• 23/12/2015_10:00
    MONTAMOS UMA PLAYLIST COM ROCKS NATALINOS PARA EMBALAR A SUA CEIA

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    por ANDRÉ PEREZ

    O Natal está quase aí e, para entrar no clima, os nossos parceiros da Tecla Music fizeram uma playlist incrível de músicas natalinas. Já contamos aqui que a Tecla é a responsável pela música que você ouve em todas as ELLUS espalhadas pelo Brasil, mas o que talvez vocês não saibam é que a agência de branding musical tem um faro para resgatar músicas que a gente ama!

    A nossa playlist natalina tem Beatles, Ramones, Julian Casablanca e Beach Boys — só para citar alguns highlights — e mescla canções das mais diferentes décadas. “Mistress for Christmas”, do AC/DC, por exemplo, data dos anos de 1990 enquanto “Marry Christmas Baby”, dos Beach Boys, remonta a 1964.

    Sempre em dezembro, a banda americana The Killers lança canção natalina com videoclipe e destina a venda do single à instituição social RED (já falamos disso aqui). Em 2015, eles comemoram 10 anos deste projeto com “Dirt sledding”, mas a música escolhida pela Tecla para integrar o nosso mix foi “A great big sled”, de 2006, um dos clipes mais  divertidos de todo o compêndio natalino da banda de Las Vegas.

    Mais curiosidades: “I wish it was Christmas today”, de Julian Casablancas, foi composta originalmente para o programa de comédia americano Saturday Night Live; a regravação de “Alone on Christmas day” do Phoenix foi produzida para “A very Murray christmas”, filme natalino de Sophia Coppola com Bill Murray que acaba de estrear no Netflix; “The Christmas song” é a música mais recente do do duo dinamarquês The Ravonettes.

    Não deixe de ouvir “Last Christmas”, canção de 1984 do Wham! que, para nós do Sala ELLUS é tão icônica quanta “Santa Claus is coming to town“, que incluímos na voz de Bruce Springsteen. 

    Pode agradecer: demos um motivo e tanto para você se tornar o centro das atenções na sua ceia de Natal. Nem precisa dizer que fomos nós quem motamos. Aperta o play!

    04/12/2015_10:00
    HEY-HO, LET’S GO: O QUE É DE FATO IMPERDÍVEL NESTE FINAL DE SEMANA

    por ANDRÉ PEREZ

    É sempre a mesma coisa: depois de uma espera que parecia infinita, o fim de semana chega e os planos de encontrar com a sua gang e se acabar na pista vêm juntos. Mas muito antes destes momentos catárticos, vem aquele cansativo questionamento: qual é a boa de hoje?

    Os seus problemas acabaram: Sala ELLUS vai contar qual são as oito baladas imperdíveis deste final de semana — começando por São Paulo, é claro, e terminando em Belo Horizonte (depois de passar pelo Rio de Janeiro, Pernambuco e Porto Alegre). Animou? Vem com a gente.

    Se você é daqui, não perca a festa Metanol. Você sabia que o coletivo de música eletrônica que a gente adora opera uma rádio na web? Pois é: hoje, dia 4, eles comemoram seis anos de atividade com uma festa e tanto na Trackers (Rua Dom José Barros, 377 – Consoloação).

    Nas picapes, os DJs FULANO (trap), CICLANO (witchhouse) e BELTRANO (health goth). Mas você conhece a Trackers, né?  O lugar bomba, lota rápido e você deve comprar o seu ingresso antecipado aqui.

    Vem do Rio a festa Treta que desembarca em São Paulo pela primeira vez. Noite eclética, que vai do funk ao indie, e do hip-hop ao pop dos anos 1980, tudo aquilo que a gente não admite que ouve mas, lá pelas tantas, adora.

    Vai ser no Yatch (Rua 13 de Maio, 701, Belavista) e quem toca é  Thi Araujo, Gui Acrízio, Fernanda Fox, Mari Benting, Arthut Zampolli  e Gael Augusto.

    Habemus sábado: hoje nos vemos na Augusta, já que  o Clube da Luta vai promover uma batalha de DJs. Vai ter guerra de pop versus indie, hip-hop contra trilhas sonoras e uma disputa imperdível de clássicos internacionais com sucessos brasileiros.

    No Beco 203 (Rua Augusta, 609 – Consolação), a partir das 23h.

    Se você é do Rio de Janeiro (ou vai para a Cidade Maravilhosa ferver no finde), saiba que rola por lá o Festival #RockTheMountain no sábado, dia 5. Mas se liga no toque: prepare o GPS porque o evento acontece na cidade serrana de Itaipava. Mas a gente pesquisou o line-up e atestamos: o esforço valerá a pena. Entre as atrações está a revelação do rap americano, Kid Ink, a banda australiana indietrônica Miami Horror e o charmosíssimo coletivo francês Nouvelle Vague.

    Queremos ver ao vivo o Opala, projeto supercool da Maria Luiza Jobim e Lucas Paiva, e o Apollo, alter ego do multitalentoso Vinícius Toledo, que já falamos por aqui. Tendo o Parque Municipal de Itaipava como cenário, o evento começa as 11h e promete ir até às 2h da madrugada. A entrada você compra neste link. E se você animou, mas ficou com medo de subir a serra, a organização do festival disponibilizará ônibus charmosérrimos saindo da Zona Sul do Rio por módicos R$50.

    Para os cariocas que ficarem na cidade, a boate Cave (Rua Francisco Otaviano, 20, Copacabana) sediará o evento de aniversário do Back II Black, que nasceu como festa, comandada pelo DJ Saddam, e se transformou em um influente festival que colocou no palco nomes como Stromae, Angelique Kidjo e Ludmilla.

    Neste sábado, o evento volta às origens e, além de Saddam, a festa também trará Nepal e Zédoroque como DJs convidados.

    Os pernambucanos não podem perder, também no sábado, o King Festival, evento de música eletrônica que receberá os badalados DJs Martin Garrix e R3hab.

    Acontece no Centro de Convenções de Recife, a partir das 18h, os ingressos você se antecipa e compra aqui.

    Em Porto Alegre, o point é o Margot Bar e Club (Rua João Alfredo, 577). Animamos quando soubemos que a decoração é inspirada nos filmes de Wes Anderson e a trilha sonora é super rock ‘n’ roll.

    Façam as malas: a noite de hoje será dedicada à banda The Killers (que, como você sabe, a gente ama) e a de sábado é a cara do pessoal da ELLUS Second Floor, já que homenageará Chet Faker.

    Para terminar, que tal uma noite regada a boas risadas e muita performance nonsense? Mas você precisará pegar a ponte-aérea para Belo Horizonte, onde está instalada a Casa de Show Granfino’s (Av. Brasil, 326, Santa Efigênia). O lugar sedia o 1º Festival de Bandas de Biquíni.

    As bandas Viada e Glico, dois exemplares mineiros que parecem ter herdado o humor do glam rock, se apresentam a partir das 22h.

    Agora, não tem erro: a gente se vê na pista!

    27/11/2015_11:37
    ALUCINANDO COM OS VIDEOCLIPES VIAJANDÕES DOS CHEMICAL BROTHERS

    por ANDRÉ PEREZ

    Neste sábado, dia 28, São Paulo sedia a edição brasileira do Sónar, festival que mescla música de vanguarda e arte multimídia. Esta edição trará, entre diversas atrações, Hot Chip e Evian Christ, mas a mais esperada é, sem duvida alguma, a dupla eletrônica Chemical Brothers. No dia seguinte, eles ainda fazem um show no Vivo Rio, no Rio de Janeiro.

    Quem viu, diz que o show deles é imperdível. Os Brothers não são irmãos, mas conhecidos assim por terem uma ligação impressionante nos palcos. Demos uma navegada pelo YouTube e encontramos verdadeiras viagens sensoriais: apresentações marcadas por projeções psicodélicas e hipnotizantes jogos de laser e de luzes estroboscópicas. Definitivamente não é um show para os fracos.

    Para que todos estejam preparados para a intensa e caleidoscópica performance do Chemical Brothers, montamos uma seleção de cinco videoclipes que sintetizam o conceito, a estética e o som da dupla britânica.

    “SETTING SUN” (1997): Conta com vocais de Noel Gallagher do Oasis.  O vídeo abre com uma garota caída no chão, provavelmente sob o efeito de alguma substância química. Ela se levanta, ainda meio siderada, e começa um longo percurso.

    Ao longo do clipe, acompanhamos a jovem em sua trajetória pelas ruas de Londres mas, mais do que isso, estamos dentro de sua cabeça, onde ela luta em uma guerra pessoal contra si mesma e dá novos significados àquilo que está ao seu redor.

    “ELEKTROBANK” (1997): É impossível não se envolver emocionalmente com o vídeo estrelado por ninguém menos que Sophia Coppola. Sim, a diretora de “Encontros e desencontros” (2003) e “Maria Antonieta” (2006) é a protagonista do clipe e atua durante 5 minutos como uma ginasta.

    São coreografias intensas e, apesar dos planos de ação contidos, o diretor do filme musical, Spike Jonze (de “Quero ser John Malkovich”, de 1999, e “Ela”, de 2013; namorado de Sophia na época), consegue criar uma narrativa envolvente e cheia de tensão. O clímax é simples, porém enormemente efetivo. Curiosidade: dois anos depois de filmarem juntos “Elektrobank”, Jonze e Sophia se casaram.

    “LET FOREVER BE” (1999): Também com vocal de Noel Gallagher, é um dos clipes mais famosos e comentados da banda. Dirigido pelo idílico Michel Gondry (autor do celebrado “Brilho eterno de uma mente sem lembrança”, 2004), o vídeo representa um sonho/pesadelo de uma garota que precisa se desdobrar em mil (literalmente) para estar em vários lugares.

    Efeitos e recursos visuais fascinantes, que fazem ode à edição analógica, congelam o movimento da moça e a multiplicam em coreografias de jazz. Sensacional.


    “STAR GUITAR” (2002): Também é dirigido por Michel Gondry e tem um conceito simples: as mudanças de paisagens vistas através de uma janela de trem. O filme musical é um reflexo do perfeccionismo de Gondry, já que todas as paisagens, os prédios e os objetos casam perfeitamente com a música.

    É um quadro impressionista em vídeo, já que os emotional landscapes vistos pela janela do trem têm estética borrada devido ao movimento, mas falam com o espectador por meio de um processo de edição inteligente e pragmática.


    “THE TEST” (2009)”: É uma espécie de “Alice no País das Maravilhas” da geração sintética, onde uma garota viaja por universos paralelos. Logo no começo, ela é engolida por uma baleia, é circundada por águas vivas multicoloridas que piscam ao som da música e emerge numa praia.

    Uma vez em terra firme, as coisas ficam ainda mais assustadoras (a cena da fachada de uma cabana que cai sobre ela é de arrepiar) e, por fim, é revelado que ela está viajandona em uma boate, sob o efeito de alucinógenos.

    19/11/2015_19:00
    ELLUS E CARLINHOS BROWN AGITAM SALVADOR COM INOVADOR SARAU

    por ANDRÉ PEREZ

    Nesse domingo, dia 15 de novembro, um evento abalou as estruturas de Salvador. No Museu do Ritmo da capital baiana, Carlinhos Brown comandou um grandioso e eclético sarau que contou com participação da banda de metal progressivo Angra e da diva do eletro-MPB Alice Caymmi.

    Sob o tema “Ritual ARTEFIREACCUA”, que fez alusão aos quatro elementos da natureza, o show teve uma produção grandiosa assinada por Paulo Borges, o todo-poderoso da São Paulo Fashion Week.

    A ideia de Brown era fazer um evento excepcional em todos os sentidos. Mais de 400 profissionais se certificaram de que cada detalhe atingisse os altíssimos graus de expectativa do cantor e de Borges e cada aspecto da produção foi comandada por nomes referências em seus setores.

    O set design foi assinado pelo artista visual Pedro Caldas, as projeções ficaram a cargo do documentarista Richard Luiz e a coreografia foi desenvolvida por Ricardo Ferron. Já o figurino foi responsabilidade da equipe criativa da ELLUS, sob o comando de Rodolfo Souza e Adriana Bozon.

    O sarau, descrito por Borges como uma “ópera contemporânea antropofágica”, foi dividida em quatro atos, cada um inspirado em um elemento da natureza. Por conta disso, Adriana e Souza criaram quatro looks para Brown com referência à terra, ao ar, ao fogo e à água.

    Dentre as peças criadas especialmente para o evento, a jaqueta utilizada no ato fogo se destaca por ter sido coassinado por Espedito Seleiro. O artesão é internacionalmente reconhecido por seus artigos em couro.

    “Para nós, é muito importante estar junto a cultura musical brasileira e o Brown é um porta-voz nosso para o mundo“, afirmou Adriana Bozon, diretora criativa da ELLUS, sobre a colaboração. Além dos figurinos para o cantor, a equipe comandada por ela e Rodolfo também produziu os looks da banda e dos dançarinos.

    A primeira noite do Sarau do Brown foi um enorme sucesso, deixando a todos com a sensação de missão cumprida. Mas foi apenas o começo: o evento terá novas apresentações nos dias 29 de novembro, 13 e 27 de dezembro e 10 e 24 de janeiro. Vamos para Salvador?

    28/09/2015_12:22
    ROCK IN RIO 2015: KATY PERRY FECHA COM CHAVE DE OURO UM FESTIVAL ÉPICO

    por ANDRÉ PEREZ

    Com Katy Perry como atração principal, a edição de 2015 do Rock in Rio chegou ao fim na noite de domingo, dia 27. A cantora americana fez um set bastante colorido, com oito trocas de roupa, efeitos especiais e todas as suas músicas mais conhecidas. Com apenas três CDs, Perry tem nove canções que alcançaram o primeiro lugar nas paradas dos EUA e, ao longo de 90 minutos de espetáculo, ela cantou todos os seus Número 1 e mais diversos outros sucessos. Assim como tinha feito na sua última passagem pelo festival, em 2012, a morena chamou um fã para subir no palco e a inteiração foi um dos pontos altos da apresentação. Enquanto na vez passada ela chamou um rapaz (que ela inclusive beijou), esse ano ela chamou Rayane (nome que ela não conseguiu entender e optou por se referir como “Rayaya”) e a conversa entre as duas provocou muitas risadas (e um pouco de vergonha alheia) no público. A popstar fechou o espetáculo, e o Rock in Rio, com um dos seus sucessos mais icônicos, “Firework“. A multidão fez coro ao longo de toda a música.

    Antes de Katy, o A-ha fez a alegria dos nostálgicos. A banda norueguesa, cuja apresentação no Rock in Rio de 1991 atraiu 198 mil pessoas e é o maior público tanto do festival quanto da carreira deles, cantou grande parte dos seus sucessos dos anos 80 e encerrou com o clássico “Take On Me“.

    A inglesa Alunageorge, escalada em última hora para substituir a sueca Robyn, fez um bom show apesar de sua apresentação ter coincidido com um enorme temporal que encharcou toda a Cidade do Rock. Já o Cidade Negra , que abriu o palco principal, foi a primeira banda de reggae a tocar no evento.

    No Palco Sunset, o ponto alto foi a apresentação em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro. O show teve participação de Alcione, Simoninha, Buchecha, Roberta Sá, Gabriel, o Pensador, Mara Rita, Fernanda Abreu, Léo Jaime e Davi Moraes. Quem roubou o holofote foi Marrom que trajou uma camiseta de seu ídolo, Axl Rose. O líder do Guns ‘n’ Roses agradeceu a cantora através do Twitter.

    Artistas consagrados dos mais diferentes estilos, um público que foi tão crucial para a beleza do espetáculo quanto os nomes no palco e muita, muita diversão marcaram os sete dias de festival. Mal podemos esperar pelo próximo e agradecemos a nossos parceiros por ter possibilitado nossa participação no evento. Como o slogan do lounge da Pepsi já previa (#PodeSerÉpico), o Rock in Rio 2015 vai ficar para história.

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