• 16/01/2015_16:50

    por ISA TENÓRIO

    Sol, calor, verão e… cerveja. A terceira bebida mais consumida do mundo só perde para a água e o chá e é uma das favoritas dos brasileiros: cada habitante do nosso País consome, em média, 47,6 litros por ano.

    Mas algo está mudando no hábito dos brasileiros. A boa e velha Pilsen (cerveja de sabor delicado, leve, de baixo teor alcoólico) é encontrada em bares e restaurantes de qualquer cidade brasileira. Diante das 120 variações de tipos disponíveis no mundo todo, montamos uma lista com sete sabores artesanais produzidas no Brasil.

    AÇAÍ STOUT

    Eleita A Cerveja de 2014 segundo o Festival de Cerveja de Blumenau, é de origem amazônica e tem notas de café, caramelo, chocolate e malte torrado. É escura e tem um delicioso toque da fruta típica da região em que é produzida, o açaí.

    ONDE BEBER: Em São Paulo, no Beer Legends (Rua Mourato Coelho, 1112 – Pinheiros).

    BAMBERG RAUCHBIER

    Original da cidade paulista de Votorantim, leva madeira das florestas locais no processo de defumagem do malte. Por isso, o marcante amargor do lúpulo aparece na receita, que tem textura seca.

    ONDE BEBER: Em São Paulo, no Oliver The Bruer (Rua Girassol, 825 – Vila Madalena).

    BODEBROWN WEE HEAVY

    Premiada pelo Mondial de la Bièrre, no Canadá, a cerveja curitibana tem teor alcoólico de 8% e sabor levemente adocicado. É perfeita para ser harmonizada com carne defumada, salmão e queijos Brie, Gouda, Havarti e Suíço.

    ONDE BEBER: No Rio de Janeiro, no Benditho Bar (Rua Baltazar Lisboa, 47 – Tijuca).

    REAL PILSEN

    A cerveja com aroma e sabor adocicado é perfeita para uma tarde leve com os amigos, pois, segundo degustadores profissionais, combina com sushi e peixes grelhados.

    ONDE BEBER: Em São Paulo, no Delirum Café (Rua Ferreira Araújo, 589 – Pinheiros).

    SESSION CINTRA

    “Uma cerveja que deve ser bebida em quantidade”. Esta é a proposta da cervejaria mineira Wäls, que produz a Citra. A quantidade do slogan é sugerida devido à taxa de 3,9% de álcool.

    ONDE BEBER: No Rio, no Pub Escondido CA (Rua Aires Saldanha, 98 – Copacabana).

    SESSION IPA NEMA

    Primeiro veio o blog Beer-Based Life. Não demorou para os cervejeiros Eduardo Diehl, João Gabriel Reis e João Felipe Rocha (que atendem pela alcunha de 3Cariocas) criarem o seu próprio rótulo, que é produzido na Cervejaria de Allegra. Refrescante, a Ipa Nema vem, segundo eles, com ‘drinkability’.

    ONDE BEBER: No Rio, no Brewteco (Rua Dias Ferreira, 420 – Leblon).

    WAY AMERICAN INDIA PALE ALE

    Feita com uma grande quantidade de lúpulos americanos, combinados com aroma de estrato herbal, esta cerveja paranaense tem uma natureza cítrica. Quem já bebeu, garante: frescor e leveza do início ao fim.

    ONDE BEBER: Em São Paulo, no Mr. Beer (Rua Relíquia, 383 – Jardim das Laranjeiras).

    09/01/2015_21:14

    por ISA TENÓRIO

    Circulando pelo Instagram, é possível que você já tenha visto imagens de pessoas desafiando a gravidade, saltando em caixotes ou virando pneus de caminhões. Nós, da Sala ELLUS, que somos fãs do estilo navy-urbano do blogueiro novaiorquino Nathan McCallum, vivíamos intrigados com os vídeos que ele posta no seu perfil.

    Adepto do cross fit, modalidade que mistura ginástica olímpica, levantamento de peso e exercícios aeróbicos de alta intensidade, o autor do Bangarang Blog nos inspirou a investigar mais o esporte que tem feito a cabeça (e o corpo) de quem gosta de experiências vigorosas.

    Descobrimos o CrossFit Posto 9, uma das referências sobre a prática no Brasil, instalado em um galpão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Fomos lá entender porque o crossfit é o assunto do verão.

    Logo na entrada, vi pessoas correndo ao redor do ginásio, como exercício de aquecimento. Ao entrar, surpresa total: bem diferente de uma academia convencional, não haviam aparelhos e sequer espelhos. Caixotes, argolas e bolas de peso decoravam o espaço.

    Fui recebida pelo proprietário da CFP9, Marcos Viana, que foi logo me explicando que o crossfit, embora esteja presente em 10 mil lugares do mundo, foi criado pelos treinadores Greg Glassman e Lauren Jenai em 2000, nos Estados Unidos. Chegou ao Brasil nove anos depois, por meio do professor de Educação Física, Joel Fridman. Hoje, são mais de 267 pontos credenciados a usar o nome da modalidade (que é uma marca) no País.

    As aulas duram em média uma hora e se dividem em quatro etapas: aquecimento, treino de habilidade e forca, WOD (exercício principal) e alongamento. Podendo render 5 ou 20 minutos, o exercício do dia (a sigla vem de “workout of the day”) prevê a realização de uma sequência de movimentos no menor tempo possível. Tipo: 150 flexões, 100 agachamentos e 50 abdominais (!!!), o mais rápido possível. 

    — O crossfit cuida do corpo e da mente. O corpo é trabalhado o tempo todo de formas imprevisíveis e desconhecidas. Não tem essa coisa de “hoje é perna; amanhã é ombro”. Todo treino estimula do dedão do pé ao fio de cabelo — decifra Marcos Viana, que coatua como coach do CFP9. — A mente é trabalhada pela superação diária de limites. Minha irmã quando começou a praticar, não conseguia fazer uma barra. Acreditou e treinou: hoje em dia, faz 20 seguidas, tranquilamente.

    Notei que a principal diferença entre um ginásio de crossfit e uma academia de musculação não é a falta de espelhos (#brinks), e sim a continuidade. Mas alimentação importa muito neste processo. Viana, que indica as dietas Zona e Paleolítica para os seus alunos, diferencia uma da outra.

    — Na Zona, você alimenta apenas a massa magra do seu corpo. O seu prato deve ter blocos de carboidrato, de proteína e de gordura, mas esta dieta é muito punitiva, porque tudo deve ser pesado. Não é nada prática. Já a Paleo dita que você não coma nada processado, só o que está disponível na natureza: carnes, verduras e frutas.

    No Insta do CFP9, é possível conferir fotos impressionantes de “antes” e “depois” dos praticantes. O que comprova que ainda dá tempo para ficar com o corpo em dia para o projeto verão 2015. Vamos lá?

    07/01/2015_15:00

    por IGOR FIDALGO

    Há um ingrediente intrigante nas esculturas do artista plástico Ron Mueck, cuja exposição com seus mais recentes trabalhos pode ser conferida até 22 de fevereiro na Pinacoteca de São Paulo. O ponto aqui não é minúcia dedicada pelo australiano para atingir a textura hiperrealista da pele humana em figuras que, se não estivessem em escalas subvertidas, poderiam passar por pessoas de carne e osso.

    Há algo de enigmático no olhar e na expressão das nove obras que ocupam o museu paulistano — cujas imagens ilustram este post. Algo além daquela sensação de que estamos sendo observados.

    É como se o escultor tivesse congelado pessoas reais em momentos decisivos de suas vidas e a alteração de escala entra para aferir sentimento de memória. Em entrevista ao jornal O Globo, a curadora de “Ron Mueck” explica que todos detalhes da maior obra da exposição (“Couple under a umbrella”, com três metros de altura) “falam sobre ficar velho, sobre estar junto, sobre ser pequeno”:

    — Quando se é criança, as pessoas mais velhas parecem maiores do que são. Ao ver a escultura, recupera-se algo dessa sensação — declarou à jornalista Nani Rubin.

    Para conseguir a textura sensível de pele, Mueck começa esculpindo em argila, depois cria moldes e passa a cobrir suas obras com camadas de silicone pigmentado para atingir a elasticidade mais próxima da realidade. Esta técnica está documentada no vídeo de quase uma hora “Still life: Ron Mueck at work”, que ocupa uma das salas da exposição e merece ser assistido. O silêncio da filmagem é proposital e pode ser usado como equiparação à concentração do artista para executar seus processos.

    Segundo o repórter de arte da Folha, Silas Martí, algumas criações do artista chegam a levar 30 mil fios de cabelo. Que, pasmem, são implantados um a um.

    É o caso de “Woman with shopping”, que congela o momento que uma mulher de olhar absorto, cujas mãos estão ocupadas carregando sacolas de supermercado, fita algo que lhe chama mais atenção do que o bebê que a observa por dentro de seu sobretudo. Os olhos inflamados insinuam que ela chorou e a pele ruborizada na região das maçãs e do nariz, combinada ao código do bebê salvaguardado no casaco, indicam que o clima está úmido, possivelmente chuvoso.

    Esta subjetivação, no entanto, é corroborada pelo tamanho da obra: produzida com 1,13 metro de altura, a mulher e seu filho, embora tenham rugas e dobras sutilmente reais, são observadas de cima pelos expectadores. Difícil não se hipnotizar com todos os sentimentos que a obra imprime.

    “Still life” é a escultura que você já deve ter visto muito na timeline de redes sociais. Na temporada carioca, o frango pendurado em um gancho, recém-depenado, serviu de fundo para selfies.

    Ron Mueck trabalhava com ficção científica para o cinema e criando publicidades. Há pouco mais de 20 anos, começou a migrar para as artes visuais. Por isso, só produziu 47 obras.

    Assistido por 200 mil pessoas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, “Ron Mueck” também atraiu multidões em Paris e em Buenos Aires. Na abertura em São Paulo, recebeu mais de 2 mil.

    Neste link, você fica por dentro da programação de férias montada pela Pinacoteca de São Paulo para o mês de janeiro. Já clicando aqui, você tem um aperitivo das obras do artista australiano filmadas pela TV Folha.

    06/01/2015_19:52

    por ISA TENÓRIO

    Quem não se lembra do impacto que o álbum visual de Beyoncé gerou em dezembro de 2013? Rewinding: sem qualquer publicidade, o disco de 14 faixas foi disponibilizado para venda no iTunes na madrugada no dia 13, junto à divulgação de 16 videoclipes no YouTube.

    A estratégia de confidencialidade deste álbum, inclusive, chamou muita atenção da mídia especializada, já que nenhum segundo de qualquer faixa vazou antes do lançamento oficial — ao contrário do que vive acontecendo com Madonna, vide a divulgação extraoficial de 13 demos de “Rebel heart” há menos de um mês.

    Se a sua memória ficou em 2014, é só clicar nestes links e conferir os vídeos dirigidos por Terry Richardson, Jake NavaHype Williams para Queen B. Além das características coreografias, da habitual sensualidade e do poderoso carão de Beyoncé, os vídeos ainda traziam registros de suas andanças por cidades como Nova York, Paris e Bahia.

    No final de 2014, entretanto, Bey fez a felicidade de seus fãs mais uma vez: reeditou o álbum “Beyoncé” e o relançou em uma edição de luxo. Além do CD original, “Beyoncé Platinum Edition Box Set” vem com um disco extra que incluí as inéditas “Ring off” e ”7/11″ e quatro remixes com as participações de Jay Z, Kanye West e Nicki Minaj. O duo com a rapper merece destaque: “Flawless” foi eleita a Melhor Música do Ano pela revista Times.

    Além do DVD de videoclipes, o novo box traz o show ao vivo da turnê “On the run” com livreto de fotos. Como se não fosse suficiente, um minicalendário 2015 foi incluído no pacote, para que os fãs de Beyoncé passem o ano inteiro com ela (#oba).

    Os cliques foram feitos por fotógrafos que a ELLUS ama, como Santiago & Mauricio, Nick Farrell e Robin Harper.

    05/01/2015_10:00

    Não vamos falar aqui do grupo brasileiro que foi hype dos anos 1980 e cujas trilhas sonoras de novela teimam em não sair da nossa cabeça. Mas hoje é o dia que 2015 oficialmente começa e, como de costume, todo o site da ELLUS entrou em SALE. Por isso, fazemos o convite: que tal renovar o closet com muita roupa nova?

    Os produtos não sofreram um abatimento simples: estamos com uma campanha de descontos progressivos no ar! Isto quer dizer que se você comprar duas peças, ganha 20%; três, 30%; quatro, 40%; a partir de cinco, o desconto é de 50%.

    Em maio do ano passado, a ELLUS desfilou na São Paulo Fashion Week uma coleção de jeans lavados cuja estrela foi o top galã Cauã Reymond. Logo depois, lançamos a terceira edição do Jornal ELLUS, onde, em editoriais de moda pra lá de desejáveis (um deles estrelado pela musa Lea T.), apresentamos os principais itens do nosso coleção.

    A nossa SALE de verão é uma oportunidade e tanto de adquirir t-shirts atemporais, como a festejada linha Rock Tees (clique aqui para ver uma seleção das melhores peças) e a nossa afetuosa parceria com a Disney (clique aqui para ver quais itens temos disponíveis). É a chance também de levar para a sua vida roupas que transportam o conceito de passarela para o dia a dia (como qualquer peça decorada com a estampa Flag, um dos nosso ícones desta estação).

    Se você chegou até essa linha do texto, não se reprima: navegue já pela nossa Online Store.

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