• 06/04/2015_09:00
    O QUE ROLOU NO SPECIAL DAY DO IGUATEMI, EM SÃO PAULO, E NO DE IPANEMA, NO RIO

    Quem é fã da ELLUS, não perde os nossos Special Days. É o evento montado em todo período de lançamento de coleção, quando convidamos consultoras, bloggers e personalidades da moda para passarem uma tarde na loja, recebendo clientes e dando dicas.

    Mês passado, rolou Special Day nas principais lojas de São Paulo. Na ELLUS do Shopping Iguatemi, por exemplo, a blogueira e consultora de estilo, Chris Francine, deu uma consultoria valiosa na customização de jeans. É claro que, como boa especialista em #ootd (hashtag de “outfit of the day”), a cofundadora do blog Look Do Dia ajudou clientes na produção de looks.

    Poucos dias depois, pegamos a ponte-aérea para lançar nossa coleção no Rio de Janeiro, mais especificamente na loja da Garcia D’Ávila, em Ipanema. Por lá, a galera do coletivo de fotógrafos I Hate Flash capitaneou a noite, que foi embalada pelo DJ Beto Artista e pelo live act do The Beach Combers, banda de surf music que é a cara do Rio.

    Além da linha ELLUS Jogging Denim, a turma convidada pelo IHF também adorou as camisetas da Ellus Second Floor estampadas com os Cavaleiros do Zodíaco, hit da coleção inspirada na Islândia da nossa marca jovem. Neste link, você confere um pouco do evento.

     

    21/03/2015_10:00
    SHOW GRATUITO NO RIO ENCERRA FESTIVAL DEDICADO À NOVA CENA POP ELETRÔNICA

    por ALEXIA CHLAMTAC

    No dia 7 de março, foi dado início ao festival “Polos”, projeto que acontece no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, e cujo mote é apresentar por meio de videoclipes e shows a nova cena pop eletrônica carioca.  O line-up é formado pelo produtor musical Diogo Strausz, pelo diretor de cinema e DJ Julio Secchin e pelos cantores Apollo e Mahmundi.

    Strausz, que é um tipo de Mark Honson brasileiro, assina a produção musical do incensado “Rainha dos raios”, disco de Alice Caymmi repleto de referências do trip hop dos anos 1990. O ritmo foi imortalizado por projetos memoráveis como Massive Attack, Air e Portishead e nada mais é do que uma música eletrônica contemplativa, não necessariamente produzida para dançar.

    O show de Diogo Strausz no “Polos” marcou o lançamento de seu primeiro álbum, “Spectrum Vol. 1″. Tal como Ronson (o inglês que produziu Amy Winehouse, Lily Allen e Adele), Strausz não canta. Por isso, convida cantores de forte presença para embalar as músicas que compõe, como no caso de “Right hand of love” (acima), que conta com a voz do inglês Jacob Perelmuter.

    Na mesma noite, Julio Secchin embalou o público com um DJ set muito inspirado na vaporwave — gênero musical que se desdobrou do seapunk e da chillwave, repleto de referências iconográficas dos anos 1980 e 1990, especialmente pelas alterações de velocidades de rotação e por (d)efeitos especiais, como o barulho emitido pelo tocador de CD quando o disco está arranhado. Minutos antes do set de Secchin, contudo, a plateia assistiu ao videoclipe do DJ, “Hey”.

    No dia 14 de março, foi a vez de Marcela Vale, que atende artisticamente pelo alter ego de Mahmundi. “Sentimento”, música brindada como “Melhor Nova Canção” no Prêmio Multishow de 2014, virou videoclipe dirigido por Pablo Monaquezi (abaixo), que foi exibido no telão do teatro do centro cultural.

    Em seguida, Mahmundi contagiou a plateia com sua voz rouca e melancólica, que nos remete diretamente ao timbre das mulheres roqueiras dos anos 1980 (vide Marina Lima e Rita Lee).

    Neste final de semana, o festival “Polos” termina  com show do cantor Apollo, que coatua no projeto como curador. Quando assistimos ao videoclipe de “Crash” na coletiva do evento (Sala ELLUS esteve no encontro montado exclusivamente para influenciadores digitais no final de fevereiro), de longe, nos identificamos com o punch esportivo do artista — que, diga-se de passagem, tem tudo a ver com a linha ELLUS JOGGING DENIM, o carro-chefe do nosso inverno 2015.

    O eletropop sofisticado de “Crash” tem um refrão hipnótico e sexy que não sai da nossa cabeça. Se você quiser assistir ao show de Apollo (que é aberto ao público), chegue por volta das 20h30 no Oi Futuro de Ipanema: os ingressos serão distribuídos na bilheteria do centro cultural.

     

    09/03/2015_10:00
    RELEMBRE OS MEMES DE “REBEL HEART”, NOVO DISCO DE MADONNA LANÇADO MUNDIALMENTE AMANHÃ

    por  IGOR FIDALGO

    Finalmente, chegou o dia: embora as 25 canções oficiais tenham vazado em fevereiro, o lançamento do novo álbum de Madonna, “Rebel heart”, seguiu a data prevista; começou nessa sexta, com a première europeia, mas a data mundial de estreia é amanhã.

    Em uma espécie de aquecimento digital para a chegada do novo disco, a cantora postou uma série de memes na sua conta do Instagram. Em cena, personalidades históricas e irreverentes reproduzindo a capa do projeto, onde a cantora aparece amarrada com um fio preto, tipo um cabo de equipamento sonoro.

    Inicialmente criticados por fãs na própria timeline da cantora — Madonna chegou a ser chamada de racista e desrespeitosa — os memes, segundo ela, eram homenagens a “corações rebeldes”. Além de produzir montagens, a pop star também republicou sátiras produzidas por fãs (como no caso da arte abaixo em que a cantora Miley Cyrus aparece manipulada para se encaixar no rosto de “Rebel heart”).

    Abaixo, os 11 memes que ficaram na nossa cabeça.

    É notável o respeito de Madonna por Miley Cyrus. Depois que participou do “Unplugged MTV” do álbum “Bangerz”  (clique aqui para rever o medley da dupla misturando “Don’t tell me” com “We can’t stop”), a Rainha do Pop passou a publicar fotos da ex-Hannah Montana com declarações juvenis de afeto.

    No meme acima, só a legenda chama mais atenção do que a montagem: “Bitch, I love you”.

    Não é de hoje também que fãs de Madonna e Lady Gaga se odeiam. A rixa foi amplifica na “MDNA tour”: a popstar sampleou “Born this way”, hit de Gaga, dentro da performance de “Express yourself”, e terminou cantando “She’s not me” (que, em bom português, quer dizer “ela não sou eu”).

    Mas postar a imagem acima, dizendo que amava Lady Gaga, fez a gente ficar um pouco confuso.

    Até a estátua do Cristo Redentor foi parar no perfil da cantora. Inicialmente postada por Riccardo Tisci, da Givenchy, ela republicou a imagem dizendo que o Cristo foi um dos primeiros “rebel hearts”.

    Mona Lisa também ganhou leitura pop…

    Michael Jackson foi homenageado por fãs.

    “Bob Marley cantava por um único amor”, escreveu Madonna sobre o ícone do reggae. Coincidência ou não, “Rebel heart” traz a primeira incursão da cantora no ritmo jamaicano, a malemolente “Unapologetic bitch”.

    Sobrou até para Homer Simpson!

    Segundo a Rainha do Pop, o ativista pelos direitos civis, Martin Luther King, foi “um coração rebelde com um sonho”.

    Já o líder sul-africano Nelson Mandela foi laureado graças a sua constante luta pelo fim do apartheid.

    O artista Jean-Michel Basquiat, uma das mentes criativas que serviu de referência para o inverno 2015 da ELLUS, apareceu logo após as críticas de racismo.

    A foto foi usada pela cantora para dizer que ele era admirado por ela e que nenhum dos “rebel hearts” anteriores eram perfeitos, pois eram “humanos, mas, em comum, todos lutavam pela liberdade como guerreiros”. Por isso, inspiraram ela como artista e como pessoa.

    Elvis Presley foi homenageado no seu aniversário…

    E até a premiação do Grammy virou uma brincadeira com a capa do CD. Foi a forma que a cantora usou para avisar que se apesentaria no evento.

    Se você (assim como nós) está obcecado com o lançamento de “Rebel heart” — que, segundo os críticos, promete ser o melhor álbum de Madonna desde “Confessions on a dancefloor” (2005) —, não deixe de seguir a cantora nas redes sociais. Ela, que antigamente só atualizava sua fan page no Facebook com notícias de carreira, tem compartilhado momentos de vida pessoal pelo Twitter, já bateu papo com fãs no Reddit, tem andado no Google Plus e, há um mês, lançou sua conta no Snapchat com o clipe de “Living for love”.

    No Instagram, a nova campanha para responder perguntas de fãs pede que sejam gravados vídeos até às 19h de hoje com a hashtag #AskMadonna.

    As respostas serão dadas nos comentários dos vídeos dos fãs, pela própria cantora, na tarde desta terça-feira, quando “Rebel heart” estará disponível para o mundo todo — inclusive para download no iTunes.

    03/03/2015_09:00
    AS CANÇÕES NERVOSAS, AMOROSAS, CANSADAS, HONESTAS E IDIOTAS DE WILL BUTLER

    por ALEXIA CHLAMTAC

    Se você é fã do Arcade Fire, saiba que o compositor e músico Will Butler, um dos integrantes da banda, lança seu primeiro álbum solo no dia 10 de março, para os países da América do Norte. Seis dias depois, a Merge Records, mesma gravadora do Arcade Fire, libera ”Policy” para o resto do mundo.

    Em recente coletiva, Butler contou à imprensa que artistas como John Lennon, Bob Dylan, Violent Femmes, The Breeders, The Modern Lovers, Smokey Robinson, The Magnetic Fields e Ghostface Killah influenciaram o disco. O material, de acordo com o cantor, foi inspirado na música tradicionalista americana feita por estes artistas.

    O tempo de gravação foi, digamos, um récorde: Butler passou apenas uma semana dentro do Electric Lady Studios, QG musical montado na antiga casa de Jimi Hendrix. O baterista do Arcade Fire, Jeremy Gara, contribuiu em alguns dos arranjos, outros artistas amigos colaboraram com backing vocals, mas, pasmem: a maior parte dos instrumentos foi gravada pelo próprio Will Butler.

    O multi-instrumentista tem afeição por estruturas musicais tradicionais, com arranjos limpos. “A sonoridade é experimental apenas no ataque à consistência como um requisito para a sinceridade. As canções são nervosas, amorosas, cansadas, honestas e idiotas”, diz ele que, no clipe de “Anna” (que você vê no meio deste post), dança desajeitadamente charmoso, deixando escapar um pouco de cada um destes adjetivos.

    05/02/2015_22:34
    VINIL PARA TODOS: PROGRAMA DE TV, ASTROS DA MÚSICA E AÇÕES DE MARKETING MANTÊM VIVO O SAUDOSO BOLACHÃO

    por ISA TENÓRIO

    Tirar da capa, limpar a poeira com um paninho, colocar no prato, posicionar a agulha com todo cuidado. Depois de alguns segundos de suspense e das deliciosas notas sujas que só os long-plays têm, começa a primeira faixa do disco. Esta é a sensação que um vinil proporciona: ficar sentado ao lado da picape (há que ainda tenha vitrola — muito mais charmoso, aliás), vendo a rodela rodando infinitamente.

    A turma hipermoderna (termo cunhado pelo filósofo Gilles Lipvetsky), que ouve música em aplicativos como Spotify, Rdio e Deezer, certamente não entendem a sensação que outras gerações tiveram a fazer a primeira audição de um disco de vinil.

    Aos amantes deste ritual, damos boas notícias: desde 2013, as vendas de LPs aumentaram nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Brasil, mostrando que a mídia fonográfica está mais viva do que nunca.

    Prova disto é o programa “Minha loja de discos”, cuja segunda temporada está em reprise no canal a cabo BIS (segunda-feira, às 19h). Dirigida pelo jornalista Rodrigo Pinto (abaixo), a série documental percorre os lendários empreendimentos especializados em LPs do Reino Unido, um grupo que persistiu quando as vendas dos discos começaram a cair. Os proprietários contam como sobreviveram ao advento do compact-disc e à música digital, além de conectar Pinto a clientes que são verdadeiros entusiastas da cena.

    Jack White é um dos músicos que capitaneiam a (re)difusão do formato. O seu segundo álbum solo, “Lazaretto”, vendeu mais de 40 mil bolachas.

    Segundo a SoundScan, órgão responsável pelos números referentes à indústria, o disco de 2014 tornou-se o vinil mais vendido em uma semana desde 1994 (ultrapassou as vendas de “Vitalogy”, do Pearl Jam). 

    Os britânicos do Arctic Monkeys, o duo Daft Punk e os queridinhos indie The Strokes também são incentivadores do movimento em prol da volta dos bolachões.

    Brasileiros não ficam atrás: Fernanda Takai, Pitty e Nação Zumbi também entraram na onda e lançaram seus álbuns no formato LP. A banda carioca Glass N’ Glue, liderada pela stylist Marininha Franco (que faz um rock sexy e supercool que a ELLUS ama), dividiu as músicas do álbum de estreia, “Give me some of your dreams”, em três compactos coloridos (abaixo).

    Com o aumento da produção dos vinis, a venda de toca-discos também aqueceu o mercado. Pasmem: modelos modernos vem até com entradas USB.

    Ficou com vontade de se confortar na poltrona degustando aquela textura sonora que só os long-plays te dão? Abaixo, um top 5 da onde você pode comprar discos, picapes e quetais.

    1) EM SÃO PAULO: na Rhythm Records, dentro da Galeria do Ouro Fino (Rua Augusta, 2690 – Cerqueira Cesar).

    2) NO RIO DE JANEIRO: podem ser encontrados na loja Tracks (Praça Santos Dummont, 140 – Baixo Gávea).

    3) EM BELO HORIZONTE: na All Wave Discos (Rua do Rio de Janeiro, 630, loja 44 – Centro).

    4) EM BRASÍLIA: no Berlin Discos (Setor de Diversões Sul, Edifício Miguel Badya, bloco L, loja 63).

    5) EM CURITIBA: no Vinyl Club (Rua Ébano Pereira, 196, loja 05).

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