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  • 18/02/2015_01:08
    OUTROS ROQUES: ELLUS DESENVOLVE CAMISETA PARA O CAMAROTE EXPRESSO 2222, EM SALVADOR

    POR IGOR FIDALGO

    Se você é um heavy user de Instagram, deve ter reparado uma programação especial no perfil da ELLUS nestes dias de Carnaval. O foco em Salvador se deu por conta da parceria que fizemos com o Expresso 2222, o camarote mais concorrido da folia baiana.

    Com Flora e Gilberto Gil à frente do projeto desde a sua fundação, em 1998, a Expresso viveu momento emocionante neste Carnaval: para comemorar os 30 anos de axé music, a ELLUS desenvolveu a camiseta-convite que dava acesso ao camarote.

    A cada dia, mais de mil convidados passaram pela disputada varanda instalada em um dos pontos mais nobres do circuito Barra-Ondina. Esta turma super VIP ferveu ao som de ícones do axé, como a cantora Sarajane — hype nos anos 1980 que você deve lembrar do hit “(Vamos abrir) A roda”. Preta Gil,  que comanda o espaço Varanda Elétrica desde 2008, também embalou algumas noites do Carnaval baiano.

    Abaixo, uma seleção de fotos colhidas do Instagram da ELLUS e nos perfis pessoais de dois queridos integrantes da nossa equipe, que representaram a marca no Expresso 2222: nosso gestor de branding, Eduardo Dugois, e o estilista Rodofo Souza, responsável pela concepção criativa das nossas coleções.

    Pelas imagens inspiradoras, fica a pergunta: será que esta viagem ao Nordeste pode fazer a moda da ELLUS se sintonizar com outros roques? É esperar o verão para ver!

    05/02/2015_22:34
    VINIL PARA TODOS: PROGRAMA DE TV, ASTROS DA MÚSICA E AÇÕES DE MARKETING MANTÊM VIVO O SAUDOSO BOLACHÃO

    por ISA TENÓRIO

    Tirar da capa, limpar a poeira com um paninho, colocar no prato, posicionar a agulha com todo cuidado. Depois de alguns segundos de suspense e das deliciosas notas sujas que só os long-plays têm, começa a primeira faixa do disco. Esta é a sensação que um vinil proporciona: ficar sentado ao lado da picape (há que ainda tenha vitrola — muito mais charmoso, aliás), vendo a rodela rodando infinitamente.

    A turma hipermoderna (termo cunhado pelo filósofo Gilles Lipvetsky), que ouve música em aplicativos como Spotify, Rdio e Deezer, certamente não entendem a sensação que outras gerações tiveram a fazer a primeira audição de um disco de vinil.

    Aos amantes deste ritual, damos boas notícias: desde 2013, as vendas de LPs aumentaram nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Brasil, mostrando que a mídia fonográfica está mais viva do que nunca.

    Prova disto é o programa “Minha loja de discos”, cuja segunda temporada está em reprise no canal a cabo BIS (segunda-feira, às 19h). Dirigida pelo jornalista Rodrigo Pinto (abaixo), a série documental percorre os lendários empreendimentos especializados em LPs do Reino Unido, um grupo que persistiu quando as vendas dos discos começaram a cair. Os proprietários contam como sobreviveram ao advento do compact-disc e à música digital, além de conectar Pinto a clientes que são verdadeiros entusiastas da cena.

    Jack White é um dos músicos que capitaneiam a (re)difusão do formato. O seu segundo álbum solo, “Lazaretto”, vendeu mais de 40 mil bolachas.

    Segundo a SoundScan, órgão responsável pelos números referentes à indústria, o disco de 2014 tornou-se o vinil mais vendido em uma semana desde 1994 (ultrapassou as vendas de “Vitalogy”, do Pearl Jam). 

    Os britânicos do Arctic Monkeys, o duo Daft Punk e os queridinhos indie The Strokes também são incentivadores do movimento em prol da volta dos bolachões.

    Brasileiros não ficam atrás: Fernanda Takai, Pitty e Nação Zumbi também entraram na onda e lançaram seus álbuns no formato LP. A banda carioca Glass N’ Glue, liderada pela stylist Marininha Franco (que faz um rock sexy e supercool que a ELLUS ama), dividiu as músicas do álbum de estreia, “Give me some of your dreams”, em três compactos coloridos (abaixo).

    Com o aumento da produção dos vinis, a venda de toca-discos também aqueceu o mercado. Pasmem: modelos modernos vem até com entradas USB.

    Ficou com vontade de se confortar na poltrona degustando aquela textura sonora que só os long-plays te dão? Abaixo, um top 5 da onde você pode comprar discos, picapes e quetais.

    1) EM SÃO PAULO: na Rhythm Records, dentro da Galeria do Ouro Fino (Rua Augusta, 2690 – Cerqueira Cesar).

    2) NO RIO DE JANEIRO: podem ser encontrados na loja Tracks (Praça Santos Dummont, 140 – Baixo Gávea).

    3) EM BELO HORIZONTE: na All Wave Discos (Rua do Rio de Janeiro, 630, loja 44 – Centro).

    4) EM BRASÍLIA: no Berlin Discos (Setor de Diversões Sul, Edifício Miguel Badya, bloco L, loja 63).

    5) EM CURITIBA: no Vinyl Club (Rua Ébano Pereira, 196, loja 05).

    31/01/2015_22:47
    DECIFRA-ME OU DEVORO-TE: EXPO ‘ILUSÕES’, NO RIO, É UM QUEBRA-CABEÇA REFLEXIVO

    por IGOR FIDALGO

    Está em cartaz na Casa Daros, no Rio de Janeiro, uma coletiva que discute interdisciplinarmente as fronteiras do olhar, do entendimento e da reflexão do espectador em relação à contemplação artística. “Ilusões” reúne obras de 11 artistas plásticos (quatro deles coatuam em dupla) da proeminente cena latino-americana, todos com algum estudo acerca da subjetividade do olhar ou da ressignificação do objeto.

    Logo na entrada do museu, o público é recepcionado pela instalação mecânica do argentino Leandro Erlichj. “Piedras (from the wall)” (2003) é constituída por pegadas que emergem de um leito de seixos brancos por meio de um sistema programado, dando a impressão que um homem invisível está andando por ali. Na escolha desta obra para abrir a exposição, os curadores Hans-Michael Herzog e Katrin Steffen aguçam a capacidade do público de diferenciar o que significa realidade do que significa ilusão.

    Leandro Erlich, que participou de um bate-papo com o público no dia em que Sala ELLUS esteve na Casa Daros, diz que suas obras são pensadas para serem ativadas pelo espectador.

    “Realidade é um elemento infinto. Meus projetos têm a capacidade de evocar polissemia entre o público, criando interessantes conversas entre obra e espectador”, disse Erlich, que ainda completou: “Primeiro promovo a experiência de campo para que haja, em seguida, uma reflexão desta experiência. Gosto de explorar diferentes maneiras de olhar as coisas”.

    Outras duas obras do artista argentino integram “Ilusões”. Em “Cambiadores”, de 2008 (acima), o espectador é confrontado a entrar num provador de roupas, com cortinas e espelhos bem tradicionais. Dentro, um inteligente jogo de espelhos reflete infinitamente a imagem de quem atravessa pelas molduras e portais falsos, tudo construído com um rigor matemático digno de um projeto de arquitetura.

    A paixão pela arquitetura, inclusive, veio de berço: durante a palestra, Leandro Erlich contou que vem de uma família de urbanistas e designers de interiores e que, em vez de construir edifícios, preferiu construir histórias. O uso de espelhos, recurso muito explorado no seu trabalho e presente em “Cambiadores”, é uma forma de incitar o espectador à reflexão.

    “Uso o reflexo para convidar as pessoas a questionar suas reflexões internas”, respondeu ele à uma pergunta feita por nós.

    A terceira obra de Erlich presente na exposição (“Las puertas”, de 2004, foto acima) parece ter saído de um filme de David Lynch: um quarto escuro, com duas portas; debaixo delas, frestas de luz insinuam que o sol ilumina o outro cômodo. Nada disso: ao atravessarmos o portal, o feixe que saía da base da porta é desativado. Do outro lado, um quarto escuro. Qualquer semelhança com as cenas perturbadores de Laura Dern e Justin Theroux em “Impérios dos sonhos” (filme de Lynch oriundo de 2006) é mera coincidência.

    Também participam de “Ilusões” o artista alemão radicado no Uruguai, Luis Camnitzer, que tem na escultura tipográfica “This is a mirror. You are a written sentence”, produzida entre 1966 e 1968 (acima), um de seus mais fortes manifestos. A frase funciona como um espelho; no entanto, em vez do reflexo de quem mira na obra, uma sentença irônica que resume a obviedade das atividades prosaicas do homem pós-moderno.

    Em outra obra, Camnitzer questiona o conceito de arte. Depositados em sacos plásticos, os objetos mundanos de “Arbitrary objects and their titles” (1979) — tais como lente de óculos, rolha, papel amassado, prego, dado, plástico de embrulhar, pedaço de gorgorão, corrente e pedra, entre outros — aparecem presos na parede do espaço expositivo, devidamente etiquetados com títulos-cabeça. Seria aquilo tudo, de fato, arte ou somos nós quem classificamos como arte as imagens que consumimos?

    Luis Camnitzer segue discutindo arte em “Two identical objects”, de 1981 (acima), onde equaliza uma nota de 1 dólar com um pedaço de jornal, ambos do mesmo tamanho e amassados. Cá o alemão indaga: a arte é digna de ser comprada com o dólar ou merece ser embrulhada no jornal? Vale dinheiro ou deve ser descartada? Qual dos dois objetos teria maior valor artístico enquanto ready made? Esta obra é arte?

    Duas instalações utilizam o terno masculino como matéria-prima elementar. Mas é o rombo que atravessa os 270 trajes (formados por paletó e camisaria) de “Silence your eyes”, de 2012 (abaixo), da dupla espanhola Los Carpinteros, que é o elemento de contemplação. Fitando a instalação por um hemisfério, é possível estender o olhar por 16 metros, já que o buraco atravessa toda a estrutura da obra.

    Em “O presságio seguinte (experiência sobre a visibilidade de uma substância dinâmica)” (2007), o carioca José Damasceno explora o seu já habitual trabalho de estudo da tensão com fios segurando as paredes de um ambiente. Nesta obra, no entanto, os fios saem de dentro de um manequim vestido com um costume completo, numa das obras mais memoráveis da exposição.

    Ilusões videográficas são discutidas pelo mexicano Mauricio Alejo, que apresenta cinco trabalhos reproduzidos em sequência na parede de um recuo do museu (a Casa Daros ocupa um casarão neoclássico de 1866 formado por quatro estruturas geminadas). São vídeos de durações muito curtas, que retratam objetos de dia a dia em situações de transformação e transição (como a linha colorida escorrendo pelo ralo em Red”, de 2003, de longe o nosso preferido de Alejo).

    Mas é a videoarte “Boca de tabla”, de 2007 (still acima), da mexicana Teresa Serrano, que mais chamou a nossa atenção. Filmado com exímia habilidade de execução, os planos retratam a solidão de uma mulher dentro de uma casa enorme. O som de seus passos é orquestrado com o abre-fecha de portas e janelas, da mesma forma que fumaça de um cigarro é remixada ao vapor de uma chaleira.

    Com ecos de M.C. Escher, a protagonista sobe e desce a escadaria de madeira em loops que se sobrepõem. Parece enclausurada dentro de uma vida dolorosa e melancólica, e a casa, enquanto labirinto implacável de isolamento, parece ser um paradigma da videoartista mexicana para falar sobre o aprisionamento sofrido por quem está eclipsado por suas ideias.

    Ficou curioso? “Ilusões” fica em cartaz por mais duas semanas. A Casa Daros fica em Botafogo, Zona Sul do Rio (Rua General Severiano, 159).

    28/01/2015_16:00
    GPS GASTRÔ: SEIS FOOD TRUCKS PARA VOCÊ EXPERIMENTAR JÁ

    por ISA TENÓRIO

    Que atire o primeiro x-tudo (assim mesmo, com a letra “X” no lugar da palavra “cheese”) quem nunca se rendeu a um podrão. Ou vá dizer que você, no ápice da larica, nunca voou no pacote de pipoca vendido naquela carrocinha da esquina (caprichado no leite condensado, por favor) ou ignorou o mistério que ronda a receita dos tradicionais churros fritos em óleo duvidoso, empanados em uma suposta mistura de açúcar e canela, para se deliciar com o recheio de doce de leite em dias de fúria gastronômica?

    Mas qual é do hype das comidas de rua? Se antes os glutões puristas ou os naturebas xiitas torciam o nariz para barraquinhas e quetais, a febre dos food trucks tem feito esta turma abrir a boca.

    Os caminhões gastrô comercializam de tudo: do fast food à comida japonesa — tudo com tempero sofisticado, e, de preferência, apresentados em um cardápio gourmet.

    Dando um upgrade no formato difundido pelas caminhonetes de sorvete que muito vemos pelos Estados Unidos (foto acima), estes restaurantes sobre rodas estão por toda São Paulo. Abaixo, um GPS para você encontrá-los.

    BLACK ‘N LOAD COFFEE TRUCK: Esta cafeteria sobre rodas surpreende com a quantidade de opções, servindo do clássico espresso ao afogato.

    Dica: experimente o waffle de nutela e os biscoitos artesanais. O food truck não tem ponto fixo, mas a Sala ELLUS descobriu onde ele vai estar amanhã: no Evento Gastronômico do Bem (Praça Charles Miller – Pacaembú).

    D’MACARONS: Os famosos doces franceses foram para as ruas neste nada discreto trailer rosa. Tem 12 recheios — entre eles, destaque para o de banana caramelada, o de pistache e o de frutas vermelhas.

    Saboreie no Butantan Food Park (Rua Agostinho Cantu, 47 – Butantã) e na Feirinha Gastronômica Jardim das Perdizes (Av. Marquês de São Vicente, 2300 – Barra Funda).

    LOS MENDOZITOS: Pode um food truck não vender food? Segundo o Los Mendozitos, pode sim.  São servidos apenas vinhos da região da Mendoza, na Argentina, mas de diferentes classes (tinto, rosé, brancos, espumantes) e com preços acessíveis (taças variam de R$ 10 a R$ 16).

    Este wine truck vai estar sábado no Viradão Cultural (altura da Av. Europa), na Pracinha Oscar Freire (Rua Oscar Freire, 974) e no Butantan Food Park. No domingo, pode ser encontrado no Panela de Rua (Praça Benedito Calixto, 85 – Pinheiros).

    MASSA NA CAVEIRA: Sabores sugeridos pelos clientes são adicionados ao cardápio desta combi especializada em pizzas. Sugerimos a de shimeji com mussarela e alho-poró e abobrinha com cream cheese.

    Há que diga a de ganache de chocolate com uva e banana é um sonho.

    SPIRO GIRO: Comidas árabes (ave, kebab) são as atrações deste truck. É claro que o falafel e as batatas rústicas não poderiam faltar.

    Mas a boa notícia é para os paulistas de Campinas: este tem ponto fixo na Av. Albino José Barbosa de Oliveira, 1539, em Barão Geraldo.

    TEMAKI PAULISTA: Não precisamos nem explicar o cardápio, só frisar que há variedade. E este truck não vive só de temakis (experimente o bolinho de salmão crispy).

    Também tem pontos fixos: um em Perdizes (Av. Sumaré) e dois em Santana (Av. Luiz Dumont Villares, 560 e Praça Heróis da Força Expedicionaria).

    BURRITOS BRAVO: Você pode ficar mais perto do México almoçando neste caminhãozinho, que, é claro, além dos burritos, tem nachos, tem tacos e, para quem está de dieta, tem até uma boa salada!

    Neste sábado, estará estacionado em frente à Arena Corinthians (Avenida Miguel Ignácio Curi, 111 – Estação Itaquera).

    22/01/2015_12:40
    ENSAIE OS COVERS QUE O FOO FIGHTERS APRESENTA NA TURNÊ QUE CHEGA A SÃO PAULO AMANHÃ

    por IGOR FIDALGO

    Até ontem, o Foo Fighters só tinha se apresentado no Brasil em festivais. Mas com a turnê de “Sonic highway”, álbum mais recente da banda liderada por Dave Grohl, eles fizeram a sua estreia solo no País, com um espetáculo que ebuliu Porto Alegre durante três horas.

    Mas quem é fã de FF, já está acostumado com shows longos. Afinal, quem não lembra da lendária apresentação do Lollapalooza de 2012? Se você é um dos esquecidos, relembre assistindo o vídeo abaixo, um achado no YouTube que registra as explosivas 2 horas e meia de performance.

    O show em Porto Alegre contou com o mesmo número de canções de 2012 (26), sendo que em “Sonic highway” a banda faz uma série de covers — que, diga-se de passagem, incendiou ainda mais o público de 30 mil pessoas. Para você que estará amanhã no Estádio do Morumbi, montamos um aperitivo histórico: a lista abaixo reúne os clipes originais de músicas de outros ícones do rock que Dave Grohl e cia revisitam nesta turnê.

    Em “Cold day in the sun” (música de “In your honor”, de 2006), Dave Grol começa um momentinho jam session e puxa um cover de “Daft Punk is playing in my house”, do LCD Soundsystem.

    Em seguida, o baterista Taylor Hawkins toma conta dos vocais e canta “Another one bites the dust”, do Queen.

    Depois de um bloco de hits pontuado por “I’ll stick around”, “Monkey wrench” e “Times like these”, o Foo Fighters abre uma série de covers com “Detroit rock city”, do Kiss.

    Seguem com “Miss you”, do Rolling Stones (que a ELLUS ama).

    Terminam o set de versões com “Under pressure”, mítico dueto de Queen e David Bowie gravado em 1981. Abaixo, o manifesto político que leva a assinatura do antológico diretor de filmes musicais David Millet (vale clicar aqui para checar o currículo do britânico que filmou inúmeros vídeos para Joan Jett, AC/DC, Billy Idol, Erasure e INXS).

    Mesmo podendo haver pequenas mudanças, este é o mood do show de amanhã (no Rio de Janeiro, o Foo Fighters se apresenta no domingo; ainda passa por Belo Horizonte na próxima quarta-feira). Para você preparar o coração rock ‘n’ roll, segue o setlist da apresentação de Porto Alegre.

    1) “Something from nothing”
    2) “The pretender”
    3) “Learn to fly”
    4) “Breakout”
    5) “Arlandria”
    6) “Generator”
    7) “My hero”
    8) “Congregation”
    9) “Walk”
    10) “Cold day in the sun” (com “Daft Punk is playing at my house” e “Another one bites the dust”)
    11) “In the clear”
    12) “I’ll stick around”
    13) “Monkey wrench”
    14) “Skin and bones”
    15) “Wheels”
    16) “Times like these”
    17) “Detroit rock city” (cover)
    18) “Miss you” (cover)
    19) “Stiff competition” (cover)
    20) “Under pressure” (cover)
    21) “All my life”
    22) “These days”
    23) “Rope”
    24) “Outside”
    25) “Best of you”
    26) “Everlong”

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