• 22/05/2015_10:00

    por CLÉO SANTIAGO

    Boa notícia para quem admira o cinema francês: em julho, chega ao MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, uma exposição especial em homenagem a François Truffaut. A mostra, já exibida na Cinemateca Francesa de Paris entre outubro de 2014 e fevereiro de 2015, conta com um extenso acervo doado pela família do diretor francês com desenhos, fotos, objetos, livros e revistas, roteiros manuscritos e figurinos, além de trechos de filmes e entrevistas de Truffaut.

    A exposição também promete uma bela mostra paralela de filmes do diretor, roteirista, produtor e ator, onde não esperamos nada menos que os clássicos da Nouvelle Vague francesa.

    Sala ELLUS montou um top 3 com trailers dos filmes que você não pode perder. Aperte o play.

    “OS INCOMPREENDIDOS” (1959)

    Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) é um garoto de 14 anos que não recebe muita atenção de seus pais. O pré-adolescente, então, mata aula para ir ao cinema e sair com seus amigos. Certo dia, descobre sem querer que sua mãe tem um amante.

    POR QUE NÃO PERDER: Este é o primeiro longa de Truffaut, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes de 1959.

    “JULES E JIM – UMA MULHER PARA DOIS” (1962)

    Jules (Oskar Werner) é um  judeu-alemão tímido e Jim (Henri Serri), um francês extrovertido. Eles se tornam grandes amigos e, em uma viagem para uma ilha um pouco distante da Grécia, eles vêem uma estátua com um sorriso encantador e, quando voltam à Paris, conhecem Catherine (Jeanne Moreau), uma jovem que se parece com a escultura. Logo, os três boêmios se tornam um trio inseparável, vivendo momentos agradáveis e o início de um triângulo amoroso.

    POR QUE NÃO PERDER: Além de uma obra de arte, “Jules e Jim” conversa com o filme “Uma mulher é uma mulher” (1961), de Jean-Luc Godard, grande amigo pessoal e companheiro artístico de François.

    “A NOITE AMERICANA” (1973)

    Na França, começam as filmagens do longa “Je vous présente Pamela”, que conta a história de uma jovem inglesa que troca o marido francês pelo sogro. Truffaut atua como ator, vivendo Ferrand, o diretor. Alphonse (Jean-Pierre Léaud) é o inseguro galã; Séverine (Valentina Cortese), a diva perto da aposentadoria; e Julie (Jacqueline Bisset), viva protagonista Pamela, sempre à beira de um ataque de nervos.

    POR QUE NÃO PERDER: ”A Noite Americana” é uma metalinguagem confusa e bem humorada — no estilo francês, é claro — sobre os sets de filmagem. Com esta obra, Truffaut foi indicado ao Oscar nas categorias Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original, levando para casa a segunda premiação.

    21/05/2015_10:00

    por RAISA CARLOS DE ANDRADE

    As novas imagens do documentário sobre Amy Winehouse já antecipam as lágrimas que virão. Dirigido por Asif Kapadia, o longa trará a intimidade da cantora de forma jamais mostrada por tabloide algum. Um híbrido de vídeos caseiros, imagens de arquivo e gravações de suas performances ao vivo, que resgatam as memórias (que jamais queremos perder) a respeito de seu talento devastador.

    O filme reforça a ideia de que Amy era gente como a gente. Muito mais frágil que sua voz, muito mais low profile do que a mídia permitiu. Sua reação chocante e incrédula ao ganhar o Grammy, o sorriso nervoso e o constante olhar para resgatar o antigo em novas formas de moda nos questionam as razões dos fatos.

    A relação tão criativa quanto destrutiva de Amy com o ex-namorado, Blake, assim como sua entrega às drogas diante do caos afetivo também estão lá. Para acelerar a ansiedade, o filme foi avaliado com destaque pelos mais renomados críticos durante sua estreia em Cannes na última semana.

    E como a palavra “polêmica” nunca se afastou de seu nome, o conflito veio da própria família, que percebeu o projeto como uma “fraude desequilibrada”. Reg Traviss, ex-noivo de Amy, criticou as imagens, definindo como “nada além de um giro no que já foi visto”. Mas é bem verdade que o posicionamento de quem sempre foi visto em segundo plano já era mais do que esperado.

    Enquanto o dia 3 de julho não dá as caras, exibindo tanta densidade nos cinemas, a gente se consola e transborda saudades com trailer que ilustra este post.

    20/05/2015_10:00

    por CLEO SANTIAGO

    Falar que os acessórios são essenciais para compôr um look cheio de atitude já virou clichê. Afinal, quem fashionisticamente bem intencionado resiste a bons complementos ao outfit?

    Por isso — e sem mais delongas —, segue aqui uma seleção da Sala ELLUS com os hot-accessories da temporada.

    1) O ar utilitário conquistou espaço. Apresentamos uma nova mochila, que adere à tendência militarista do inverno 2015 e e ainda com pelos sintéticos em tons terrosos, que são umas das apostas da ELLUS.

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    2) A clássica baú ganhou algumas releituras neste inverno. Atenção extraordinária para a data de criação da ELLUS em alto relevo. Nós amamos a versão vermelha. Statement piece desde já.

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    3) A bolsa tiracolo se torna ainda mais cool com as tachas que fazem parte do nosso DNA. Em tom de ferrugem, a bolsa ganha ainda mais personalidade graças ao gigantismo das quatro ferragens aplicadas na alça. O tamanho é médio: perfeito para levar o essencial.

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    4) E o que seria desta lista se não fosse uma shopping bag? A sacola de compras aqui é formada por linhas retas e faz a felicidade de quem é afeito ao normcore. Além do básico preto, também existem as opções em pink e vermelho.

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    11/05/2015_10:00

    por MILENA COPPI

    Mais uma vez o Centro Cultural Banco do Brasil trás para o País a exposição de um pintor modernista espanhol. A primeira, sobre o surrealista Salvador Dalí, levou 978 mil pessoas à unidade do Rio, entre maio e setembro. Agora, é a vez do cubista Pablo Picasso invadir as galerias do CCBB-SP e Rio.

    Intitulada “Picasso e a modernidade espanhola”, a exposição trás cerca de 90 obras antes só vistas no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri. É uma boa oportunidade para os brasileiros, que são fãs do pintor, mergulharem no universo do espanhol que dedicou sua carreira a retratar mulheres — na maioria das vezes, suas esposas e amantes (e, coincidentemente, todas francesas!).

    Quadros icônicos como “Cabeça de mulher” (1910) e “Retrato de Dora Maar” (1939) são algumas das obras que representam a fixação do pintor pelo universo feminino. Esse aspecto, aliás, levou diversos críticos a dividirem sua carreira em fases com os nomes de suas mulheres – “era Fernande”, “fase Marie-Thérèse”, “período Dora Maar”, entre outras. “O Pintor e a Modelo” (1963), também exposta durante a mostra, é outra obra em que o pintor explora sua visão particular, e muito original, de representar o corpo feminino.

    Picasso, no entanto, não era um pintor de uma obra só. Dono de um talento nato para as artes — que sem dúvida herdara do pai, o também artista José Ruiz Blasco —, o pintor mudou seu estilo de pintura diversas vezes na vida. Em suas obras é possível perceber a transição: de sua fase azul, conhecida por pinturas com personagens tristes, usando apenas tons de azul, à fase rosa, quando conheceu sua mulher Fernande Olivier e passou a retratar temas alegres.

    Esta fase, no entanto, não durou muito tempo. Logo, Picasso retornaria a tons mais sombrios, buscando influências em esculturas africanas que serviram de estímulo para buscar novas formas de mostrar e interpretar a realidade.

    Este foi o pontapé para que, juntamente com o pintor francês Georges Braque, criasse o cubismo, considerado um dos movimentos mais importantes da história da arte moderna. Estudos e esboços de “Guernica”, uma das obras mais importantes dessa fase, estarão em cartaz na exposição que trás também criações de 35 outros artistas espanhóis. Entre eles, Salvador Dalí, seu ex mestre, e seu amigo Joan Miró.

    “Picasso e a modernidade espanhola”, fica em cartaz até 8 de junho no CCBB-SP, quando desembarca na sede do Rio, e permanece de 24 de junho a 7 de setembro.

    04/05/2015_10:00

    por CLEO SANTIAGO

    Toda a irreverência de Alice Cooper, misturado com o carisma de Johnny Depp e a experiência de Joe Perry — principal guitarrista do Aerosmith—, aliado ao inegável talento dos três músicos não podia dar em outra coisa.

    Você já deve saber que estamos falando do fenômeno Hollywood Vampires, banda que ainda nem lançou o seu primeiro álbum, mas já está com presença confirmada para tocar no Rock in Rio Brasil, no dia 24 de setembro, na mesma noite de Queens of the Stone Age e System Of a Down.

    Percebeu que dissemos “ainda” ali em cima? É que a superbanda declarou que, na realidade, já tem um álbum inteiro gravado e mixado, totalmente pronto para ser lançado. Em entrevista à revista americana Billboard, Alice Cooper alegrou os fãs afirmando que o trabalho de estreia estará disponível para o público em breve, apesar de não ter confirmado nenhuma data específica para o acontecimento.

    O disco, explicou Cooper, será praticamente inteiro de covers de clássicos do rock e contará com participações pra lá de especiais: estão confirmados nomes como os de Dave Grohl (Foo Fighters), Brian Johnson (AC/DC) e Paul McCartney. Além disso, o músico deixou escapar que este trabalho será uma clara homenagem ao cenário do rock americano dos anos 1970.

    Óbvio que também estamos a espera de um trabalho inédito produzido pela banda e a novidade ficou por conta de uma faixa composta por Alice Cooper em parceria com Johnny Depp e Bob Ezrin (produtor estrelado de álbuns de Cooper, Pink Floyd, entre outros).

    A canção se chama “All my dead drunk friends” e, bem, sua homenagem é autoexplicativa, certo?

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