• 04/08/2016_10:00
    JACK WHITE TOCA O PRIMEIRO DISCO DA HISTÓRIA NO ESPAÇO

    por GUSTAVO GARCIA

    Jack White aprontou novamente. Dessa vez, o rockstar supercool teve a ideia de ser o primeiro a tocar um disco de vinil no espaço. O audacioso plano incluiu o uso de um vitrola espacial, que funcionasse fora da atmosfera terrestre. Tudo isso fez parte das celebrações do sétimo aniversário e da terceira milionésima prensagem do selo Thrid Man Records, que pertence ao músico.

    Para a façanha intergalática, convidou o amigo de infância, Kevin Carrico (que, nas palavras de White, “tem a NASA correndo nas veias”) para criar o equipamento, que foi batizado de Icarus Craft. O toca-discos teria de funcionar dentro de uma espaçonave — ou, neste caso, suspenso em um balão de grande altitude. Missão cumprida: a Icarus funcionou perfeitamente no espaço, mesmo após sua turbulenta e veloz aterrissagem.

    O disco escolhido para ser tocado foi um exemplar original, banhado a ouro — para evitar sua distorção física —, de “Glorious Dawn”, de Carl Sagan, que a gravadora Third Man havia relançado como single em 2009. Para deixar tudo ainda mais legal, toda a epopeia foi transmitida pelo site do selo. “Nosso objetivo principal, da concepção ao complemento deste projeto, era injetar imaginação e inspiração à linguagem diária da música e dos amantes de vinil”, disse o músico em comunicado para a imprensa.

    Não é a primeira vez que Jack White tem ideias mirabolantes envolvendo música: ele já soltou, por exemplo, mil balões de gás hélio contendo singles em céu aberto, no lançamento da canção “Freedom at 21″. Em 2010, inventou o triple decker record, vinil de 7 polegadas dentro de um de 12 (para ouvir o menor, era necessário quebrar o principal). O rockstar também já conseguiu a impensada tarefa de gravar, prensar e lançar uma música em um dia só.

    Agora é esperar para saber qual será a próxima missão do inquieto Mr. White. Acima, o vídeo divulgado pela Third Man Records.

    20/05/2016_09:00
    VEJA KATE NO CLIPE NOVO DO MASSIVE ATTACK

    por GUSTAVO GARCIA

    A dupla de trip hop Massive Attack lançou, após longo hiato, o clipe de “Ritual Spirit”, música de trabalho do primeiro EP dos dois que os ingleses prometeram até o final de 2016. Nesse pacote, ainda está incluído um álbum inteiro só com músicas inéditas, e com certeza, mais alguns vídeos maravilhosos como este primeiro que trazemos para vocês.

    No vídeo, temos ninguém menos que Kate Moss em um body cor da pele, dançando com uma luminária na mão, onde ela evolui magnificamente, iluminando algumas partes de seu corpo, em um ambiente bem escuro. O resultado é um vídeo denso, cru e totalmente sintonizado com a música. Conforme a canção evolui, a edição muda e alguns efeitos são incorporados, como se o espectador estivesse sob o efeito de alguma substância lisérgica.

    Muito lindo e super moderno, digno de uma banda icônica e conceituada, que coleciona hits, que marcou uma época e, hoje, retorna gloriosa, comprovando que não parou no tempo. No release de lançamento do clipe, Robert Del Naja, vulgo 3D, um dos membros da dupla, conta que é amigo de longa data da super-modelo, mas que nunca tinham conseguido trabalhar juntos. Durante a sessão de gravação no estúdio, Kate dançava com a luminária, e, ao ver aquela cena hipnotizante, o diretor Medium achou que estava diante da perfeita tradução da atmosfera e do conceito intimista e ritualístico da música.

    Já Kate disse que não teve que pensar duas vezes antes de topar fazer parte do clipe, contou que é fã do trabalho da dupla há muito tempo, que ama o conceito visual deles, além de ser super-amiga de 3D. Com o talento compartilhado por esse grupo de amigos, não poderia sair nada menos que este vídeo simples, contemporâneo e incrível.

    25/12/2015_10:00
    PREPARA A PIPOCA PARA A MARATONA DE FILMES QUE SUGERIMOS PARA ESTE PERÍODO DE FESTAS

    por ANDRÉ PERZ

    O Natal está aí e nós sabemos que às vezes é difícil entrar no clima. Mas, como Sala ELLUS está aqui para te ajudar, nós trazemos a boa bula: que tal uma supermaratona de filmes com filmes aninhados com a data?

    A seguir, cinco opções nada óbvias (algumas delas, nem nós lembrávamos que eram ambientadas no Natal) de longa-metragens que coadunam roteiro, direção e bonecos de neve. Anote nossas dicas, coloque a pipoca no microondas e aproveite!

    “O NATAL DE CHARLIE BROWN” (1965)

    O nosso amado Minduim e o seu cachorro Snoopy são estrelas de dezenas de filme natalinos mas o mais icônico de todos é, sem duvida, o primeiro. Na animação, Charlie Brown tenta entender a fonte de sua tristeza, que contrasta enormemente com a alegria natalina demonstrada por todos os seus amigos.

    POR QUE VOCÊ DEVE ASSISTIR? Porque apesar de ter sido lançado há 50 anos, a animação contem mensagens superatuais e, nos Estados Unidos, é considerado o maior clássico das festas de fim de ano. Apesar de ser em tese um filme infantil, aborda questões de maneira madura e tocante.

    “GREMLINS” (1984)

    O filme de humor negro narra a história de um jovem que recebe um Mogwai, uma estranha criatura peluda, como presente de Natal. Quando o bicho, que não pode ficar molhado, é encharcado por um copo d’água, começa a se reproduzir em nível assustador e milhares de gremlins começam a aterrorizar Nova York.

    POR QUE VOCÊ DEVE ASSISTIR? Porque é trashy, divertido e assustador na medida e porque nós amamos tudo que vem dos anos 1980. Em termos técnicos, mire na equipe poderosa que aparece nos créditos da fita: Steven Spielberg é o produto executivo e Chris Columbus, diretor de “Esqueçeram de mim” e “Uma babá quase perfeita“, assina o roteiro.

    “BATMAN: O RETORNO” (1992)

    No segundo filme do Batman dirigido por Tim Burton, o herói interpretador por Michael Keaton tem que lidar com o vilão Pinguim (na célebre atuação de Danny Devito). O gangster que foi criado no subsolo de Gotham City está colocando em perigo todo o fornecimento de energia da cidade. Mas é claro que o filme não estaria nesta lista se não fosse pela icônica Mulher Gato de Michelle Pfeiffer.

    POR QUE VOCÊ DEVE ASSISTIR? Porque é uma experiência estética que você precisa ter. Preste atenção nos figurinos, nos cenários e em toda a produção de arte. Além disso, é a melhor Mulher Gato que já ganhou vida nos cinemas, deixando Halle Berry e Anne Hathaway no chinelo.

    “O ESTRANHO MUNDO DE JACK” (1993)

    Neste clássico de stop motion, cada data comemorativa tem seu próprio universo isolado. O longa, também dirigido por Tim Burton, já era conhecido por “Nightmare before christmas” (“O pesadelo antes do Natal”), onde fomos apresentados a Jack quando ele tenta introduzir o conceito de Natal no universo do Halloween.

    POR QUE  VOCÊ DEVE ASSISTIR? Porque, novamente, a estética natalina de Tim Burton é fantástica, mesclando o sombrio com o lúdico. Além disso, o filme é um fenômeno de crítica, com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

    “200 CIGARROS” (1999)

    Sem protagonistas, o filme retrata as aventuras e as desventuras dos personagens vividos por Paul Rudd, Ben Affleck, Kate Hudson, Chritina Ricci e Janneane Garofolo a caminho de uma festa de arromba que vai se passar na virada de 1981 para 1982. 

    POR QUE VOCÊ DEVE ASSISTIR? Porque tem Courtney Love no elenco! E a retratação das inseguranças e das neuroses familiares de quem está na casa dos 20 é inerente à passagem das décadas. E sim, claro: é verdade que esse filme não se passa no Natal mas, o Réveillon está quase aí. 

    10/11/2015_16:48
    EVERYBODY LOVES CHARLIE BROWN!

    por ANDRÉ PEREZ

    Difícil ver o Snoopy ou o seu dono, Charlie Brown, e não esboçar um sorriso: isto porque existem poucos mascotes tão carismáticos quanto o beagle criado em 1950 em tirinhas de jornal. Agora, o universo criado por Charles M. Schulz chega ao cinema em forma de animação 3D. A estreia de “Snoopy e Charlie Brown, O Filme” está prevista para 14 de janeiro de 2016.

    Charlie Brown, conhecido também como Peanuts ou Minduim, foi o primeiro a aparecer. Ele e os demais personagens de seu universo tornaram-se onipresentes em especiais de televisão e produtos de licenciamento. O tocante “O Natal de Charlie Brown“, um dos maiores clássicos natalinos dos Estados Unidos, é exibido todos anos desde 1965, sempre com altas audiências. Outros clássicos incluem “O Dia de Ação de Graças de Charlie Brown” e o especial de Halloween, “É a grande abóbora, Charlie Brown!”.

    Snoopy e Minduim já protagonizaram 45 especiais de TV; o último deles, “Happiness is a warm blanket, Charlie Brown” (“A felicidade é um cobertor quentinho”, em tradução literal) data de 2011. Um musical da Broadway baseado na tirinha, “You’re a Good Man, Charlie Brown!” (“Você é um homem bom, Charlie Brown!”) também foi um enorme sucesso.

    A semelhança entre o nome do protagonista (Charlie) e o criador das tirinhas (Charles) não é mera coincidência. O universo do personagem foi todo inspirado na vida do seu criador. Mas o sucesso histórico do personagem vem do fato de que todo mundo se identifica com Charlie Brown. Quando ele tropeça em público ou quando ele é incapaz de chutar a bola de futebol ou quando ele não consegue se declarar para a garota que ele gosta, nós rimos, ficamos tristes e nos identificamos, tudo ao mesmo tempo.

    É essa mistura de emoções — junto com o carisma de Snoopy — que faz os especiais de TV e as tirinhas baseados nos personagens de Charles M. Schulz sucessos eternos que não nos cansamos de ver. A franquia, assim como o próprio Charlie Brown, é melancólica, mas também carregada de otimismo e cheia de esperança.

    Em 2015, a trupe criada por Schulz  — que também inclui o passarinho Woodstock; a irmã de Charlie Brown, Sally; a mal-humorada Lucy; o erudito Linus; a pouco aplicada Paty Pimentinha e sua peculiar amiga, Marcie, entre vários outros — completa 65 anos. O filme novo é uma comemoração das muitas décadas de sucesso e das muitas gerações tocadas pela história.

    Para os fãs que estão nervosos com a possibilidade do novo filme não manter o espírito original da franquia, não se preocupem: roteirizado pelo filho e neto do criador das tirinhas, a animação estreou no final de semana passada nos EUA e a aprovação foi unânime. Mal podemos esperar para te ter nas nossas telas, Charlie Brown!

    31/08/2015_10:00
    COM O LANÇAMENTO DE “HOMEM-FORMIGA”, RELEMBRAMOS OS 10 PRIMEIROS FILMES DE HERÓIS DA MARVEL PARA O CINEMA

    por IGOR FIDALGO E LUA SARAIVA

    Com a estreia de “Homem-Formiga” nos cinemas, uma antiga pergunta que os fãs de quadrinhos vêm se fazendo foi respondida: por que um dos heróis mais populares da Marvel, que vem a ser um dos principais fundadores dos Vingadores, não aparece no filme seminal de 2012? O motivo era ululante: a história de Hank Pym, o genial cientista que inventou um traje que miniaturiza qualquer pessoa que o veste, merecia ser contada a contento.

    Para o filme que acaba de entrar em cartaz, Michael Douglas ficou com o papel de Pym, mas o foco da história é Scott Lang, ladrão recém-saído da prisão e que é procurado pelo cientista para assumir a sua persona heróica. Protagonizado pelo ator cult Paul Rudd (de “Clueless – Patricinhas de Beverly Hills”, de 1995, e “As vantagens de ser invisível”, de 2012), os efeitos fantásticos de “Homem Formiga” funcionam como uma versão 2015 de “Querida, encolhi as crianças” (1989) mas, o que vale mesmo, é ver o aparecimento em tela grande da épica Vespa (personagem igualmente importante da Marvel, também fundadora dos Vingadores).

    Mulher de Hank Pym, a heroína com asas de libélula morreu em uma operação de guerra mas o cientista passou anos aperfeiçoando o seu traje e tudo indica que a Evangeline Lilly (a eterna Kate, de “Lost”), filha da Vespa original, vai assumir o papel da mãe na continuação de “Homem-Formiga”.

    Inspirados pela mais nova adaptação da Marvel, vamos relembrar os primeiros dez filmes de cada herói que não sai da nossa cabeça. Segura o fôlego.

    “X-MEN” (2000)

    Os quadrinhos de X-Men geraram uma indústria de personagens mutantes e sua primeira versão cinematográfica deu vida a essas legiões, dando forma e se tornando um clássico de sci-fi. O longa é emocionante e a visão circunspecta do inventivo Bryan Singer contribuiu para que o filme superasse as expectativas dos fãs.

    A variedade de efeitos especiais simultâneos não permite que o telespectador fique entediado e o roteiro é inteligente e significante. As performances são excelentes, especialmente a de Patrick Stewart, que nunca deixa de demonstrar a paz e o autocontrole que o Professor Charles Xavier sempre se esforçou em manter. Classificado como “o ideal platônico dos filmes baseados em quadrinhos”, a qualidade é considerada tão exímia pelos críticos que até quem não é fã dos HQs corre o risco de se tornar um grande admirador.

    “HOMEM ARANHA” (2002)

    O primeiro da franquia que balançou com o emocional de qualquer fã dos HQ’ da Marvel. Apesar do formato do filme ser bastante convencional, sobra espaço para surpresas e inputs artísticos. Quem não lembra da cena da morte do tio Ben, da luta lendária com o Duende Verde ou do famoso beijo de cabeça para baixo protagonizado pelo aracnídeo e Mary Jane Watson?

    “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” foi a frase ícone do filme e nós dizemos que Toby Maguire deu conta do recado. A versão emo do repórter fotográfico no filme de 2007, quando ele foi dominado pelo alienígena Venom, também merece ser lembrada.

    “DEMOLIDOR” (2003)

    Foi Ben Affleck quem deu vida à primeira versão de um dos personagens mais populares da Marvel Comics. O herói cego, que já ganhou uma segunda adaptação (está no ar a série “Daredevil” no NetFlix), surgiu na tela grande em um thriller de ação que ganhou ainda mais força por conta de sua fotografia obscura.

    Para contar a história do advogado que, de noite, se torna um justiceiro que luta e salta por conta de sentidos aguçados, o diretor e roteirista Mark Steven Johnson apostou em ingredientes clássicos: uniforme e direção de arte a la Batman e lutas no estilo “Matrix”.

    “O QUARTETO FANTÁSTICO” (2005)

    A extravagante adaptação para a tela da mais longa série de quadrinhos da Marvel é uma lufada de ar fresco. A natureza charmosa da produção de Tim Story lhe confere um toque despretensioso, concedendo à obra uma qualidade flutuante entre as sequências de ação.

    Mas é preciso ser sincero: nem o papel de psicopata nefasto de Julian McMahon, o Dr. Doom, salvou a franquia que foi a segunda tentativa de adaptação para a tela grande (a primeira, de 1994, foi direto para a televisão).

    “HULK” (2003)

    A versão posterior a esta aventura explosiva, que teve como estrela o prolífico Edward Norton (que viveu o rebelde Jack, de “O clube da luta”) em 2008, contou com orçamento milionário de 150 milhões de dólares e, ainda assim, não conquistou uma reputação superior a adaptação de Ang Lee.

    A edição magistral de Timothy Squyres, similar ao design de um comic book, transmite uma declaração visual digna de nota. A sua determinação em explorar a profundidade do dilema interior de Hulk também é surpreendente. O filme começa lento, com um desenvolvimento admirável dos personagens, em especial ao Dr. Bruce Banner interpretado por Eric Bana.

    “HOMEM DE FERRO” (2008)

    À exceção do Wolverine de Hugh Jackman, nenhum outro ator hollywoodiano se enquadrou tão bem em um personagem da Marvel como Robert Downey Jr. e o seu Homem de Ferro. Arrogando e irônico como dizem Downey Jr. ser na vida real, Tony Stark foi como um presente para ator, dado aos severos problemas públicos que nutriu em relação a álcool e drogas, e cuja carreira andava meio moribunda.

    Além desta espinha dorsal canastrona do protagonista, a produtora de casting, Sarah Finn, acertou em cheio na escolha de Gwyneth Paltrow para viver a secretária Pepper Potts. Que, de tão dedicada, acaba se casando com o bilionário excêntrico. 

    “WOLVERINE” (2009)

    Agressiva e voraz, a película com foco no personagem mais colérico de X-Men é repleta de aventura. O espetáculo de efeitos especiais só não é mais cativante do que o desempenho de Hugh Jackman como o mutante que, além dos sentidos aguçados e do fator de cura, tem garras feitas com o metal mais resistente do mundo, o adamantium.

    Ponto também para a performance dinâmica de Liev Schreiber como Dentes de Sabre (que nunca foi irmão de Logan nos quadrinhos, fique sabendo disso), e para a direção carregada de uma poética destruidora de Gavin Hood.

    “THOR” (2011)

    Produzido com integridade e paixão, e adaptado com o bom humor dos quadrinhos, esta versão tem uma pegada Blockbuster de verão. Temperando seu script com sagacidade e apenas uma pequena dose de romance, a fantasia épica de Kenneth Branagh é interessante particularmente pelos personagens dúbios.

    O herói principal é vivido pelo charmoso (e grandão) Chris Hemsworth e o longa ganha um peso Shakespeariano com a exploração de temas como rivalidade entre irmãos, emoções epopeicas e um conflito edipiano.

    “CAPITÃO AMERICA” (2011)

    Se fãs xiitas defendem o filme de de baixo orçamento de 1990, por conta de uma suposta fidelidade ao HQ, Chris Evans (que já tinha experimentado a dor e a delícia de ser um herói da Marvel quando deu vida ao Tocha Humana em “Quarteto fantástico”) lavou a nossa alma. A trama ambientada em 1942 mostra como o franzino Steve Rogers conseguiu se tornar a cobaia viva para um projeto que transformava homens comuns em superssoldados durante a Segunda Guerra Mundial.

    E se os tais fãs saudosistas adoravam o Caveira Vermelha tosco de Scott Paulin, o conceito foi ressignificado com o versão nazista de Hugo Weaving, a eterna drag sentimental de “Priscila – a Rainha do deserto”. 

    “VINGADORES” (2012)

    É fascinante como Joss Whedon conduz as relações dos personagens de Vingadores, que inclui performances impecáveis de superestrelas como Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson. As performances marciais e os sorrisos de canto de boca da atriz encarnada de Viúva Negra, inclusive, é algo que deve-se prestar bastante atenção.

    Administrando interações orgânicas com sucesso, o diretor se certificou de que cada um dos personagens fosse verdadeiro e trouxesse sua personalidade (a partir de seu respectivo filme) à mesa. Observando como histórias em quadrinhos remontam a década de 1960, pode-se dizer que ele não apenas fez sua lição de casa, mas se preocupou profundamente com a sua contribuição em um legado.

  • Doois Sites e Sistemas