Arquivo do Autor: ellus

01/06/2015_10:00

Tem quem taxe a peça de careta, mas a camisa polo é um clássico dos armários masculinos. Emergiu após ser usada pelo tenista René Lacoste em 1926, tempo em que o esporte era praticado com camisas de mangas longas e gravatas. Da quadra para o mundo, se tornou o que é por entrar em cena criando looks classudos com conforto infinito.

Diante de uma extensa cartela de cores, a máxima é a mesma: pensar na tonalidade da própria pele para conseguir avaliar. Ainda em dúvida? A escolha de cores mais neutras talvez ajude. Perceba a camisa como um básico que, no inverno, ganha ainda mais possibilidades com sobreposições de suéteres e casacos.

Na Online Store, uma série de modelos já está disponível. Há quase 100 anos, a camisa pode ser usada com tudo e vai provar, mais uma vez, que rótulos não servem para nada.

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30/05/2015_10:00

por RAISA CARLOS DE ANDRADE

Quando se pensa em viver de economia criativa, cidades como Nova York e Londres se tornam escolhas arriscadas. A mudança requer cuidado e, para viver de arte, melhor partirmos do custo de vida. Berlim, a mais comentada das cidades, está a beira da saturação.

Pensamos um pouco além e listamos novos cantos do mundo em ascensão, nos quais é possível ter acesso, ampliar o processo criativo e ser, de fato, um cidadão do mundo em paz.

LEIPZIG, na Alemanha

Para muitos, Leipzig é a nova Berlim. Com aluguéis baratos em casas pré-fabricadas, apartamentos e fábricas que podem ser reaproveitadas, a cidade é a segunda mais populosa da Alemanha.

Lá, a Leipzig Academia de Artes Visuais está repleta de novos pintores e, como a Alemanha valoriza a arte contemporânea, mesmo alunos internacionais podem estudar. E o melhor: sem pagar por isso.

ATENAS, Grécia

Com mais de 50 coletivos de arte, espalhados em lojas vazias, a capital grega está recebendo cada vez mais artistas internacionais. A crise política vivida pela Grécia serviu para dar força à arte.

Especula-se que os olhos do mundo se voltarão à Atenas em 2017, quando a cidade receberá o Documenta, evento alemão que ocupará espaços públicos com arte. Programe-se.

BOGOTÁ, Colômbia

Com preços bem mais acessíveis que os praticados no Brasil, a Colômbia já é lar para artistas há tempos. Agora, Bogotá recebe uma nova geração, cada vez menos impulsionada por dinheiro ou galerias de arte. Enquanto a street art fervilha, Bogotá emana imagens e tinta fresca esquinas.

VARSÓVIA, Polônia

Varsóvia vive o que aconteceu há cerca de dez anos em Berlim. A cena artística está escondidinha em lugares lúdicos, como castelos com energias hypadíssimas. Em setembro, a quinta edição do Warsaw Gallery Weekend lotará a cidade com uma extensa programação de eventos.

Vale ficar atento a Cracóvia, Lodz e Gdańsk que também refletem o quanto a Polônia vem se tornando um lugar delícia para se viver.

LIMA, Peru

O novo destino artístico da America Latina está no Peru. A cada ano, Lima vem atrai mais visitantes para eventos como ArtLima e Parc. Na capital peruana, a cena está dividida entre Miraflores e Barranco, bairros bem cuidados e boêmios, lotados de artistas plásticos, colecionadores e curadores.

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25/05/2015_10:00

por RAISA CARLOS DE ANDRADE

Já deve ter dado para sacar que o jogging denim é o nosso assunto principal neste inverno 2015. Com muito mais flexibilidade que o denim tradicional, estas calças possuem o conforto do moletom na parte interna e vêm para engrossar o time de quem acha que ser normal é mais legal.

A seguir, contamos algumas propostas da ELLUS para a tendência que vai com tudo, para todos os lugares e, justamente por isso, se faz fundamental.

SKINNY LITTLE B****!

A cintura intermediária (nem baixa, nem alta; no lugar) e o corte superjusto tornam esta calça um ícone atemporal no seu closet. Desta vez, o toque sutil da malha aumenta a possibilidade dos movimentos e mantém o ar cosmopolita com botas, jaquetas, blusas oversize e todos os acessórios permitidos pela vontade.

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ROCK AND ROLL ALL NITE!

Atitude rocker que eleva o denim! Silhueta ajustada, que funciona bem para homens esguios, possibilita as dobras na barra que amamos. Dica: aposte em meias nada óbvias!

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WASH ALL OVER ME!

Aliado para os dias corridos, o denim com lavagem clara se torna ainda mais prático com a tecnologia aplicada ao tecido. Com possibilidades múltiplas de uso, o modelo five pockets vai da camiseta ao blazer, do tênis às botas.

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BACK TO THE BASICS

É o modelo mais essencial. A cara é de jeans, mas a flexibilidade é de malha. A t-shirt branca na foto ajuda a entender porque menos é mais. Deixe a ousadia para a escolha de uma calçado sofisticado.

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THAT 70′S SHOW!

Com punch setentista, o modelo classudo está entre os favoritos da temporada. A lavagem escura permite muito além do dia; com camisas vaporosas e sandálias de santo grosso (tal como a de salto tratorado que a modelo usa na foto) , o corpo ganha um equilíbrio particular.

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02/05/2015_10:00

por RAISA CARLOS DE ANDRADE

Os últimos vinte anos serviram para endossar o movimento artístico de Berlim. O que já foi apenas corajoso ganha espaço no cenário, sobretudo pela influência criativa que paira sobre a capital alemã.

Por isso tudo, montamos uma seleção com jovens nomes que se destacam neste processo vivido pela cidade, que se tornou um dos lugares mais interessantes para pesquisar, desenvolver e absorver criação na atualidade.

Mas atenção: nem todos são alemães nativos. Vindos de diversos cantos da Europa, estes cinco artistas se radicaram na cidade e estão, neste momento, nutrindo profundo interesse de amantes de artes plásticas e viajados colecionadores. 

JULIETTE BONNEVIOT: A artista, que começou na pintura tradicional, hoje conduz seu trabalho distante das primeiras inspirações. Juliette desenvolve torsos de plástico PET e cria paisagens hiperdigitais com tintas e óleo.

Assim, questiona as fronteiras do que transita entre a materialidade e a imaterialidade. “Xenoestrogens” é a sua expo mais recente e esteve em cartaz no Berlin’s AutoCenter (Leipziger Straße, 56 10117). Se você está em Londres, pode conferir algumas obras de Juliette no Institute of Contemporary Arts (ICA) até o dia 21 de junho.


ANNA UDDENBERG: Com esculturas inspiradas em corpos femininos, a artista sueca aborda um estudo sobre sexualidade, identidade, política de beleza e gênero. Anna trabalha de maneira múltipla, ampliando a ótica que podemos ter sobre os códigos estabelecidos sobre sensualidade e poder. 

“Jealous Jasmine”, que você vê ilustrando este post (acima), é uma das de suas esculturas mais recentes, em cartaz na galeria Sandy Brown (Goebenstraße 7, 10783) até o dia 31 de maio.

DANIEL KELLER: Incluindo a tecnologia 3D, o artista mistura acrílico e materiais naturais como conchas. A junção se tornou sua marca registrada, encapsulando o tempo real sentido entre a matéria-prima bruta e a tecnologia.

Oriundo do coletivo AIDS-3D, que chegou ao fim em 2013, Keller agora destaca seus contrastes individualmente. “Kai ❤ Dalston”, em cartaz na Kraupa-Tuskany Zeidler (Karl-Liebknecht-Straße, 29 – 10178), pode ser vista até o dia 4 de julho.

MIA GOYETTE: Com aspecto sutil, o trabalho de Mia Goyette é desenvolvido de forma altamente creepy. Uma mistura de resíduos de mortos atrelados a garrafas de plástico, cabos USB e flores falsas, Mia navega entre a cultura de consumo, aliando natural e artificial para que parta do espectador refletir sobre o que se encontra na grandiosidade dos opostos.

É representada pela CEO Gallery (Båstadsgatan, 4 – 21439), que tem alguns trabalhos da artista disponíveis em seu acervo.

MARTIN KOHOUT: Trabalhando em uma série de plataformas, o artista tcheco questiona o universo que cerca a cultura da produtividade, do consumo e como todas estas ideias estão atreladas à tecnologia. Mesmo não estando em cartaz na capital alemã, ele movimenta a cidade com Tole, seu alter ego musical, e com a TLTRPreß, sua empresa de impressos.

Prova de que os artistas berlinenses geram buzz por toda a Europa e a integração do trabalho de Kohout na recente exposição “Generation smart”, em cartaz no The National Gallery até o próximo 6 de junho.

23/04/2015_13:02

por IGOR FIDALGO

divergências sobre a primeira vez que o militarismo inspirou a moda: alguns confundem a febre do workwear no pós-guerra; outros são mais conservadores e dizem que foi em 1997, na Europa, quando camuflados e aviamentos utilitários ganharam força. Mas ninguém discute quando dados contemporâneos apontam que vestir-se com verde oliva ou estampas de guerra está está intimamente ligado ao que os americanos chamam de reality check.

Em 2001, o 11 de Setembro aconteceu às vésperas da Semana de Moda de Nova York. Por segurança, os desfiles foram cancelados uma questão logística prejudicou as vendas: com os aeroportos fechados, compradores não tinham como viajar para fazer pedidos.

Em novembro daquele Ano, a Vogue América estampou Britney Spears, então namoradinha dos EUA, em sua capa. Na Europa, dez tops foram capa da edição inglesa da mesma revista em dezembro. A chamada não poderia ser mais patriota: “Fashion force” (“Exército da moda”, em tradução livre) vinha titulado abaixo da logomarca da icônica revista em vermelho, azul e branco, as cores das bandeiras norte-americana e britânica.

Em seguida a este chamado dos aliados, a moda se voltou para os anos 1970 e ressuscitou tye dyes e a cultura indiana. Era preciso encontrar a paz.

Este ciclo de guerra e trégua seguiu e hoje, quando a ELLUS lança a sua coleção de inverno 2015, vemos uma nova pegada militarista em voga. O camuflado chega mais desenhado, com rigor de cartum, e em dois tons, como você vê nas imagens que ilustram este post.

Inovador é também o tratamento estonado do jeanswear, que foi corroído em algumas regiões nas formas sinuosas da estampa de guerra. Abaixo, alguns itens já disponíveis na Online Store. Em breve, desdobraremos mais militarismo do inverno da ELLUS nos posts da Sala.

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