• 18/11/2016_09:00

    POR GUSTAVO GARCIA

    Essa semana a música perdeu um dos mais romântico de seus integrantes. O cantor, compositor e poeta Leonard Cohen morreu aos 82 anos. Não foi divulgada nenhuma causa da morte mas, há algum tempo,  ele vinha apresentando problemas de saúde. A notícia foi dada por sua gravadora Sony Music Canada.

    “É com profundo pesar que informamos que o lendário poeta, compositor e artista Leonard Cohen faleceu. Perdemos um dos visionários mais reverenciados e prolíficos da música”, dizia a nota. Um memorial vai acontecer em Los Angeles em alguma data não divulgada.  A família pediu privacidade durante o luto.

    Leonard andou falando em despedida, inclusive abordou o assunto  de “se preparar para a morte” em um texto para o The New Yorker, divulgado antes do lançamento de seu último disco,  ”You want it darker”, em outubro. Para muitos artistas, Cohen foi o maior compositor de todos e muitos deles homenagearam o artista em seus perfis nas redes sociais. Nick Cave escreveu numa postagem no Facebook: “Absolutamente único e impossível de imitar, não importa quanto você tente. Sua perda será profundamente sentida por muitos.”

    No começo do ano, Cohen chegou aos jornais com uma nota pessoal direcionada para sua musa e grande amiga, Marianne Ihlen, dias antes da morte dela. “Bom, Marianne, chegou um tempo em que nossos corpos estão muito velhos e desmoronando, e acho que vou te seguir muito em breve. Saiba que estarei tão próximo que se você esticar sua mão, acho que conseguirá alcançar a minha”. Logo após, em uma outra entrevista, o cantor voltou ao assunto, e disse, em um tom explicativo: “Sempre gostei de dramatizar. Pretendo viver para sempre… Pretendo ficar por aqui até os 120.”.

    16/11/2016_09:00

    Os sapatos são considerados uma paixão nacional. Não é à toa que o Brasil é um dos principais pólos mundiais de fabricação desse produto que é uma fixação de quase todo brasileiro. Seja um clássico, como os escarpins, a sandália de praia ou os modelos mais elaborados, como as plataformas, todos têm espaço no guarda roupa feminino e ocasião certa para uso.

     Um dos hits da estação, a sandália anabela, ganhou versão meia pata com amarração e outra, mais informal, chinelo. Também tem meia pata com tachas, no melhor estilo rocker e ainda uma versão do clássico escarpin envernizado com salto grosso. Confira abaixo e veja sobre o que nós estamos falando.

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    11/11/2016_09:00

    Durante o ano de 2013, meses antes de morrer, o cantor, compositor e ícone dos anos 1970, Lou Reed, esteve nos estúdios Masterdisk, em Manhattan, com os amigos e coprodutores Hal Willner e Rob Santos para trabalhar num projeto que queria fazer havia muito tempo: a remasterização de todo o seu catálogo solo lançado pelas gravadoras RCA e Arista. Ele era um obcecado por áudio e, apesar de estar fisicamente debilitado, ia diariamente ao estúdio. Assim, foi redescobrindo a própria obra.

     “Ele ficava tão alegre ao redescobrir esses discos”, lembra Willner. “Poder estar sentado lá na sala com ele enquanto fazia isso… uau. Sentia-me a pessoa mais sortuda do mundo.” A intenção era relançar esses álbuns, remasterizados, em um box luxuoso contendo 17 discos no terceiro trimestre daquele mesmo ano – só que a saúde de Reed piorou e o projeto foi suspenso.

    Após a morte do cantor, os produtores trabalharam junto com sua esposa, Laurie Anderson, para finalizar o livro que acompanha o box. Com isso, o projeto voltou a ser trabalhado. A obra está repleta de lembranças e fotos raras, incluindo uma que mostra Reed sorrindo e liderando um grupo vocal no show de talentos da escola.

    O resultado de todo essa pesquisa é o recém-lançado “Lou Reed – The RCA & Arista Collection”. O box traz raridades e gravações descartadas, como o Bootleg Series, de Bob Dylan e parece ser a declaração final sobre o artista. A presença de Lou Reed se  foi mas sua música permanece aqui para o mundo e para as futuras gerações.

    09/11/2016_09:00

    Quando o Guns N’ Roses se apresentou no Estádio Monumental de Nuñez, na noite de 17 de julho de 1993, para um público de quase 80 mil fãs argentinos, ninguém poderia imaginar que aquela seria a última vez — durante um longo tempo — que o mundo veria uma das duplas mais icônicas e espetaculares da história do rock and roll. Este foi o último show em que Axl Rose e Slash estiveram juntos.

    Três anos depois, o guitarrista da cartola deixou a banda, durante um período conturbado, com desentendimentos envolvendo ele e o vocalista da banda. Os dois trocaram farpas publicamente e, a cada dia que passava, o sonho de ver a dupla junta no palco novamente ficava mais distante. O mundo nunca soube o que aconteceu e, depois de um tempo, a esperança de ver os parceiros no mesmo palco desapareceu.

    Com o passar do anos, a decadência de Axl  — o único sobrevivente da formação original — ficou notável: ganhou muito peso, perdeu a potência da voz e tentou reformular a banda com alguns bons músicos. Nada funcionou e a impressão que ficou é que o Guns havia se tornado um cover de si mesmo. Foi aí que, meses atrás, durante uma entrevista dada a um jornal europeu, Slash contou que havia feito as pazes com Axl, o que gerou grande rebuliço na rede dando, novamente, esperanças aos fãs sobre o reencontro da banda, com sua formação original.

    E o que parecia apenas um sonho distante, tornou-se realidade. Na segunda-feira, 5 de janeiro de 2016, o festival Coachella confirmou o show do Guns em seu line up. É claro que logo após o primeiro anúncio, pipocaria uma turnê mundial. Afinal, dizem que o Guns’n'Roses seria a última megabanda do planeta.

    Se isso é verdade ou não, não interessa. O que vale aqui é que eles estão chegando ao Brasil para uma série de apresentações [Porto Alegre (8/11); Allianz Parque, em São Paulo (11/11); na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba (15/11); no Rio, Engenhão (18/11); e no Estádio Nacional, em Brasília (20/11)] e nós que temos o rock em nosso DNA, não poderíamos deixar passar em branco.

    04/11/2016_09:00

    O verão já está batendo a nossa porta. Clima quente, hábitos solares voltando à tona e aqueles looks arejados e descontraídos característicos da estação mais alegre do ano. Todo mundo sabe como são as crianças: não param quietas nem um minuto.

    Nós fomos buscar no Pacífico a inspiração necessária para criar nossa última coleção, Digital Wave, e resolvemos transportá-la também para o universo dos pequenos. O resultado foram divertidas peças com as já conhecidas estampas havaianas, além da revisitação dos clássicos da Disney, e ainda algumas peças em parceria com a maravilhosa Ana Strumpf. Nós separamos algumas das mais procuradas em um shopping list totalmente dedicados aos pequenos. Confira abaixo.

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