Sala Ellus http://ellus.com/salaellus A plataforma digital de conteúdo da Ellus. Mon, 26 Jan 2015 18:05:01 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.4.2 ENSAIE OS COVERS QUE O FOO FIGHTERS APRESENTA NA TURNÊ QUE CHEGA A SÃO PAULO AMANHÃ http://ellus.com/salaellus/2015/01/ensaie-os-covers-que-o-foo-fighters-apresenta-na-turne-que-chega-a-sao-paulo-amanha/ http://ellus.com/salaellus/2015/01/ensaie-os-covers-que-o-foo-fighters-apresenta-na-turne-que-chega-a-sao-paulo-amanha/#comments Thu, 22 Jan 2015 14:40:48 +0000 igor http://ellus.com/salaellus/?p=7815 Continue lendo ]]>

por IGOR FIDALGO

Até ontem, o Foo Fighters só tinha se apresentado no Brasil em festivais. Mas com a turnê de “Sonic highway”, álbum mais recente da banda liderada por Dave Grohl, eles fizeram a sua estreia solo no País, com um espetáculo que ebuliu Porto Alegre durante três horas.

Mas quem é fã de FF, já está acostumado com shows longos. Afinal, quem não lembra da lendária apresentação do Lollapalooza de 2012? Se você é um dos esquecidos, relembre assistindo o vídeo abaixo, um achado no YouTube que registra as explosivas 2 horas e meia de performance.

O show em Porto Alegre contou com o mesmo número de canções de 2012 (26), sendo que em “Sonic highway” a banda faz uma série de covers — que, diga-se de passagem, incendiou ainda mais o público de 30 mil pessoas. Para você que estará amanhã no Estádio do Morumbi, montamos um aperitivo histórico: a lista abaixo reúne os clipes originais de músicas de outros ícones do rock que Dave Grohl e cia revisitam nesta turnê.

Em “Cold day in the sun” (música de “In your honor”, de 2006), Dave Grol começa um momentinho jam session e puxa um cover de “Daft Punk is playing in my house”, do LCD Soundsystem.

Em seguida, o baterista Taylor Hawkins toma conta dos vocais e canta “Another one bites the dust”, do Queen.

Depois de um bloco de hits pontuado por “I’ll stick around”, “Monkey wrench” e “Times like these”, o Foo Fighters abre uma série de covers com “Detroit rock city”, do Kiss.

Seguem com “Miss you”, do Rolling Stones (que a ELLUS ama).

Terminam o set de versões com “Under pressure”, mítico dueto de Queen e David Bowie gravado em 1981. Abaixo, o manifesto político que leva a assinatura do antológico diretor de filmes musicais David Millet (vale clicar aqui para checar o currículo do britânico que filmou inúmeros vídeos para Joan Jett, AC/DC, Billy Idol, Erasure e INXS).

Mesmo podendo haver pequenas mudanças, este é o mood do show de amanhã (no Rio de Janeiro, o Foo Fighters se apresenta no domingo; ainda passa por Belo Horizonte na próxima quarta-feira). Para você preparar o coração rock ‘n’ roll, segue o setlist da apresentação de Porto Alegre.

1) “Something from nothing”
2) “The pretender”
3) “Learn to fly”
4) “Breakout”
5) “Arlandria”
6) “Generator”
7) “My hero”
8) “Congregation”
9) “Walk”
10) “Cold day in the sun” (com “Daft Punk is playing at my house” e “Another one bites the dust”)
11) “In the clear”
12) “I’ll stick around”
13) “Monkey wrench”
14) “Skin and bones”
15) “Wheels”
16) “Times like these”
17) “Detroit rock city” (cover)
18) “Miss you” (cover)
19) “Stiff competition” (cover)
20) “Under pressure” (cover)
21) “All my life”
22) “These days”
23) “Rope”
24) “Outside”
25) “Best of you”
26) “Everlong”

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UM DETALHE OU OUTRO SOBRE AS ROCK TEES DA ELLUS http://ellus.com/salaellus/2015/01/um-detalhe-ou-outro-sobre-as-rock-tees-da-ellus/ http://ellus.com/salaellus/2015/01/um-detalhe-ou-outro-sobre-as-rock-tees-da-ellus/#comments Tue, 20 Jan 2015 20:52:58 +0000 igor http://ellus.com/salaellus/?p=7792 Continue lendo ]]> por IGOR FIDALGO

Não é de hoje que a linha Rock Tees é um sucesso de vendas. Alinhadíssima com o que o seu público inquieto e provocativo deseja consumir, a diretora criativa da ELLUS, Adriana Bozon, reedita t-shirts de bandas de rock temporada após temporada.

As estampas são clássicas (capas de discos e imagens icônicas ), mas as camisetas passam por variados processos de beneficiamento. Tudo para que a peça saia da loja com aquele toque podrinho que a gente ama.

Inspirados pelo SALE que colore nossas lojas e que incendeia a nossa Online Store, vamos contar a história por trás das imagens de uma t-shirt de cada banda. Duvidamos que conhecesse todos os detalhes!

TEE ROLLING STONES

O mugshot de Mick Jagger é um statement da cultura rocker. Arriscamos dizer que muitos jovens de alma rebelde (e até outros rock stars, por que não?) devem ter pensado (ou até de fato praticado) em promover algum tipo de delinquência para serem imortalizados nestes retratos marginais.

A foto acima data de 1967, quando Jagger foi preso por porte de entorpecentes. Ele tinha 23 anos quando foi detido na casa do parceiro Keith Richards, que também saiu algemado. Eles dormiram poucas noites na Penitenciária de Brixton, pois logo pagaram fiança e foram libertados.

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TEE RAMONES

A foto da camiseta acima reproduz uma capa alternativa para a coletânea dupla lançada em 1994. Segundo pesquisamos, a perna é mesmo de Joey Ramone.

Disponível também em versão masculina, a tee dos Ramones para as meninas tem as mangas cortadas e um aspecto vintage que faz a peça parecer que já tem anos de estrada. Puro charme.

Clique aqui para comprar a tee dos Romanos na Online Store.

TEE GUNS ‘N’ ROSES

A imagem que se tornou o símbolo do grupo liderado por Axl Rose apareceu pela primeira vez no compacto inglês de “Welcome to the jungle”, lançado no começo de 1988, e que vinha com “Nightrain” e “You’re crazy” (versão acústica). Foi novamente capa de single no final do mesmo ano: vinha “Sweet child o’ mine” em um lado e “It’s so easy” ao vivo no outro.

No antológico “Use you illusion”, de 1991, o print acima foi contracapa e, de tão representativo, ganhou fundo prateado para o “Greatest hits” lançado 14 anos depois.

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OLHA, OLHA, OLHA, OLHA A CERVEJA ARTESANAL http://ellus.com/salaellus/2015/01/olha-olha-olha-olha-a-cerveja-artesanal/ http://ellus.com/salaellus/2015/01/olha-olha-olha-olha-a-cerveja-artesanal/#comments Fri, 16 Jan 2015 18:50:44 +0000 igor http://ellus.com/salaellus/?p=7812 Continue lendo ]]> por ISA TENÓRIO

Sol, calor, verão e… cerveja. A terceira bebida mais consumida do mundo só perde para a água e o chá e é uma das favoritas dos brasileiros: cada habitante do nosso País consome, em média, 47,6 litros por ano.

Mas algo está mudando no hábito dos brasileiros. A boa e velha Pilsen (cerveja de sabor delicado, leve, de baixo teor alcoólico) é encontrada em bares e restaurantes de qualquer cidade brasileira. Diante das 120 variações de tipos disponíveis no mundo todo, montamos uma lista com sete sabores artesanais produzidas no Brasil.

AÇAÍ STOUT

Eleita A Cerveja de 2014 segundo o Festival de Cerveja de Blumenau, é de origem amazônica e tem notas de café, caramelo, chocolate e malte torrado. É escura e tem um delicioso toque da fruta típica da região em que é produzida, o açaí.

ONDE BEBER: Em São Paulo, no Beer Legends (Rua Mourato Coelho, 1112 – Pinheiros).

BAMBERG RAUCHBIER

Original da cidade paulista de Votorantim, leva madeira das florestas locais no processo de defumagem do malte. Por isso, o marcante amargor do lúpulo aparece na receita, que tem textura seca.

ONDE BEBER: Em São Paulo, no Oliver The Bruer (Rua Girassol, 825 – Vila Madalena).

BODEBROWN WEE HEAVY

Premiada pelo Mondial de la Bièrre, no Canadá, a cerveja curitibana tem teor alcoólico de 8% e sabor levemente adocicado. É perfeita para ser harmonizada com carne defumada, salmão e queijos Brie, Gouda, Havarti e Suíço.

ONDE BEBER: No Rio de Janeiro, no Benditho Bar (Rua Baltazar Lisboa, 47 – Tijuca).

REAL PILSEN

A cerveja com aroma e sabor adocicado é perfeita para uma tarde leve com os amigos, pois, segundo degustadores profissionais, combina com sushi e peixes grelhados.

ONDE BEBER: Em São Paulo, no Delirum Café (Rua Ferreira Araújo, 589 – Pinheiros).

SESSION CINTRA

“Uma cerveja que deve ser bebida em quantidade”. Esta é a proposta da cervejaria mineira Wäls, que produz a Citra. A quantidade do slogan é sugerida devido à taxa de 3,9% de álcool.

ONDE BEBER: No Rio, no Pub Escondido CA (Rua Aires Saldanha, 98 – Copacabana).

SESSION IPA NEMA

Primeiro veio o blog Beer-Based Life. Não demorou para os cervejeiros Eduardo Diehl, João Gabriel Reis e João Felipe Rocha (que atendem pela alcunha de 3Cariocas) criarem o seu próprio rótulo, que é produzido na Cervejaria de Allegra. Refrescante, a Ipa Nema vem, segundo eles, com ‘drinkability’.

ONDE BEBER: No Rio, no Brewteco (Rua Dias Ferreira, 420 – Leblon).

WAY AMERICAN INDIA PALE ALE

Feita com uma grande quantidade de lúpulos americanos, combinados com aroma de estrato herbal, esta cerveja paranaense tem uma natureza cítrica. Quem já bebeu, garante: frescor e leveza do início ao fim.

ONDE BEBER: Em São Paulo, no Mr. Beer (Rua Relíquia, 383 – Jardim das Laranjeiras).

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DECIFRAMOS O SEGREDO DO CROSSFIT, TREINO INTENSO QUE É O ASSUNTO DESTE VERÃO http://ellus.com/salaellus/2015/01/deciframos-o-segredo-do-crossfit-treino-intenso-que-e-o-assunto-do-verao/ http://ellus.com/salaellus/2015/01/deciframos-o-segredo-do-crossfit-treino-intenso-que-e-o-assunto-do-verao/#comments Fri, 09 Jan 2015 23:14:52 +0000 isa http://ellus.com/salaellus/?p=7747 Continue lendo ]]> por ISA TENÓRIO

Circulando pelo Instagram, é possível que você já tenha visto imagens de pessoas desafiando a gravidade, saltando em caixotes ou virando pneus de caminhões. Nós, da Sala ELLUS, que somos fãs do estilo navy-urbano do blogueiro novaiorquino Nathan McCallum, vivíamos intrigados com os vídeos que ele posta no seu perfil.

Adepto do cross fit, modalidade que mistura ginástica olímpica, levantamento de peso e exercícios aeróbicos de alta intensidade, o autor do Bangarang Blog nos inspirou a investigar mais o esporte que tem feito a cabeça (e o corpo) de quem gosta de experiências vigorosas.

Descobrimos o CrossFit Posto 9, uma das referências sobre a prática no Brasil, instalado em um galpão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Fomos lá entender porque o crossfit é o assunto do verão.

Logo na entrada, vi pessoas correndo ao redor do ginásio, como exercício de aquecimento. Ao entrar, surpresa total: bem diferente de uma academia convencional, não haviam aparelhos e sequer espelhos. Caixotes, argolas e bolas de peso decoravam o espaço.

Fui recebida pelo proprietário da CFP9, Marcos Viana, que foi logo me explicando que o crossfit, embora esteja presente em 10 mil lugares do mundo, foi criado pelos treinadores Greg Glassman e Lauren Jenai em 2000, nos Estados Unidos. Chegou ao Brasil nove anos depois, por meio do professor de Educação Física, Joel Fridman. Hoje, são mais de 267 pontos credenciados a usar o nome da modalidade (que é uma marca) no País.

As aulas duram em média uma hora e se dividem em quatro etapas: aquecimento, treino de habilidade e forca, WOD (exercício principal) e alongamento. Podendo render 5 ou 20 minutos, o exercício do dia (a sigla vem de “workout of the day”) prevê a realização de uma sequência de movimentos no menor tempo possível. Tipo: 150 flexões, 100 agachamentos e 50 abdominais (!!!), o mais rápido possível. 

— O crossfit cuida do corpo e da mente. O corpo é trabalhado o tempo todo de formas imprevisíveis e desconhecidas. Não tem essa coisa de “hoje é perna; amanhã é ombro”. Todo treino estimula do dedão do pé ao fio de cabelo — decifra Marcos Viana, que coatua como coach do CFP9. — A mente é trabalhada pela superação diária de limites. Minha irmã quando começou a praticar, não conseguia fazer uma barra. Acreditou e treinou: hoje em dia, faz 20 seguidas, tranquilamente.

Notei que a principal diferença entre um ginásio de crossfit e uma academia de musculação não é a falta de espelhos (#brinks), e sim a continuidade. Mas alimentação importa muito neste processo. Viana, que indica as dietas Zona e Paleolítica para os seus alunos, diferencia uma da outra.

— Na Zona, você alimenta apenas a massa magra do seu corpo. O seu prato deve ter blocos de carboidrato, de proteína e de gordura, mas esta dieta é muito punitiva, porque tudo deve ser pesado. Não é nada prática. Já a Paleo dita que você não coma nada processado, só o que está disponível na natureza: carnes, verduras e frutas.

No Insta do CFP9, é possível conferir fotos impressionantes de “antes” e “depois” dos praticantes. O que comprova que ainda dá tempo para ficar com o corpo em dia para o projeto verão 2015. Vamos lá?

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EMOCIONE-SE COM A ARTE HIPERREALISTA DE RON MUECK http://ellus.com/salaellus/2015/01/emocione-se-com-a-arte-hiperrealista-de-ron-mueck/ http://ellus.com/salaellus/2015/01/emocione-se-com-a-arte-hiperrealista-de-ron-mueck/#comments Wed, 07 Jan 2015 17:00:59 +0000 igor http://ellus.com/salaellus/?p=7724 Continue lendo ]]>

por IGOR FIDALGO

Há um ingrediente intrigante nas esculturas do artista plástico Ron Mueck, cuja exposição com seus mais recentes trabalhos pode ser conferida até 22 de fevereiro na Pinacoteca de São Paulo. O ponto aqui não é minúcia dedicada pelo australiano para atingir a textura hiperrealista da pele humana em figuras que, se não estivessem em escalas subvertidas, poderiam passar por pessoas de carne e osso.

Há algo de enigmático no olhar e na expressão das nove obras que ocupam o museu paulistano — cujas imagens ilustram este post. Algo além daquela sensação de que estamos sendo observados.

É como se o escultor tivesse congelado pessoas reais em momentos decisivos de suas vidas e a alteração de escala entra para aferir sentimento de memória. Em entrevista ao jornal O Globo, a curadora de “Ron Mueck” explica que todos detalhes da maior obra da exposição (“Couple under a umbrella”, com três metros de altura) “falam sobre ficar velho, sobre estar junto, sobre ser pequeno”:

— Quando se é criança, as pessoas mais velhas parecem maiores do que são. Ao ver a escultura, recupera-se algo dessa sensação — declarou à jornalista Nani Rubin.

Para conseguir a textura sensível de pele, Mueck começa esculpindo em argila, depois cria moldes e passa a cobrir suas obras com camadas de silicone pigmentado para atingir a elasticidade mais próxima da realidade. Esta técnica está documentada no vídeo de quase uma hora “Still life: Ron Mueck at work”, que ocupa uma das salas da exposição e merece ser assistido. O silêncio da filmagem é proposital e pode ser usado como equiparação à concentração do artista para executar seus processos.

Segundo o repórter de arte da Folha, Silas Martí, algumas criações do artista chegam a levar 30 mil fios de cabelo. Que, pasmem, são implantados um a um.

É o caso de “Woman with shopping”, que congela o momento que uma mulher de olhar absorto, cujas mãos estão ocupadas carregando sacolas de supermercado, fita algo que lhe chama mais atenção do que o bebê que a observa por dentro de seu sobretudo. Os olhos inflamados insinuam que ela chorou e a pele ruborizada na região das maçãs e do nariz, combinada ao código do bebê salvaguardado no casaco, indicam que o clima está úmido, possivelmente chuvoso.

Esta subjetivação, no entanto, é corroborada pelo tamanho da obra: produzida com 1,13 metro de altura, a mulher e seu filho, embora tenham rugas e dobras sutilmente reais, são observadas de cima pelos expectadores. Difícil não se hipnotizar com todos os sentimentos que a obra imprime.

“Still life” é a escultura que você já deve ter visto muito na timeline de redes sociais. Na temporada carioca, o frango pendurado em um gancho, recém-depenado, serviu de fundo para selfies.

Ron Mueck trabalhava com ficção científica para o cinema e criando publicidades. Há pouco mais de 20 anos, começou a migrar para as artes visuais. Por isso, só produziu 47 obras.

Assistido por 200 mil pessoas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, “Ron Mueck” também atraiu multidões em Paris e em Buenos Aires. Na abertura em São Paulo, recebeu mais de 2 mil.

Neste link, você fica por dentro da programação de férias montada pela Pinacoteca de São Paulo para o mês de janeiro. Já clicando aqui, você tem um aperitivo das obras do artista australiano filmadas pela TV Folha.

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