• 31/08/2015_10:00

    por IGOR FIDALGO E LUA SARAIVA

    Com a estreia de “Homem-Formiga” nos cinemas, uma antiga pergunta que os fãs de quadrinhos vêm se fazendo foi respondida: por que um dos heróis mais populares da Marvel, que vem a ser um dos principais fundadores dos Vingadores, não aparece no filme seminal de 2012? O motivo era ululante: a história de Hank Pym, o genial cientista que inventou um traje que miniaturiza qualquer pessoa que o veste, merecia ser contada a contento.

    Para o filme que acaba de entrar em cartaz, Michael Douglas ficou com o papel de Pym, mas o foco da história é Scott Lang, ladrão recém-saído da prisão e que é procurado pelo cientista para assumir a sua persona heróica. Protagonizado pelo ator cult Paul Rudd (de “Clueless – Patricinhas de Beverly Hills”, de 1995, e “As vantagens de ser invisível”, de 2012), os efeitos fantásticos de “Homem Formiga” funcionam como uma versão 2015 de “Querida, encolhi as crianças” (1989) mas, o que vale mesmo, é ver o aparecimento em tela grande da épica Vespa (personagem igualmente importante da Marvel, também fundadora dos Vingadores).

    Mulher de Hank Pym, a heroína com asas de libélula morreu em uma operação de guerra mas o cientista passou anos aperfeiçoando o seu traje e tudo indica que a Evangeline Lilly (a eterna Kate, de “Lost”), filha da Vespa original, vai assumir o papel da mãe na continuação de “Homem-Formiga”.

    Inspirados pela mais nova adaptação da Marvel, vamos relembrar os primeiros dez filmes de cada herói que não sai da nossa cabeça. Segura o fôlego.

    “X-MEN” (2000)

    Os quadrinhos de X-Men geraram uma indústria de personagens mutantes e sua primeira versão cinematográfica deu vida a essas legiões, dando forma e se tornando um clássico de sci-fi. O longa é emocionante e a visão circunspecta do inventivo Bryan Singer contribuiu para que o filme superasse as expectativas dos fãs.

    A variedade de efeitos especiais simultâneos não permite que o telespectador fique entediado e o roteiro é inteligente e significante. As performances são excelentes, especialmente a de Patrick Stewart, que nunca deixa de demonstrar a paz e o autocontrole que o Professor Charles Xavier sempre se esforçou em manter. Classificado como “o ideal platônico dos filmes baseados em quadrinhos”, a qualidade é considerada tão exímia pelos críticos que até quem não é fã dos HQs corre o risco de se tornar um grande admirador.

    “HOMEM ARANHA” (2002)

    O primeiro da franquia que balançou com o emocional de qualquer fã dos HQ’ da Marvel. Apesar do formato do filme ser bastante convencional, sobra espaço para surpresas e inputs artísticos. Quem não lembra da cena da morte do tio Ben, da luta lendária com o Duende Verde ou do famoso beijo de cabeça para baixo protagonizado pelo aracnídeo e Mary Jane Watson?

    “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” foi a frase ícone do filme e nós dizemos que Toby Maguire deu conta do recado. A versão emo do repórter fotográfico no filme de 2007, quando ele foi dominado pelo alienígena Venom, também merece ser lembrada.

    “DEMOLIDOR” (2003)

    Foi Ben Affleck quem deu vida à primeira versão de um dos personagens mais populares da Marvel Comics. O herói cego, que já ganhou uma segunda adaptação (está no ar a série “Daredevil” no NetFlix), surgiu na tela grande em um thriller de ação que ganhou ainda mais força por conta de sua fotografia obscura.

    Para contar a história do advogado que, de noite, se torna um justiceiro que luta e salta por conta de sentidos aguçados, o diretor e roteirista Mark Steven Johnson apostou em ingredientes clássicos: uniforme e direção de arte a la Batman e lutas no estilo “Matrix”.

    “O QUARTETO FANTÁSTICO” (2005)

    A extravagante adaptação para a tela da mais longa série de quadrinhos da Marvel é uma lufada de ar fresco. A natureza charmosa da produção de Tim Story lhe confere um toque despretensioso, concedendo à obra uma qualidade flutuante entre as sequências de ação.

    Mas é preciso ser sincero: nem o papel de psicopata nefasto de Julian McMahon, o Dr. Doom, salvou a franquia que foi a segunda tentativa de adaptação para a tela grande (a primeira, de 1994, foi direto para a televisão).

    “HULK” (2003)

    A versão posterior a esta aventura explosiva, que teve como estrela o prolífico Edward Norton (que viveu o rebelde Jack, de “O clube da luta”) em 2008, contou com orçamento milionário de 150 milhões de dólares e, ainda assim, não conquistou uma reputação superior a adaptação de Ang Lee.

    A edição magistral de Timothy Squyres, similar ao design de um comic book, transmite uma declaração visual digna de nota. A sua determinação em explorar a profundidade do dilema interior de Hulk também é surpreendente. O filme começa lento, com um desenvolvimento admirável dos personagens, em especial ao Dr. Bruce Banner interpretado por Eric Bana.

    “HOMEM DE FERRO” (2008)

    À exceção do Wolverine de Hugh Jackman, nenhum outro ator hollywoodiano se enquadrou tão bem em um personagem da Marvel como Robert Downey Jr. e o seu Homem de Ferro. Arrogando e irônico como dizem Downey Jr. ser na vida real, Tony Stark foi como um presente para ator, dado aos severos problemas públicos que nutriu em relação a álcool e drogas, e cuja carreira andava meio moribunda.

    Além desta espinha dorsal canastrona do protagonista, a produtora de casting, Sarah Finn, acertou em cheio na escolha de Gwyneth Paltrow para viver a secretária Pepper Potts. Que, de tão dedicada, acaba se casando com o bilionário excêntrico. 

    “WOLVERINE” (2009)

    Agressiva e voraz, a película com foco no personagem mais colérico de X-Men é repleta de aventura. O espetáculo de efeitos especiais só não é mais cativante do que o desempenho de Hugh Jackman como o mutante que, além dos sentidos aguçados e do fator de cura, tem garras feitas com o metal mais resistente do mundo, o adamantium.

    Ponto também para a performance dinâmica de Liev Schreiber como Dentes de Sabre (que nunca foi irmão de Logan nos quadrinhos, fique sabendo disso), e para a direção carregada de uma poética destruidora de Gavin Hood.

    “THOR” (2011)

    Produzido com integridade e paixão, e adaptado com o bom humor dos quadrinhos, esta versão tem uma pegada Blockbuster de verão. Temperando seu script com sagacidade e apenas uma pequena dose de romance, a fantasia épica de Kenneth Branagh é interessante particularmente pelos personagens dúbios.

    O herói principal é vivido pelo charmoso (e grandão) Chris Hemsworth e o longa ganha um peso Shakespeariano com a exploração de temas como rivalidade entre irmãos, emoções epopeicas e um conflito edipiano.

    “CAPITÃO AMERICA” (2011)

    Se fãs xiitas defendem o filme de de baixo orçamento de 1990, por conta de uma suposta fidelidade ao HQ, Chris Evans (que já tinha experimentado a dor e a delícia de ser um herói da Marvel quando deu vida ao Tocha Humana em “Quarteto fantástico”) lavou a nossa alma. A trama ambientada em 1942 mostra como o franzino Steve Rogers conseguiu se tornar a cobaia viva para um projeto que transformava homens comuns em superssoldados durante a Segunda Guerra Mundial.

    E se os tais fãs saudosistas adoravam o Caveira Vermelha tosco de Scott Paulin, o conceito foi ressignificado com o versão nazista de Hugo Weaving, a eterna drag sentimental de “Priscila – a Rainha do deserto”. 

    “VINGADORES” (2012)

    É fascinante como Joss Whedon conduz as relações dos personagens de Vingadores, que inclui performances impecáveis de superestrelas como Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson. As performances marciais e os sorrisos de canto de boca da atriz encarnada de Viúva Negra, inclusive, é algo que deve-se prestar bastante atenção.

    Administrando interações orgânicas com sucesso, o diretor se certificou de que cada um dos personagens fosse verdadeiro e trouxesse sua personalidade (a partir de seu respectivo filme) à mesa. Observando como histórias em quadrinhos remontam a década de 1960, pode-se dizer que ele não apenas fez sua lição de casa, mas se preocupou profundamente com a sua contribuição em um legado.

    28/08/2015_17:59

    por MARAYSA FIGUEIREDO

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    26/08/2015_14:43

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    24/08/2015_15:04

    por MARAYSA FIGUEIREDO

    João Freire não para. Seu blog, que está prestes a completar um ano, é um guia completo de estilo e e elegância do homem moderno. Também pudera: ele atualmente se divide entre São Paulo e  Nova York — e tem como missão trazer para seu site o melhor das duas cidades. E por falar em estilo e elegância, estas são as palavras-chave que inspiram o paulista, nascido em Santos, a compor um look: “São os dois fatores que guiam minhas escolhas”, contou João, com exclusividade para o Sala ELLUS.

    Sua formação em Relações Internacionais só o impulsionou a ir de encontro com a sua verdadeira paixão: a moda e o universo masculino. Descoberta feita, João foi atrás do que o inspirava. O jet setter passou uma temporada em Nova York e foi no FIT — Fashion Institute of Technology , que ele se especializou em Consultoria de Imagem e Estilo. Nem a gigante Sak’s pode resistir ao talento de Freire, que prestou serviços de consultoria em personal shopping da loja situada na Fifth Avenue. Acumulando experiências e insights, o top blogger é referência quando se trata de “where to go” e “what to wear”.

    O dia a dia dele é intenso: entre uma ponte aérea e outra, ele ainda arranja tempo para cuidar do corpo: “Não sei fazer dieta e AMO comer! Treino para poder comer tudo o que gosto”, confessa João. Quem ainda não o segue no Snapchat (@freirejoao), corre lá pra ver o que ele apronta com as cordas na sua rotina de fitness.

    Em um superpapo com o sala ELLUS, João dividiu com a gente segredos valiosos de estilo e lifestyle:

    SÃO PAULO OU NOVA YORK? “As duas cidades são muito parecidas. NYC é uma versão mais intensa e competitiva de São Paulo. Poderia até arriscar que é uma versão “de gente grande”. Amo as duas cidades igualmente, dos pontos negativos aos positivos. Não conseguiria escolher apenas uma.”

    PEÇAS-CHAVE: “Jaquetas e acessórios. Sapatos, pulseiras e óculos transformam qualquer produção.”

    LEITURA OBRIGATÓRIA: ”Adoro biografias e guias de viagem.
    Estou lendo ‘O Sobrevivente’, heranças do curso de Relações Internacionais que permanecem até hoje…”

    FILME DA VIDA: “‘Meia-noite em Paris’ e ‘Sex and the City’ 1 e 2.”

    RESTÔS PREFERIDOS: ”Myk, Rodeio e Le Jazz, em São Paulo, e Indochine, Carbone e Bondst, em NYC.”

    SOBRE A ROTINA DE TREINOS: “Tento ter um ritual. Sempre me alimento bem, com alimentos saudáveis e café, para despertar! Antigamente tomava pré-treino, hoje com a loucura da rotina, não consigo mais. Nunca sei que horas terei livre para treinar.”

    TRILHA: “Gosto de todos os tipos de música! Adoro pop, house, rock, sertanejo, jazz… Gosto de artistas que levam a música para seu estilo de vida. Admiro os que conseguem fazer isso.”

    TREND ALERTS 2016: “O universo masculino é sempre mais tradicional. No entanto, o que vi mês passado no ultimo Men’s NYFW foi o jeans, o amarelo, suéteres diferentes e acessórios para mochilas, bolsas e pastas. Clutches masculinas — tipo porta documentos — vieram com tudo; todas as marcas estão apostando! E eu, acho superbacana! Vale a pena arriscar. Porque, de rotina, já basta em nosso dia a dia, né?”

    22/08/2015_10:00

    por RAISA CARLOS DE ANDRADE

    A escala de cores do inverno ainda está nas ruas. Já falamos aqui sobre o Laundry Twill,  tons de terra que vão do folk ao rock, deixando o casual mais classudo. Uma escala de marrons que permeia entre o cáqui e o tabacco, num climinha urbanamente cozy. A tendência arremata o look sem fechar. Muito menos óbvias que o preto, o cinza, o branco e o marinho, os tons de terra estão abertos aos jeans, aos tênis e às botas.

    Dá leveza no inverno, ao lado de cores fortes ou quebra a densidade rocker entre cinzas, brancos e pretos. Neutra, consegue desconstruir exageros de acessórios e permite a inserção de dourados e cinzas de maneira casual.

    Em nosso sale, as cores ícones estão em blusas, calças, bermudas e acessórios. Com descontos consideráveis (tudo até 50% off; na linha feminina, um produto tem 50% de desconto; dois, 60%; três, 70%), as peças funcionais são um investimento certo para longas temporadas. Em sapatos e bolsas, a ideia de uso amplo permanece e se reafirma também no verão. Diante das altas no termômetro, é só trocar o olhar rocker pelo gypsy, tendência comportamental que vem abraçando nossa geração.

    Um pouco setentista, a cartela alavanca o desejo de deixar o mundo minúsculo e manter apenas o que é eficiente e atemporal. Quase uma companhia.

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