões de materiais pesados e calçados feitos de couro e borracha ganharam força.

    Foi logo depois da Segunda Guerra Mundial que Levi Strauss e outros empresários especializados em proporcionar durabilidade e segurança no dia a dia das fábricas passaram a reinterpretar os uniformes para a vida urbana.

    No verão 2015 da ELLUS, o punch workclass ganha um reforço com a calça jeans de forte tendência militar. A peça, que vem com dez insígnias bordados em sarja nas laterais das duas pernas, tem forte referência ao uniforme de trincheiras. Os badges têm outra inspiração: são variações de bandeiras do Brasil, tema da coleção que está nas lojas.

    Bandeiras de 26 estados brasileiros são o charme da estampa flag, padronagem que é o hit da coleção e que decoram esta camisa de corte italiano — que tem o colarinho curto e bem aberto. Montados via pós-produção gráfica, as bandeiras, todas em PB, fazem as vezes de um  patchwork digital.

    17/10/2014_18:35

    Adiantando o calendário da moda nacional do inverno 2015, o Elle Fashion Preview trouxe um time de peso de estilistas brasileiros para o fashion show exclusivo, no Shopping JK Iguatemi, ontem. Adriana Bozon e Rodolfo Souza, da ELLUS, não ficaram de fora do line-up e mostraram, em primeira mão, as tendências e inspirações que chegam às lojas em breve.

    A top Lais Ribeiro, estrela do verão 2015 ao lado de Cauã Reymond, abriu o desfile da ELLUS. Na prévia da coleção, que será apresentada integralmente no São Paulo Fashion Week, no dia 5 de novembro, seis looks femininos em preto e pink fizeram referência à arte de rua dos anos 1990. Couro, vinil e muitas correntes apareceram na passarela.

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    O styling coube à dupla Flavia Pommianosky e Davi Ramos e a beleza foi assinada por Daniel Hernandez, o mesmo trio por trás dos outros nove desfiles. Susana Barbosa, diretora de redação da revista Elle Brasil, e Paulo Borges, CEO da Luminosidade e diretor criativo do SPFW e Fashion Rio, fizeram a curadoria do evento.

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    Na fila A, estiveram Adriana, Rodolfo e Nelson Alvarenga, fundadora da ELLUS, além de outros 480 convidados vips, como Gloria Kalil, Lilian Pacce, Yan Acioli, Carol Celico, Dudu Bertolini e Vanessa Rozan. A it-girl britânica Alexa Chung, uma das mais copiadas em todo o mundo, também estava lá e animou a badalada festa de encerramento depois do DJ Zé Pedro.

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    Quem visitar o JK, em São Paulo, encontrará os looks desfilados no Elle Fashion Preview na vitrine principal no shopping e, nas lojas, uma seleção das peças do verão que seguem em alta na próxima temporada feita pelos editores da Elle.

     

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