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  • 15/04/2015_10:00
    POR QUE VOCÊ DEVE ASSISTIR OS FILMES DE JULIANNE MOORE EM CARTAZ

    por MILENA COPPI

    A vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Oscar deste ano, Julianne Moore, é dessas mulheres transgressoras. Sempre ruiva, a atriz norte-americana começou a carreira em 1990, no longa “Contos da escuridão”, e, ao longo de sua trajetória, acumulou cinco indicações à estatueta: “Fim de caso” (2000) e “Longe do paraíso” (2002), como Melhor Atriz; “Prazer sem limites” (1998) e “As horas” (2002), como Melhor Atriz Coadjuvante.

    Em 2015, brilhou novamente com “Mapa para as estrelas” e “Para sempre Alice” — este último, lhe rendeu a premiação de Melhor Atriz no Oscar, no Globo de Ouro no Spirit Award, no BAFTA, no SAG e no Hollywood Awards. Mas não é são só pelos prêmios que você deve assistir estes dois filmes, que ainda estão em cartaz em algumas salas de São Paulo.

    Dirigido por David Cronenberg (dos cultuados “A mosca” e “Cosmópolis”), ”Mapa para as estrelas” (foto acima) narra o drama hollywoodiano de Havana Segrand (Julianne), uma atriz frustrada que busca voltar o estrelato gravando o remake de um papel que já foi interpretado por sua mãe anos atrás. Também integram o elenco Mia Wasikowska (que você conhece de “Alice no país das maravilhosa”), Robert Pattinson (o vampirão Edward da saga “Crepúsculo”) e John Cusack (ave, “Alta fidelidade”), todos dispostos a fazer tudo pelo sucesso.

    Em “Para sempre Alice” (abaixo), Julianne encara a Dra. Alice Howland, uma linguista bem-sucedida que, de repente, se depara com o diagnóstico de Alzheimer aos 50 anos. Dirigido por Richard Glatzer e Wash Westmoreland, o filme narra a evolução do quadro clínico de Alice, demonstrando o sofrimento da família e o desenvolvimento da doença.

    Ambos filmes retratam questões contemporâneas que muito temos ouvido falar por aí: a superficialidade do culto à celebridade e o ageismo (desvalorização midiática que astros sofrem depois dos 50 anos; o assunto gerou discussão nas redes sociais depois do tombo de Madonna no Brit Awards) e a ressignificação da vida.

    Não vamos falar mais nada. Só que “Mapa para as estrelas” ainda está no Espaço Itaú, no Shopping Frei Caneca, e“Para sempre Alice” está em cartaz na Caixa Belas Artes. Assista já.

    10/04/2015_09:00
    O QUE HÁ POR TRÁS DO LANÇAMENTO DA ELLUS KIDS

    por MILENA COPPI

    Sabe aquela banda que seu pai sempre escutou, e hoje figura no top 10 do seu iPod? Ou aquela camisa superestilosa — vintage, se preferir — herdada dele? Essas referências, coisas que passam de pai para filho, foram a inspiração para a ELLUS criar uma linha dedicada aos pequenos, que, assim como seus pais, já nasceram com um pezinho fashionista.

    A linha infantil, batizada de ELLUS KIDS, foi lançada no fim de março, durante o Fashion Weekend Kids, no Shopping Cidade Jardim. Totalmente em sintonia com o DNA urbano e provocativo da ELLUS, a coleção de inverno 2015 traz peças cheias de bossa para meninos e meninas de 4 a 14 anos.

    São t-shirts de bandas e jaquetas de motocross, tudo diretamente referenciado na festejada rebeldia da ELLUS — que, como você já sabe se inspirou no grafite das tribos urbanas de Nova York para o seu inverno 2015. Este tema é refletido na ELLUS KIDS, que traz camisaria xadrez e calça skinny para quem é roqueiro desde o berço.

    Embora ainda não tenha data oficial para chegar às lojas, nossa linha de meninos e meninas pode ser encontrada na Online Store a partir de… hoje! Mas adiantamos que as filiais da Oscar Freire e da Cidade Jardim serão as únicas da rede que comercializarão as peças infantis. Mas pode esperar: contamos no nosso Instagram quando o lançamento for confirmado!

    Sortudos foram nossos miniconvidados que estiveram no desfile da marca no Fashion Weekend Kids, que aconteceu na Cidade Jardim. Na passarela da ELLUS KIDS, muito estilo embalado pelas músicas de Anitta (que estava presente).

    A after-party aconteceu na nossa loja, onde estava sendo promovida uma pré-venda especial ciceroneada pela gatinha mais famosa do mundo, a Hello Kitty.

    08/04/2015_09:00
    MAIS UMA PÁGINA NA HISTÓRIA ENTRE A ELLUS E ALEXANDRE HERCHCOVITCH

    por IGOR FIDALGO

    ELLUS e Alexandre Herchcovitch já são velhos conhecidos. Embora ambas marcas façam parte do grupo InBrands, as colaborações são anteriores às aquisições: em 1994, Nelson Alvarenga, fundador da ELLUS, ao lado da diretora criativa Adriana Bozon, convidaram Herchcovitch para desenhar uma coleção de 30 itens.

    “Tivemos esta parceria por três coleções e, vinte anos depois, fui convidado novamente e aceitei”, relembra o estilista paulistano no Jornal ELLUS. No passado, voltou a pintar um clima entre as duas empresas de moda, quando Herchcovitch assinou o styling do desfile de verão 2015 da Ellus Second Floor no Fashion Rio.

    Contanto, a parceria atual é igualmente vigorosa, já que a linha ELLUS por Herchcovitch mescla a autoridade da primeira marca em denim com o DNA da segunda, mesclando ainda as identidades dos autores por meio de um desenvolvimento a quatro mãos — ou seis, já que a Adriana Bozon assina a criação da ELLUS com o estilista Rodolfo Souza.

    Batizando a estratégia de crossbranding, uma logomarca exclusiva (foto acima). O festejado ícone de asa da ELLUS substituí a letra “e” da tipografia clássica da Herchcovitch (marca do estilista dedicada ao seguimento casual, com foco em jeanswear). 

    Uma parceria tão grandiosa não podia deixar de render interesse da mídia especializada. O blog da editora de moda Lilian Pacce deu o furo: informou, em primeira mão, que alguns itens da coleção, como camisetas e moletons, já chegaram à algumas lojas (tem na Oscar Freire, tem no Iguatemi). O site da Folha de S. Paulo também lembrou que, embora não seja a primeira vez que as marcas colaboram, é a primeira vez que um projeto de associação de marcas acontece dentro de um mesmo grupo de moda nacional.

    O site da Vogue, por sua vez, destacou as primeiras imagens da campanha, que trazem a modelo Regina Krillow ao lado de Mateus Verdelho vestindo as peças da coleção. Também foi lembrado que o lançamento será oficializado durante um desfile na flagship store da ELLUS na Oscar Freire. Rola em maio!

    Clique aqui para ler a matéria da Lilian Pacce.

    Clique aqui para ler a matéria da Folha.

    Clique aqui para ler a matéria da Vogue.

    21/03/2015_10:00
    SHOW GRATUITO NO RIO ENCERRA FESTIVAL DEDICADO À NOVA CENA POP ELETRÔNICA

    por ALEXIA CHLAMTAC

    No dia 7 de março, foi dado início ao festival “Polos”, projeto que acontece no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, e cujo mote é apresentar por meio de videoclipes e shows a nova cena pop eletrônica carioca.  O line-up é formado pelo produtor musical Diogo Strausz, pelo diretor de cinema e DJ Julio Secchin e pelos cantores Apollo e Mahmundi.

    Strausz, que é um tipo de Mark Honson brasileiro, assina a produção musical do incensado “Rainha dos raios”, disco de Alice Caymmi repleto de referências do trip hop dos anos 1990. O ritmo foi imortalizado por projetos memoráveis como Massive Attack, Air e Portishead e nada mais é do que uma música eletrônica contemplativa, não necessariamente produzida para dançar.

    O show de Diogo Strausz no “Polos” marcou o lançamento de seu primeiro álbum, “Spectrum Vol. 1″. Tal como Ronson (o inglês que produziu Amy Winehouse, Lily Allen e Adele), Strausz não canta. Por isso, convida cantores de forte presença para embalar as músicas que compõe, como no caso de “Right hand of love” (acima), que conta com a voz do inglês Jacob Perelmuter.

    Na mesma noite, Julio Secchin embalou o público com um DJ set muito inspirado na vaporwave — gênero musical que se desdobrou do seapunk e da chillwave, repleto de referências iconográficas dos anos 1980 e 1990, especialmente pelas alterações de velocidades de rotação e por (d)efeitos especiais, como o barulho emitido pelo tocador de CD quando o disco está arranhado. Minutos antes do set de Secchin, contudo, a plateia assistiu ao videoclipe do DJ, “Hey”.

    No dia 14 de março, foi a vez de Marcela Vale, que atende artisticamente pelo alter ego de Mahmundi. “Sentimento”, música brindada como “Melhor Nova Canção” no Prêmio Multishow de 2014, virou videoclipe dirigido por Pablo Monaquezi (abaixo), que foi exibido no telão do teatro do centro cultural.

    Em seguida, Mahmundi contagiou a plateia com sua voz rouca e melancólica, que nos remete diretamente ao timbre das mulheres roqueiras dos anos 1980 (vide Marina Lima e Rita Lee).

    Neste final de semana, o festival “Polos” termina  com show do cantor Apollo, que coatua no projeto como curador. Quando assistimos ao videoclipe de “Crash” na coletiva do evento (Sala ELLUS esteve no encontro montado exclusivamente para influenciadores digitais no final de fevereiro), de longe, nos identificamos com o punch esportivo do artista — que, diga-se de passagem, tem tudo a ver com a linha ELLUS JOGGING DENIM, o carro-chefe do nosso inverno 2015.

    O eletropop sofisticado de “Crash” tem um refrão hipnótico e sexy que não sai da nossa cabeça. Se você quiser assistir ao show de Apollo (que é aberto ao público), chegue por volta das 20h30 no Oi Futuro de Ipanema: os ingressos serão distribuídos na bilheteria do centro cultural.

     

    05/03/2015_09:00
    EXPO NO GUGGENHEIM DE BILBAO É ROTEIRO INDISPENSÁVEL PARA QUEM VIAJA À PROCURA DE ARTE

    por ALEXIA CHLAMTAC

    Se você está com visita marcada à Espanha, não deixe de passar pelo Guggenheim, em Bilbao. Por lá, está em cartaz até maio a mostra “The art of our time: Masterpieces”, que celebra os vinte anos de abertura do museu na cidade basca.

    A expo apresenta obras-primas das coleções permanentes de todos os museus Guggenheim (Nova York, Veneza, Bilbao e Abu Dhabi) e apresenta a evolução do acervo de Bilbao desde o início até os dias de hoje.

    Os trabalhos ocupam os três pavimentos do museu. Do terceiro andar até o térreo, a configuração histórica das coleções vai se revelando gradualmente, apontando, por meio da curadoria, o envolvimento entre elas.

    Não só as obras contemporâneas de Jeff Koons (como “Puppy”, o cachorro de flores que você vê acima) merecem a sua atenção. Está lá “Mamam”, a aranha gigante de Louise Bourgeois (abaixo) que ocupou o jardim do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) em 2011, entre outras relíquias de Joseph Beuys e Richard Serra (instalação “The matter of time”, das placas orgânicas abaixo).

    Além das obras, a própria construção do arquiteto Frank Ghery, reconhecida como uma das estruturas mais importantes do nosso tempo, valem a sua visita.

    Quem diz isso, não somos nós, da Sala ELLUS: Adriana Bozon, diretora criativa da marca, passou por lá e avisa: “É sublime”!

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