• 05/12/2014_00:24

    Dia desses, lendo o noticiário de economia, me surpreendi com uma manchete: segundo um órgão importante, paulistanos vão desembolsar R$ 519 a mais do que gastaram em dezembro do ano passado comprando presentes de Natal.  

    E o foco está nos produtos de moda.

    Prova disto é a vitrine de boas entradas que começamos a montar nas lojas de todo Brasil. Nos pés do guarda-roupa do homem  ELLUS (devidamente ocupado por camisas de algodão nas cores suaves do nascer do sol da Joatinga, praia carioca que serviu de cenário para a nossa já icônica campanha com Cauã Reymond), caixas de presente que mais parecem malas de viagem.

    Dentro, itens essenciais para encarar o alto-verão, como o dock side em couro sintético azul, chinelos de borracha com a festejada estampa Flag e polos aquareladas.

    Ficou com vontade de ter tudo já? Este post está recheado de links que vão fazer a sua alegria. Mas se você não abre mão de ver tudo de perto, clique aqui para ver onde fica a ELLUS mais perto de você.

    Mulheres, não fiquem tristes: neste outro link tem uma seleção especial de boas compras para vocês também! Best wishes for all.

    01/12/2014_23:55

    por IGOR FIDALGO

    Não pode ser coincidência. No ano em que “Dark side of the moon”, álbum do Pink Floyd que vendeu 50 milhões de cópias (atrás somente de “Thriller”, de Michael Jackson), completa quatro décadas, Facundo Guerra anuncia que o icônico disco será reproduzido no último Cinesthesia de 2014. O projeto, que pretende restaurar a aura da era de ouro das salas de cinema com a exibição estendida de filmes históricos no Cine Jóia, estreou em 9 de novembro. No début, uma noite arrepiante: as versões originais de “O massacre da serra elétrica” (1973) e “O exorcista” (1973) foram exibidas na casa de shows, com show da banda Zumbis do Espaço entre um filme e outro, e projeções 3D de videmapping. 

    Para a sessão que acontece no próximo dia 14, Facundo preparou um encerramento de classe: “O mágico de Oz” (1939) será sincronizado com as músicas do lendário álbum da banda de rock progressivo, lançado em 1974. Para deixar a experiência ainda mais viva, as canções serão tocadas ao vivo, pela banda Pink Floyd Cover SP.

    Nas redes sociais, muito tem sido comentado sobre a sessão “The Moon of Oz”, que começa às 19h e o ingresso de R$ 30 (já esgotado) ainda dá direito a uma cerveja. Facundo Guerra cogita montar uma sessão de matinê para os filhos dos fanáticos pelo filme e pelo disco: “Ninguém entende mais de lisergia e psicodelia do que as crianças. Estou errado?”, perguntou o empresário, dia desses, no seu Facebook.

    Pesquisando sobre a misteriosa coincidência que une as duas obras, encontrei um texto do colunista Ricardo Setti no site da revista Veja. Ele aponta as melhores passagens da espetacular sincronia entre “O mágico de Oz” e “Dark side of the moon”. Abaixo, a lista montada pelo jornalista.

    04’23”: Queda de Dorothy no chiqueiro coincide com o tenso começo de “On the Run”.

    08’14”: O barato da sonhadora Dorothy, que canta “Over the rainbow”, é cortado com os despertadores de “Time” e a chegada da “bruxa” no Kansas.

    16’06”: O auge da jam session vocal “The great gig in the sky” embala o início do furacão.

    19’44”: O filme fica colorido exatamente no começo de “Money”. Haja ironia!

    37’22”: O Espantalho doidão dança ao som de “Brain damage” (“o lunático está no gramado”, diz a letra, sendo que também pode significar “o lunático está chapado”).

    No vídeo acima, você pode sentir um pouco do que vai rolar no Cinesthesia. Embora “Dark side of the moon” tenha 42 minutos e 30 segundos, e “O mágico de Oz” dure 1 hora e 41 minutos, o estudioso da mística que publicou esta versão acredita que a sincronia entre música e filme continua se o álbum for tocado em loop.

    Embora o Pink Floyd não confirme a teoria, há quem diga que Nick Mason, David Gilmour, Roger Waters e Rick Wright compuseram o disco com uma milimétrica obediência às cenas da produção hollywoodiana de Victor Flemming.

    E você: acha que isso tudo é coincidência?

    27/11/2014_20:19

    por CLÉO SANTIAGO

    O fim de semana está chegando e a Sala Ellus separou uma lista com o que você simplesmente não pode perder se estiver nas cidades de Rio de Janeiro ou São Paulo. Vem ver:

    No Rio de Janeiro…

     

    Festival Multiplicidade –  Rola até dia 29 a 10′ edição do festival que ocupa com arte e tecnologia todo o espaço da Escola de Artes Visuais Parque Lage e da Fundação Planetário. O evento contará com mesas redondas, exposições e manifestações artísticas imperdíveis. Destaque, nesta sexta, para a festa comandada pelos franceses Dj Set e DJ Da Cat, a partir de 23h.

    Wobble, na Cave – Na sua última edição do ano, a festa Wobble, que toca dubstep e trap, trará o Dj e produtor canadense Lunice. Não perca: neste sábado, dia 29/11, a partir de 23h na Cave, boate subterrânea escondida na rua Francisco Otaviano, 20, em Copacabana.

    Em São Paulo…

    Open Beco, na Beco 203 - Sábado é dia de encerrar o mês e começar a comemorar as festas de fim de ano e as férias de verão. Uma festa open bar é o que precisamos: a Open Beco vai tocar bastante indie e rock, neste sábado, dia 29/11.

    Alberta #3 – A casa, que toca rock, soul, jazz e eletro, acabou de reabrir e você precisa dar uma passada por lá. O nome da boate subterrânea é uma homenagem a Bob Dylan, que lançou em 1970 duas canções chamadas “Alberta #1” e “Alberta #2”. Endereço certo!

    E aí, qual balada que você não pode perder?

    26/11/2014_17:00

    Debbie Harry ganhou um livro para contar todas as suas histórias, e não foram poucas. Como boa roqueira, a líder do Blondie viveu bem, e as imagens de “Negative: Me, Blondie, and the advent of Punk” mostram isso. Chris Stein, seu ex-namorado e companheiro de banda, é quem assina texto e fotos.

    Debbie conheceu Chris quando cantava no grupo The Stilettos. Viu Chris na plateia e, pronto, tudo começou. Os dois fizeram muita coisa boa juntos, músicas como “Call me” e “Atomic”. E, agora, o livro mostra a intimidade do casal, a punk Debbie cozinhando entre outras cenas de bastidores.

    David Bowie, David Byrne também aparecem na publicação, assim como vários nomes da música, mas são de Debbie as melhores imagens: a cumplicidade entre fotógrafo e fotografada é única. Fora toda a trajetória punk.

    As fotos ganharam exposição em Londres este mês, na Somerset House, mas o livro por si só vale a pena, é uma viagem. Pra apreciar ouvindo Blondie.

     

    25/11/2014_13:42

    O cinza é considerado o novo preto, o tom neutro da vez. É o normcore: a cor permite brincar com os detalhes da roupa e com os acessórios, dando espaço para a imaginação

     

    O normcore trouxe a volta aos básicos, mas básicos reinventados: texturas aconchegantes que abraçam a pele, modelagens confortáveis e descomplicadas.

    O estilo vai do dia à noite. A sandália de couro arremata o look. Com salto blocker, o sapato traz o conforto combinado ao toque rocker característico das produções da ELLUS. Os  recortes a laser deixam o couro com aparência leve, pronto para o verão.

     

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