• 02/11/2016_09:00

    A artista Gabriella Garcia, filha da atriz Isabela Garcia, respondeu algumas perguntas sobre seus projetos de colagem. O COLLA GG, que está no instagram como @collagg, apresenta várias de suas colagens e coisas interessantes da sua vida artística.

    Sua última e, atual, exposição é a “Equilíbrio do Caos” fazendo também projetos fantásticos e introspectivos com materiais variados. Abaixo ela fala um pouco sobre sua arte e seu processo de criação.

    Por que você escolheu a colagem como forma de expressão artística?

    Grabriella Garcia: Estava buscando algo em que pudesse me expressar e essa era minha maior necessidade. Como tinha muito material para reaproveitar comecei a me dedicar diariamente a prática. Sempre tive muito gosto pela desconstrução e isso fez com que a colagem se tornasse minha expressão principal e consequentemente tomar grande parte da minha vida.

    Você busca inspirações no movimento dadaísta. O que te fascina nele?

    GG: Gosto por seu conceito ser exatamente o inverso da arte clássica, remete a estética irreal com contexto político, ativo e revolucionário. Acho o Dadaísmo uma vertente muito importante pra história da arte e para estar presente atualmente como forma de expressão com teor impositivo, o que é uma necessidade pra mim como artista.

    Através da colagem, você consegue expressar a desconstrução, criando novas formas. Como funciona este processo para você?

    GG: É um grande desafio dar um novo significado e uma nova proporção a imagens, porém é uma das técnicas que mais tenho prazer e facilidade em exercer. Meu principio de composição de uma nova imagem vem a partir de forma, cor e perspectiva e percebo que esses três aspectos sempre estiveram presentes em minha vida.

    A exposição “O Equilíbrio do Caos” está em exibição até dia 26 de Novembro na Galeria Recorte (Augusta 829) em São Paulo.

    28/10/2016_09:00

    Cáqui, caqui, kaki ou khaki? Existem algumas formas de grafar a palavra que nomeia essa cor linda, neutra e totalmente em evidência para a próxima estação. Depois de surgir lá na Pérsia, o kaki vestiu muitos exércitos até cair nas graças no mundo fashion e, agora, desponta no verão por essas bandas de cá.

    Se você deu uma olhadela na nossa nova coleção, percebeu que os tons terrosos continuam em alta por aqui. No inverno, tivemos a invasão do tabaco, que foi sucesso total. E agora, elegemos o kaki para vestir nossas mulheres e deixá-las mais belas. Kaki é belo, é light, é chique e é ELLUS. Separamos alguns highlights da nossa Online Store para ilustrar esse post. Confira aqui embaixo. Clique aqui para comprar essa calça na Online Store Clique aqui para comprar essa blusa na Online Store Clique aqui para comprar essa bermuda na Online store

    26/10/2016_09:00

    Christa Päffgen foi uma cantora, compositora, modelo e atriz. Ficou conhecida pelo pseudônimo Nico. A alcunha lhe foi dada por ninguém menos do que o mestre da pop art, Andy Warhol, e é um anagrama da palavra ICON (ícone, em inglês). A musa dos anos 1960 e 70, que fez uma breve participação no álbum de estreia de 1967 do Velvet Underground, ganhará uma cinebiografia.

    Com direção da cineasta italiana Susanna Nicchiarelli, “Nico, 1988”  irá explorar a vida turbulenta e a carreira da alemã, após ter conquistado certa fama nos anos 1960 como uma das superstars da Factory de Warhol e por atuar em filmes como La Dolce Vita, do celebrado diretor Federico Fellini.

    O filme se passará em 1987, um ano antes da morte da cantora. Com 48 anos na época ela, que será interpretada pela atriz holandesa Trine Dyrholm, amargurava o vício de longa-data em heroína enquanto realizava uma turnê solo pela Europa. Apoiada pelo novo empresário e pelo filho, a intérprete e compositora busca ficar “limpa” de todas as maneiras à medida que a viagem acontece.

    O roteiro do longa-metragem foi todo baseado em entrevistas com Ari (filho da cantora), Nico e Alan Wise (empresário dela em 1987). “Todo o filme foi construído em cima das inspirações de Nico: as apresentações ao vivo e as letras das canções dela”, declarou a diretora em entrevista à Rolling Stone americana. “Isso diz mais do que qualquer outro diálogo ou situação dentro do filme.” A data de lançamento do “Nico, 1988” não foi divulgada.

    21/10/2016_09:00
    A bomber jacket, ou jaqueta aviador, foi criada para proteger-nos do vento e manter os primeiros pilotos militares aquecidos. Em 1917, a Força Aérea Americana adotou a peça como uniforme e o modelo foi batizado como bomber. Alguns anos depois, em 1930, a pioneira em aviões, Amelia Earhart, começou a usar a peça, que até então era totalmente masculina. 

    Hoje, a jaqueta bomber é adotada por todas as tribos,  sendo sinônimo de estilo. Na nova coleção de verão 2o17, a ela ganhou estampas florais hi tech, conferindo frescor ao modelo. Toda mulher sabe como é bom estar prevenida para os dias mais frescos da estação, ou mesmo aquela viagem ao Hemisfério Norte, sem perder o estilo.  Clique aqui embaixo e delicie-se com a nossa criação.

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    19/10/2016_09:00

    O cantor e compositor americano Bob Dylan foi anunciado, na última quinta-feira (13), o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2016. A escolha foi divulgada num evento em Estocolmo, na Suécia. A opção por um músico, e não por um escritor de ofício, soou bastante incomum e causou imensa polêmica sobre os motivos de tal escolha.

    Alguns  questionaram se um prêmio de literatura deveria ser dado a um cantor. Outros, indo ainda mais fundo, indagaram se trabalho do cantor se encaixa como literatura.  Mas o fato é que o nome de Dylan já vinha sendo cotado havia bastante tempo. Também poeta, e com diversos livros lançados, o artista é aclamado sobretudo pelo lirismo de suas letras. Desta vez, no entanto, ele não figurava entre os favoritos.

    A academia declarou que “Dylan tem o status de um ícone” e que “sua influência na música contemporânea é profunda”. “Ele é provavelmente o maior poeta vivo”, afirmou Per Wastberg, um dos membros da instituição responsável pela premiação.

    Tanto na música como na literatura, Bob Dylan foi fortemente influenciado pela geração beatnik (grupo de norte-americanos, principalmente escritores e poetas, que se tornaram conhecidos no final da década de 1950 e no começo da década de 1960) e pelos poetas modernos americanos. Enquanto artista, foi altamente versátil e trabalhou como pintor, ator e autor de roteiros.

    O primeiro livro lançado por Dylan, sem ser uma coletânea de suas letras, foi o volume de poesias experimentais “Tarantula”, de 1971. Dois anos depois, era lançado “Writings and drawings”, com textos e desenhos. Ele é autor ainda do best-seller  autobiográfico “Chronicles: Vol. One.”,de 2004. A ideia inicial era de que a autobiografia teria ainda outras duas partes, que não chegaram a ser editadas.

    No Brasil, foram traduzidos os seguintes títulos: “Tarântula”, publicado em 1986 pela editora Brasiliense; “Crônicas – Vol.1″, publicado em 2005 pela Planeta; “Forever young”, publicado em 2009 pela Martins Fontes; e “O homem deu nome a todos os bichos”, publicado em 2012 pela Nossa Cultura. Veja abaixo o vídeo de “Like a rolling stone”.

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