• 26/09/2014_19:34

    por CLÉO SANTIAGO

    É indiscutível: os blogs de moda conquistaram seu espaço como fonte de informação frente ao público e a marcas. Também não dá pra negar que em meio a tantos websites alguns acabam se perdendo de nosso radar. Porém, outros endereços ficam gravados na memória por terem alguma característica que chame a atenção e cative o público.

    Neste aspecto, o humor é um grande diferencial. Definitivamente, os blogs ácidos são os preferidos dos fashionistas.  Ler tudo aquilo que você pensou, mas não teve coragem ou espaço para falar em público, é simplesmente delicioso. Pensando nisso, separamos alguns dos nossos bloggers prediletos para você conhecer.

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    Com o nome The Man Repeller, Leandra Medine já diz a que veio. Decidida, ela veste o que bem entende e ainda faz piadas sobre o que ela gostaria de usar versus o que os homens prefeririam.

    As pequenas alfinetadas também estão presentes em seus comentários sobre as semanas de moda e red carpets, sempre muito pertinentes.

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    A ex-VJ da MTV Jana Rosa já teve seus tempos de blogueira de moda, com o Agora que sou rica. Inclusive, foi por causa do seu humor cheio de atitude que a moça foi parar na TV.

    Hoje em dia, agora no portal Jana Rosa, seus textos são mais focados em fazer, digamos, reflexões sobre o que é considerado cool. Jana viaja para lugares badalados e lista um roteiro hipster. Ela também já deu dicas de como se tornar uma webcelebridade. De morrer de rir.

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    Para quem não sabe, o filipino Bryan Boy ficou conhecido mundialmente, em 2008, após Marc Jacobs nomear três bolsas de sua coleção de inverno com suas iniciais — BB. E o que fez Marc se impressionar tanto com Bryan?

    Não sabemos ao certo, mas seu estilo inconfundível e humor ácido devem ter muito a ver com isso. O blogueiro não passa despercebido em nenhum evento!

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    Tavi Gevinson é dona do Style Rookie. A blogueira fez sua fama ao se tornar, com 11 anos, a crítica de moda mais nova do mundo. Logo conquistou grandes nomes da moda como John Galliano com seus comentários marcantes e muito perspicazes para a idade.

    Falando em Galliano, foi ele quem sentou Tavi na filha A de um desfile da Dior em 2010. Atrás dela, uma importante jornalista de moda clicou a vista que tinha sobre a apresentação por trás do grande chapéu que a então pré-adolescente usava.  Agora com 17 anos, Tavi é editora da Rookie Magazine, sua própria revista. Ainda: luta pelas causas feministas e também pelo consumismo desenfreado no mundo da moda. You go, girl!

    O Petiscos não é tão polêmico quanto os endereços anteriores na maioria do tempo, mas Julia Petit também tem seus momentos destiladores de veneno onde critica quem perdeu a mão para o bom senso, sejam marcas ou celebridades.

    Sempre engraçada, ela não deixa as gafes mais sérias se safarem e ainda dá uma aula de ativismo em seus textos.

    26/09/2014_19:31

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    por ANA FLÁVIA

    Kleber Matheusé o diretor de arte das campanhas da Ellus e da Ellus 2nd Floor há mais de 10 anos. Residente em Paris desde 2011, ele também é um criativo agitador cultural, tendo lançado com o stylist Dudu Bertholini o 2 Fanzine, uma das publicações independentes que marcaram o movimento abravana, que você deve conhecer por conta das exposições do artista plástico Rick Castro.

    A novidade agora é a Fort Magazine, nova revista que Matheus lança com os fotógrafos Fabio Motta e Cassia Tabatini. 

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    Com o foco de compilar de imagens do universo masculino sem filtros, a revista mistura artistas novos com nomes consagrados. Na primeira edição, vemos trabalhos de Raquel Uendi, Dudu Bertholini, Cecilia Duarte, Clessi Cardoso, Matheus Rocha Pitta, Synchrodogs e Luisa Moraes. 

    Com programação anual, a Fort  pretende criar um manifesto visual deste universo masculino por meio de retratos de arte e editoriais de moda.

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    “A Fort compila e documenta trabalhos livres, registrando a beleza do homem. Também buscamos experimentar novas linguagens a partir da exploração digital”, disse Kleber Matheus, em entrevista à Sala Ellus.

    A realização do produto leva a assinatura colaborativa da Cartel 011, que abriga uma exposição com as fotos. Ficou com vontade de conhecer a Fort? Tem lá em Pinheiros: Rua Artur de Azevedo, 517.

    25/09/2014_16:26

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    por MARIANA BUARQUE

    A agenda do nosso Special Day continua agitada. Na semana passada, você viu como duas multimarcas baianas, uma capixaba e outra fluminense celebraram a chegada da nossa coleção de verão 2014-2015. Hoje, a comemoração passou por quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso.

    No Rio, o evento aconteceu na loja da ELLUS do Shopping Leblon. Como é de praxe no Special Day, tivemos um anfitrião que deu consultoria de estilo aos convidados. Desta vez, o stylist Gabriel Lima foi eleito o cicerone da edição carioca.

    A Lorenci, em Chapecó, região oeste de Santa Catarina, iniciou a programação da semana. Em seguida, as lojas Neiva Collection e Herminia Modas, localizadas nos municípios paulistas de São Caetano do Sul e de Bebedouro, respectivamente, também montaram coquetéis para os seus cliente especiais. A mato-grossense Tua, em Sorriso, encerrou a semana.

    Semana que vem, temos mais de dez eventos pelo Brasil. E atenção aos mineiros: se você é um #ELLUSdenimlover, saiba que cinco multimarcas de Belo Horizonte vão promover o evento Special Day.

    12/09/2014_19:37

    por IGOR FIDALGO

    No prefácio do guia de obras da 31º Bienal Internacional de Artes de São Paulo, Luis Terepins, presidente da fundação que organiza o evento há mais de seis décadas, escreveu: ”Como falar de coisas que não existem pode parecer, à primeira vista, um tema abstrato”. De tão profunda, a máxima de Terepins nos incita uma contextualização: não seria talvez este o epítome das artes plásticas?  Afinal, os conceitos trabalhados por artistas plásticos só existem a partir da criação da obra.

    O título desta edição do evento, que o ocupa o Pavilhão das Artes da Bienal desde o dia 6, é uma provocação. ”Como (…) coisas que não existem” deixa uma lacuna para a ação. Ali, encaixam-se os verbos “encontrar”, “sentir”, “imaginar”, “usar”, “lutar” e “ler”. A performance mutável da expressão insinua a proposta da 31ª Bienal, que prioriza obras (e também artistas e coletivos artísticos) em constante transformação.

    A herança modernista, tão forte em outras bienais, é deixada de lado para dar destaque a novas leituras, como a interferência que um tipo de arte assere na cultura local de uma região. A ideia de uma arte mais conectada com as problemáticas do mundo atual promove uma discussão acerca de conflitos, mudanças, transgressões e imaginação. É isto que você verá nas 250 obras que estão expostas até o dia 8 de dezembro.

    Oitenta e um artistas foram selecionados para esta bienal e, segundo a curadora Nuria Enguita Mayo, todos eles estão ligados a projetos de arte educativos. Fiquem atentos ao “Programa no Tempo”, série de performances, oficinas, encontros públicos e discussões que acontecerão duas vezes por semana, sempre às quartas- feiras e aos domingos.

    Talvez fique mais fácil entender o mundo que nós vivemos com ajuda da 31ª Bienal de Artes. Ou então, pelo menos, teremos exemplos palatáveis de como focar nas coisas que existem.

    11/09/2014_17:55

    por MARIANA BUARQUE

    Quando vestimos nosso amado jeans, nem se quer imaginamos o trabalho complexo por trás da confecção dele.  A jaqueta e a calça da foto abaixo, por exemplo, levam um dia inteiro para serem produzidas. São 13 etapas de beneficiamento — nome dado aos tratamentos que a indústria usa para alterar o visual e as texturas do jeans.

    Os processos para alcançar a coloração escura é bem curioso: primeiramente, a lateral de ambas as peças é presa com grampos  que beliscam o jeans, que é levado à lavagem. O resultado é contrastante: a azul fica desgastado, mas o tom é um pouco mais forte onde o denim foi amarrado.

    A calça e a jaqueta são lixadas para clarear a parte da frente e tingidas com um pigmento amarelo que dá uma aparência de roupa usada. No final do processo, ainda é borrifado um produto químico que realça a diferença entre as cores. A coloração desgastada, aliás, é a chave para o visual urbano destas peças.

    Há ainda outro elemento importante: a textura. Ambos itens são resinados duas vezes, sendo uma delas para criar aqueles vincos abaixo do quadril. O outro prevê que o jeans seja retorcido, colocado dentro de uma rede (tipo aquela onde laranjas e limões são guardados, sabe como?) e depois levado à máquina. Quando a lavagem termina, a malha é cortada e voilà: o denim está craquelado!

    Para finalizar, rasgos e puídos são feitos manualmente nas pernas, com uma lixadeira. Depois, nossos estilistas costuram tecidos no lado de dentro da peça para que a pele não fique exposta.

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