• 15/10/2015_18:01
    AQUECIMENTO SPFW: RELEMBRE TODOS OS DESFILES DA ELLUS (parte 1)

    por MARAYSA FIGUEIREDO

    O tempo passa, o tempo voa e lá se vão 43 anos de ELLUS. Nesta conta, é bom destacar que há 21 anos a marca de Nelson Alvarenga e Adriana Bozon lança coleções na maior semana de moda do País. Nos longínquos anos de 1994, a ELLUS fazia sua estreia no Morumbi Fashion, evento percursor do atual São Paulo Fashion Week.

    Depois de tantos momentos, histórias e emoções, eis que começa mais uma edição do SPFW e quarta-feira, dia 21/10, é o nosso grande dia! Já que recordar é viver, a Sala ELLUS montou uma retrospectiva de dois posts com os principais desfiles que temos registro. Prepare-se: a maratona fashion vai começar!

    As passarelas de 1999 do Morumbi Fashion anunciavam o verão do novo milênio e sim, nós marcamos este momento com Kate Moss! 

    Todos os olhares miraram na top inglesa, que depois usar um biquíni com patchwork de denim ao lado do modelo Paulo Ferreira, emprestou a sua celebrada imagem heroin chic para um novo conceito criado pela ELLUS: o hippie chic.

    Logo as temperaturas despencaram nas passarelas, dando início ao inverno 2000. Era a 8° edição do Morumbi Fashion e o hot-moment ficou por conta da modelo sudanesa Alek Wek, que veio para apresentar a coleção “Terra” no nosso desfile.

    Ela ficou no Brasil um tempinho e logo depois posou para uma das nossas campanhas, a primeira vez que apresentamos jeans acobreado e em tons de marrom.

    Ana Claudia Michels tinha só 19 aninhos quando invadiu o verão 2001 da Ellus. Mas o destaque da coleção foi a participação de Talytha Pugliese, Caroline Ribeiro e Mariana Weickert como “Ellus Angels”.

    Conceito diretamente inspirado no remake de “As Panteras” que estreava naquele ano nos cinemas, a estratégia também inspirou uma das mais memoráveis campanhas da marca de jeanswear.

    Já a inspiração para o inverno 2001 foi o “school glam” e o jeans foi a base para grafismo e até para a literatura. Arnaldo Antunes participou da trilha do desfile e, de quebra, criou dez  poemas para a Ellus, que foi estampado em 67 peças da coleção.

    O nome era Madonna e o hit era “Like a Virgin”, e assim a Ellus já tinha tudo o que precisava para se inspirar para o verão 2002. Os shapes não estavam nas peças, mas sim no corpo, moldados a jeans, tule e mousseline. Quem duvida o quão divertido foi?

    No inverno 2002 da Ellus, gentileza pouca, é bobagem! E o profeta mais gentil que esse país já teve o prazer de ver foi a inspiração da temporada, que trouxe mulheres com ares de guerreiras, mas muito sexys, afinal.

    Festa e rock n’ roll: a Ellus comemorava 30 anos de vida com desfile arrasador, com direito a sequência de topless! Com inspiração nos piratas urbanos e perfume setentista com um quê folk, a festa teve direito a banho de champagne no final.

    Muito antes dos 50 tons de cinza, a Ellus levou para sua passarela de inverno 2003 o mundo do fetiche, das fantasias sexuais e do sadomasoquismo. O preto e o couro não podiam faltar.

    O verão 2004 foi da mulher que transita por aí sem medo, conhecendo mil culturas e sendo influenciada por tudo isso… O resultado pode ser visto em peças delicadas, com sweet colors e flores aquareladas de encher os olhos.

    Já o inverno 2004 veio colorido e com inspiração hippie. Nosso icônico jeans recebeu de braços abertos batas, chapéus e botas de cowboy, num clima pra lá de western.

    Tudo preto no branco,  smoking, camisas e coletes desfiados. No verão de 2005, Carol Trentini dava início a uma longa e feliz parceria com a Ellus. De quebra, ainda teve Erik Marmo para delírio geral.

    Daniella Cicarelli desfilou um inverno 2005 cheio de atitude, bem street e com uma pegada neo-boemia. O nosso jeans apareceu sem lavagens, na essência, fazendo composições nada óbvias com saias ultraromânticas.

    Mais uma vez Carol Trentini deu o ar de sua graça e deixou o verão 2006 da Ellus com muito mais cor, em edição que teve cenografia especial na passarela.

    E fez-se neve! Com babados, mangas bufantes, sedas, tafetás e muita leveza, a Ellus voou junto com a “mulher pássaro” e fez da passarela um show à parte, com Carol Trentini encarando a mulher forte e ao mesmo tempo glamourosa.

    O cenário do nosso desfile verão 2007 foi tão incomum quanto apaixonante: em um busque do Parque Ibirapuera. Um inverno de estampas e amores, com Letícia Birheuer tão estonteante quanto colorida.

    O “caos urbano” invadiu o streetwear, que trouxe de volta Letícia Birkheuer para a passarela no nosso inverno 2007.

    Ficou gostinho de quero mais? Amanhã você confere mais momentos marcantes na trajetória da Ellus no SPFW!

    28/09/2015_12:22
    ROCK IN RIO 2015: KATY PERRY FECHA COM CHAVE DE OURO UM FESTIVAL ÉPICO

    por ANDRÉ PEREZ

    Com Katy Perry como atração principal, a edição de 2015 do Rock in Rio chegou ao fim na noite de domingo, dia 27. A cantora americana fez um set bastante colorido, com oito trocas de roupa, efeitos especiais e todas as suas músicas mais conhecidas. Com apenas três CDs, Perry tem nove canções que alcançaram o primeiro lugar nas paradas dos EUA e, ao longo de 90 minutos de espetáculo, ela cantou todos os seus Número 1 e mais diversos outros sucessos. Assim como tinha feito na sua última passagem pelo festival, em 2012, a morena chamou um fã para subir no palco e a inteiração foi um dos pontos altos da apresentação. Enquanto na vez passada ela chamou um rapaz (que ela inclusive beijou), esse ano ela chamou Rayane (nome que ela não conseguiu entender e optou por se referir como “Rayaya”) e a conversa entre as duas provocou muitas risadas (e um pouco de vergonha alheia) no público. A popstar fechou o espetáculo, e o Rock in Rio, com um dos seus sucessos mais icônicos, “Firework“. A multidão fez coro ao longo de toda a música.

    Antes de Katy, o A-ha fez a alegria dos nostálgicos. A banda norueguesa, cuja apresentação no Rock in Rio de 1991 atraiu 198 mil pessoas e é o maior público tanto do festival quanto da carreira deles, cantou grande parte dos seus sucessos dos anos 80 e encerrou com o clássico “Take On Me“.

    A inglesa Alunageorge, escalada em última hora para substituir a sueca Robyn, fez um bom show apesar de sua apresentação ter coincidido com um enorme temporal que encharcou toda a Cidade do Rock. Já o Cidade Negra , que abriu o palco principal, foi a primeira banda de reggae a tocar no evento.

    No Palco Sunset, o ponto alto foi a apresentação em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro. O show teve participação de Alcione, Simoninha, Buchecha, Roberta Sá, Gabriel, o Pensador, Mara Rita, Fernanda Abreu, Léo Jaime e Davi Moraes. Quem roubou o holofote foi Marrom que trajou uma camiseta de seu ídolo, Axl Rose. O líder do Guns ‘n’ Roses agradeceu a cantora através do Twitter.

    Artistas consagrados dos mais diferentes estilos, um público que foi tão crucial para a beleza do espetáculo quanto os nomes no palco e muita, muita diversão marcaram os sete dias de festival. Mal podemos esperar pelo próximo e agradecemos a nossos parceiros por ter possibilitado nossa participação no evento. Como o slogan do lounge da Pepsi já previa (#PodeSerÉpico), o Rock in Rio 2015 vai ficar para história.

    27/09/2015_13:36
    ROCK IN RIO 2015: RIHANNA ROCKS RIO

    por ANDRÉ PEREZ

    Foram 45 minutos de atraso, não houve troca de roupa e ela não se esforçou com passos de dança elaborados ou com produção gigantesca. Mesmo assim, Rihanna fez um dos shows mais animados do Rock in Rio e, com um histórico de hits de fazer inveja a qualquer artista, fez com que as 85 mil pessoas cantassem junto com ela do começo ao fim do espetáculo. Foram hits antigos (“Umbrella“); novos (“Bitch Better Have My Money“); lentos (“Stay“); animados (“We Found Love“), colaborativos (“Love the Way You Lie“) e solos (“Rude Boy“). A animação do público foi tão intensa que a intérprete caribenha, conhecida por seu ar blasé, encerrou seu set com lágrimas nos olhos e prometendo voltar para o país em breve.

    Assistindo tudo de gargarejo, dançando até o chão e cantando junto todas as músicas, Sam Smith parecia mais um fanático de Rihanna mas o intérprete britânico de apenas 23 anos tinha ocupado o mesmo palco alguns minutos antes. Smith tem somente um álbum mas com três Grammys, vários hits e milhões de unidades vendidas, ele é um dos artistas mais badalados do momento. Durante seu show, ele cantou várias músicas de “In the Lonely Hour“, seu CD de estreia (cheios de canção perfeitas para a dor-de-cotovelo, como as inescapáveis “Stay with Me” e “I’m Not The Only One“, e também a animada e pegajosa “Money on My Mind“) e também músicas de grande sucesso na qual ele participou como vocalista convidado como “La La La” (de Naughty Boy) e “Latch” (do Disclosure).

    O Palco Mundo foi aberto como Lulu Santos que, como já é praxe para os artistas nacionais, fez a multidão inteira cantar junto com clássicos do pop nacional como “Todas As Formas de Amor“, “Assim Caminha A Humanidade” e “Descobridor dos Setes Mares“. A surpresa foi a participação especial do funkeiro Mr. Catra durante “Condição“.

    No Palco Sunset, Angelique Kidjo deu show com seu afropop e, cheia de presença, transformou o palco secundário num verdadeiro carnaval. Mesmo com um repertório desconhecido, ela botou o público para dançar.

    Antes dela, Ultraje a Rigor e Erasmo Carlos também animaram a platéia, mesmo com um som defeituoso. Durante a apresentação dos Brother of Brazil, a banda de Supla e João Suplicy, quem roubou o holofote foi o pai da dupla, Eduardo, que assistiu tudo na maior empolgação.

    O “efeito Rihanna” fez com que esse sábado, dia 27, fosse o primeiro dia a ter ingressos esgotados. E a empolgação pela cantora também fez com que os camarotes do festival atingissem lotação máxima. Rodrigo Simas, Bruno Gissoni, Yasmin Brunet, Gabriela Pugliesi, Giovanna Lancelotti, Agatha Moraes e Gabriel Leone eram alguns dos nomes que circulavam pelos lounge da Pepsi. Mas quem roubou a cena foi Camila Queiroz, a Angel de “Verdades Secretas”. Foi uma das primeiras aparições públicas da jovem atriz depois do explosivo final da novela na noite anterior.

    Depois de duas semanas de festa, o Rock in Rio chega ao fim na noite de hoje. E Katy Perry promete fechar o evento com chave de ouro, com o show mais grandioso visto nessa edição do festival. Mal podemos esperar!

    27/09/2015_02:07
    ROCK IN RIO 2015: PÚBLICO SE ENTREGA A SLIPKNOT E NIGHTWISH

    por ANDRÉ PEREZ

    A noite de ontem confirmou que esse Rock in Rio veio para quebrar recorde de cabeludos, rodinhas e bate-cabeça no gramado do festival. Dos sete dias de festa, nada menos do que três foram dedicados ao rock pesado. E a noite final do metal teve, como principal astro, o Slipknot.

    Os mascarados fizeram um show completo, com tudo que uma grande produção tem direito: chuva de confetes, pirotecnia, efeitos especiais e um público histérico e entregue. Um dos momentos mais marcantes foi em “Spit It Out”, quando, do palco, os metaleiros de Iowa conseguiram fazer com que a multidão sentasse no chão e desse um pulo coletivo.

    Os 90 minutos de show do Slipknot foram, sem duvida nenhuma, o ponto alto da noite que ainda teve, no palco principal, Faith no More, Mastodon e De La Tierra. Esse último — um supergrupo de metal latino, com Andreas Kisser (Sepultura) na guitarra, o mexicano Alex Gonzaléz (Maná) na bateria e os argentinos Sr. Flávio (Fabulosos Cadillacs) no baixo e Andres Gimenez (A.N.I.M.A.L.) no vocal e também na guitarra — abriu a noite e, apesar do gramado esvaziado, conseguiu animar o público. Com um setlist cheio de composições originais em espanhol, a banda também arriscou um cover de “Polícia” dos Paralamas do Sucesso.

    A reação de grande parte do público para o Mastodon e para o Faith No More deixou claro que a maioria estava mesmo era ansiosa para o Slipknot. Isso não impediu ambas as bandas de fazerem shows bons, apesar de que a apresentação do Faith No More foi ofuscada pela queda do vocalista Mike Patton. Ao tentar se jogar na platéia, Patton acabou caindo na fossa que separava o palco da multidão. Apesar do susto, ele se mostrou enormemente profissional e continuou o show até o fim.

    No Sunset, o Nightwish fez um show digno de Palco Mundo. Só o Slipknot, a grande atração do palco principal, causou tanta comoção e gritaria na multidão. A banda finlandesa teve o conterrâneo Tony Kakko, vocalista do Sonata Antartica, como convidado especial.

    Apesar do Sepultura, figurinha carimbada do Rock in Rio, não ter se apresentado este ano, os integrantes do grupo estiveram bastante presentes no festival. Além de Andreas Kisser aparecendo em duas noites de metal, Derrick Green, o atual vocalista da banda, foi o convidado especial da banda Moonspell no Palco Sunset.

    Depois de muita pauleira, hoje o clima muda para o pop. Faltando apenas dois dias para o fim do festival, as grandes atrações de sábado e domingo serão as divas Rihanna e Katy Perry. Fique de olho que amanhã te contamos tudo!

    25/09/2015_10:00
    ROCK IN RIO 2015: NOITE DE ROCK ALTERNATIVO VAI DE JOHNNY DEPP À CPM 22

    por ANDRÉ PEREZ

    Depois de um descanso de três dias, o Rock in Rio voltou fervendo nessa quinta-feira. Sob um calor de mais de 30 graus, o festival teve um dia intenso, com muito suor, muito rock e a presença ilustre (e muito comentada) de Johnny Depp.

    Depp é um dos três guitarristas do Hollywood Vampires. Ele é acompanhado por Joe Perry, do Aerosmith, e Tommy Henriksen, que integra a banda de Alice Cooper. Não por acaso, Cooper é o vocalista do supergrupo, que ainda tem Duff McKagan no baixo e Matt Sorum na bateria (ambos da formação original do Guns ‘n’ Roses).

    Com tantos pesos pesados, não é de surpreender que a superband tenha quase que feito sua estreia oficial no Palco Mundo, na frente de 85 mil pessoas. Antes da noite de ontem, o Hollywood Vampires tinha feito apenas outras duas apresentações — ambas na semana passada — no pequenino The Roxy, em Los Angeles. Sejamos justos: conciliar a agenda dos integrantes deve ser missão semi-impossível.

    A banda tem apenas uma canção original, “Raise the dead”. De resto, eles apresentaram covers de John Lennon, Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd e até do próprio Alice Cooper, como “School’s out”, que contou com a participação especial de Andreas Kisser, do Sepultura. E, apesar da presença de várias lendas do rock, a estrela foi mesmo Johnny Depp. No meio da multidão, milhares de fãs do galã se destacavam, muitos vestidos de Jack Sparrow, o famoso personagem que ele interpreta na franquia “Piratas do Caribe”.

    Apesar da comoção causada por Depp, as principais atrações da noite foram o Queen of the Stone Ages e o System of a Down. Sem álbum inédito faz dez anos, o System fez um show parecido com o que apresentou na última edição do festival, em 2013, mas o público, em êxtase, pareceu não se incomodar. Durante o show do Queen of the Stone Age, quem roubou os holofotes foram as fãs que resolveram mostrar os seios em referência a performance de 2012 da banda no Rock in Rio, na qual o vocalista, Josh Homme, ficou nu.

    Abrindo o Palco Mundo, o CPM22 surpreendeu fazendo um dos shows mais animados. A multidão fez coro em quase todas as canções da banda e, ao longo de toda a noite, nenhuma canção fez o público fazer tanto barulho quanto “Um Minuto Para O Fim Do Mundo”.

    No Palco Sunset, a banda de metal alternativo Daftones era a atração mais esperado. Apesar de um show curto, eles empolgaram com sucessos como “Change” e “Sex tape”. Antes deles, a banda Lambstones fez um show pauleira, propício para muito bate cabeça.

    O palco secundário foi aberto por um show conjunto das bandas de metal nacional John Wayne e Project46, com um show altamente político. Depois, Halestorm, capitaneada pela carismática vocalista e guitarrista Lzzy Hale (acima), também animou.

    lounge da Pepsi bombou o dia todo, com a presença de Caio Castro, Nathalia Dill, Jesus Luz e Samara Filippo. Além de curtir os shows, os convidados aproveitaram o som dos DJs residentes do camarote, Johnny Luxo e Leiloca Pantoja.

    Fique ligado no Sala ELLUS pois ainda temos três dias de festa pela frente. Hoje é dia de mais metal e amanhã te contaremos todos os detalhes.

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