• 12/09/2014_19:37

     

    No prefácio do guia de obras da 31º Bienal Internacional de Artes de São Paulo, Luis Terepins, presidente da fundação que organiza o evento há mais de seis décadas, escreveu: ”Como falar de coisas que não existem pode parecer, à primeira vista, um tema abstrato”. De tão profunda, a máxima de Terepins nos incita uma contextualização: não seria talvez este o epítome das artes plásticas?  Afinal, os conceitos trabalhados por artistas plásticos só existem a partir da criação da obra.

    O título desta edição do evento, que o ocupa o Pavilhão das Artes da Bienal desde o dia 6, é uma provocação. ”Como (…) coisas que não existem” deixa uma lacuna para a ação. Ali, encaixam-se os verbos “encontrar”, “sentir”, “imaginar”, “usar”, “lutar” e “ler”. A performance mutável da expressão insinua a proposta da 31ª Bienal, que prioriza obras (e também artistas e coletivos artísticos) em constante transformação.

    A herança modernista, tão forte em outras bienais, é deixada de lado para dar destaque a novas leituras, como a interferência que um tipo de arte assere na cultura local de uma região. A ideia de uma arte mais conectada com as problemáticas do mundo atual promove uma discussão acerca de conflitos, mudanças, transgressões e imaginação. É isto que você verá nas 250 obras que estão expostas até o dia 8 de dezembro.

    Oitenta e um artistas foram selecionados para esta bienal e, segundo a curadora Nuria Enguita Mayo, todos eles estão ligados a projetos de arte educativos. Fiquem atentos ao “Programa no Tempo”, série de performances, oficinas, encontros públicos e discussões que acontecerão duas vezes por semana, sempre às quartas- feiras e aos domingos.

    Talvez fique mais fácil entender o mundo que nós vivemos com ajuda da 31ª Bienal de Artes. Ou então, pelo menos, teremos exemplos palatáveis de como focar nas coisas que existem.

    11/09/2014_17:55

    por MARIANA BUARQUE

    Quando vestimos nosso amado jeans, nem se quer imaginamos o trabalho complexo por trás da confecção dele.  A jaqueta e a calça da foto abaixo, por exemplo, levam um dia inteiro para serem produzidas. São 13 etapas de beneficiamento — nome dado aos tratamentos que a indústria usa para alterar o visual e as texturas do jeans.

    Os processos para alcançar a coloração escura é bem curioso: primeiramente, a lateral de ambas as peças é presa com grampos  que beliscam o jeans, que é levado à lavagem. O resultado é contrastante: a azul fica desgastado, mas o tom é um pouco mais forte onde o denim foi amarrado.

    A calça e a jaqueta são lixadas para clarear a parte da frente e tingidas com um pigmento amarelo que dá uma aparência de roupa usada. No final do processo, ainda é borrifado um produto químico que realça a diferença entre as cores. A coloração desgastada, aliás, é a chave para o visual urbano destas peças.

    Há ainda outro elemento importante: a textura. Ambos itens são resinados duas vezes, sendo uma delas para criar aqueles vincos abaixo do quadril. O outro prevê que o jeans seja retorcido, colocado dentro de uma rede (tipo aquela onde laranjas e limões são guardados, sabe como?) e depois levado à máquina. Quando a lavagem termina, a malha é cortada e voilà: o denim está craquelado!

    Para finalizar, rasgos e puídos são feitos manualmente nas pernas, com uma lixadeira. Depois, nossos estilistas costuram tecidos no lado de dentro da peça para que a pele não fique exposta.

    05/09/2014_20:17

    Lançamos nossa coleção de verão 2015 no fim de agosto e já tem vitrine nova na ELLUS! As lojas do Shopping Iguatemi e da Rua Oscar Freire, em São Paulo, e do Fashion Mall e do Rio Design Barra, no Rio, estão com uma ampliação de Cauã Reymond em um grandioso painel de madeira.

    A programação visual das lojas também conta com banners que deixam o ator ainda mais desejável. Difícil passar pela vitrine e não se derreter com o olhar da estrela do verão 2014-2015 da ELLUS.

    A equipe de visual merchandising da ELLUS ainda revelou à Sala que a programação visual das lojas contará com mais adaptações que cruzem o centro de São Paulo, inspirações recorrentes na criação da ELLUS, e a praia de Joatinga, localizada no bairro do Joá, no Rio, onde foi clicada a última campanha da marca.

    01/09/2014_15:51

    Seus brincos são desejo absoluto. Sinuosos, com linhas orgânicas e forte pegada decó, Christopher Alexander cria acessórios grandiosos para as orelhas. Entusiasta na noite paulistana, o enfant terrible do mercado de moda brasileira tem é um dos mais novos queridinhos das editoras de moda do País. Cria manualmente, recortando e torcendo metal esmaltado, acrílico e resina. Há peças com acabamento de vidro e porcelana. Obras de arte mesmo.

    Por isto tudo, Christopher Alexander é nome recorrente em desfiles de moda no eixo Rio-São Paulo. São dele muitos dos acessórios-conceito que você vê nas passarelas do Fashion Rio e da SPFW. Conectada com que é há de mais novo no mercado e também no que os fashionistas e as it-girls estão desejando, convidamos o designer para expor suas peças na ELLUS & Guests, a loja do Shopping Cidade Jardim que abre alas para novos criadores.

    Para você conhecer mais sobre esta mente brilhante da moda, fizemos um bate-bola com ele, que você lê à seguir.

    SALA ELLUS: COMO VOCÊ COMEÇOU?

    CHRISTOPHER ALEXANDER: Profissionalmente, foi desenvolvendo acessórios para a extinta marca Gêmeas, da Isadora e Carolina Krieger (Carolina, inclusive, tornou-se uma conceituada fotógrafa de arte e assina o retrato de Christopher neste post). Fiz design de joias na Escola Panamericana de Arte e Design.

    FOI TUDO MUITO RÁPIDO, NÉ?

    CHRISTOPHER: Acho isso muito curioso. Antes de pensar em ter uma marca, desenvolvi coleções de acessórios para as Gêmeas sem nem imaginar o que estaria por vir. Foram cinco linhas, no total. E esta ação de parceria se desdobrou na minha carreira!

    TEM MUITA GENTE USANDO O SEUS BRINCOS — DE PERSONAGEM DE NOVELA A FASHIONISTAS E IT-GIRLS.  COMO VOCÊ SE SENTE EM RELAÇÃO A ESTE HYPE?

    CHRISTOPHER: Desde o começo da marca, tive muita sorte em encontrar pessoas que gostam e se identificam com meu trabalho.

    QUEM USA?

    CHRISTOPHER: Algumas das mulheres que mais admiro: Julia Petit, Gaby Amarantos, Grazi Massafera, Sabrina Sato, Lara Gerin e Paola de Orleans e Brangança.

    QUAIS SÃO AS SUAS INSPIRAÇÕES?

    CHRISTOPHER: São todos os períodos da história. A arquitetura, as artes decorativas, o cinema e a literatura também são fontes fortes.

    O QUE VOCÊ ACHA DO PROJETO ELLUS & GUESTS?

    CHRISTOPHER: Acho uma iniciativa incrível, ainda mais vindo de uma marca tão grande e significativa para a moda brasileira, como é a ELLUS. Dar espaço e visibilidade para novos designers é uma ação que a grife já realiza há algum tempo (como o projeto Second Floor, que ocupava o segundo andar da loja da Oscar Freire, no Jardins, e que deu origem à marca Ellus Second Floor). Isso mostra que moda tem que ter frescor. Quase não vemos este formato de parceria no mercado brasileiro de hoje em dia.

    O QUE VAMOS ENCONTRAR NA LOJA?

    CHRISTOPHER: Peças da minha última coleção, a Chinoiserie. Inspirada em um tema recorrente da arte europeia do século XVII, esta linha evoca os estilos chineses na arte e na arquitetura ocidentais. Também existem peças selecionada de outras coleções, como os brincos Crying Cross e Folha, e as pulseiras Elos.

    29/08/2014_18:47

    por ANA FLÁVIA

    aromas

    A sua casa também merece um banho de estilo. Prova disto, é o lançamento da nova linha de aromas que a ELLUS acabou de lançar. Batizada com o ano de fundação da marca, a 1972 tem o perfume rock ‘n’ roll que sempre foi a tônica da grife.

    O conteúdo é um sopro refrescante de liberdade: as notas de bergamota, vetiver, carvalho e patchouli se equilibram, gerando saídas de aromas amadeirados que, ao mesmo tempo, refrescam o ambiente com poucas borrifadas.

    Quem já experimentou, conceitua que o aroma traduz a atmosfera dos festivais de rock dos anos 1970. Mas como? Sabe aquela alegria que você sente quando se emociona na frente de um palco? Você pula na grama, decorando o ambiente com um cheiro orgânico e natural, e, quando o sol está quente, há ainda aquele impacto da água que é usada para refrescar o público com chão quente.

    Alguns dizem que isto é perfume de piscina, de verão. Como entendemos de desejo, nós arriscamos dizer que isto é cheiro de liberdade e satisfação. Não à toa, as embalagens da linha de aromas é inspirada em vidros de elixires vintage, daqueles que só vemos em farmácia antigas. 

    Se empolgou? Nós também! Então saiba que o aroma da 1972 está disponível para a casa, para o carro e como água de passar roupa. Mais: as velas aromáticas vão dar um  punch urbano na decoração da sua casa.

    28/08/2014_11:44

    por ANA FLAVIA

    Hipster: \hip-sturn\n . Hipsters are a subculture of men and women typically in their 20′s and 30′s that value independent thinking, counter-culture, progressive politics, an appreciation of art and indie-rock, creativity, intelligence, and witty banter. 

    Na definição do Urban Dictionary, hipsters são aqueles que sempre foram jovens. Ligados à efervescente contracultura dos anos 1960 e 70, criaram um estilo próprio de comportamento e um estilo de vida que traduzia um pensamento independente, ideias progressistas e o apreço por indie rock e arte contemporânea, além de um certo fetiche por perspicácia (os hipsters representam a redenção dos nerds, saiba disso).

    hipster 1

    Mas hoje, o que significa ser hipster? Para alguns, é um elogio; para outros, soa pejorativo. O termo foi tão difundido na cultura pop atual que nem os próprios hispters querem mais ser chamados assim. Estarão eles em decadência? Segundo as agências que pesquisam tendências, eles estão sim. O The Guardian publicou uma matéria definitiva sobre o assunto, onde dizia que ”o hipster deixa de ser hipster a partir do momento que é chamado assim”. Segundo a repórter Morwenna Ferrier, a palavra passa a não ter o mesmo significado.

    Não é porque você curte barba, é afeito a camisaria xadrez, não tem medo de uma calça estampada, calça sapatos sem meias e sempre tem um livro sobre cinema neozelandês guardado na sua sacola de couro ecológico, que você necessariamente é um hipster. Você pode gostar de tudo isso, mas não se encaixar na definição adaptada do termo. Porém, para uma esmagadora maioria, se estes são alguns de seus hábitos você vai ser encaixado neste estereótipo. Não há rota de fuga!

    hipster 2

    Como muitos movimentos, o hipster se transformou em uma paródia de si mesmo. Os jovens dos anos 2000, também conhecidos como geração millenium, adaptaram culturalmente a ideia dos hipster originais. A música que antes era considerada indie, agora tornou-se extremamente comercial. E por mais que você não esteja imbuído do fundamento da subcultura, você pode roubar a aparência de um hipster de verdade. E virar um.

    Confuso? Vamos falar de moda então. O que a morte dos hipsters influencia no jeito que você se veste? Provavelmente, nada. As roupas estilosas que eles adoram, sua atitude cool, a rebeldia natural e uma incessante busca por conhecimento são inerentes aos tempos atuais. A nossa dica é sempre se aprofundar no que você gosta e no que você vê.

    Não basta usar camiseta de banda de rock sem conhecer as músicas. Não basta ter um livro em casa só pra ornar a decoração e atrair muitos likes no Instagram. Se jogue na referência: descubra mais sobre o input cultural e artístico que te emociona. Seja punk, rock ou hip, seja original.

    26/08/2014_19:15

    por MARIANA BUARQUE

    A coleção de verão 2014-2015 da ELLUS acaba de chegar às lojas de todo o país e na nossa Online Store. Nesta temporada, nosso olhar foi para um Brasil jovem e urbano, que foge dos clichês e obviedades. O resultado é um conjunto prático em que o natural e o sintético, o artesanal e o industrial, a tradição e a modernidade se fundem.

    Tecidos e materiais ganham ares tecnológicos: o jacquard se transforma em ráfia, a cetim ganha textura de crocodilo e a renda se plastifica. Na estamparia, a bandeira nacional e os estados brasileiros recebem releitura gráfica.

    A brasilidade também esteve presente no desfile da ELLUS no São Paulo Fashion Week, que teve cenografia assinada por Maurício Ianês e trilha sonora de Caetano Veloso interpretada pela bateria da escola de samba paulistana Vai-Vai.

    O ator Cauã Reymond é a estrela da campanha deste verão, ao lado das tops Lais Ribeiro e Lea T. Ele abriu o desfile no SPFW e, entre uma entrevista e outra no backstage, conversou um pouco com a gente sobre seu trabalho, estilo e hobbies.

    O top fotógrafo Marcelo Krasicilc assina a campanha, que tem dois ensaios — Cauã e Lais em uma casa incrível no Joá, no Rio de Janeiro, e Lea T no topo do Edifício Eiffel, construção de Oscar Niemeyer que é símbolo de São Paulo.

    O jeans, carro-chefe da ELLUS, é a base da coleção, dessa vez com proporções amplas e lavagens claras que remetem a um streetwear supercool.

    Segundo Adriana Bozon, nossa diretora de criação, a temporada reflete uma atitude atual do vestir, em que a praticidade é palavra de ordem, mas sem jamais perder a inspiração e sofisticação.

    Giovanni Frasson, o diretor de moda da Vogue Brasil, teve acesso às araras do desfile, onde pôde ver em primeira mão a coleção. Confira o que ele fala sobre as peças e o jeans.

    No styling, acessórios carregados de elementos do sportswear trazem a tal versatilidade que a coleção tanto fala. Mochilas,bonés, bolsas com corrente de bicicleta, tênis e uma nova versão do já icônico coturno ELLUS estão nesse guarda-roupa funcional.

    Deu mais curiosidade de ver essa coleção, não é mesmo? Antes de passar na ellus.com, assista o nosso lookbook videográfico.

    22/08/2014_19:03

    Você já ouviu falar na Kiss & Fly? É um night club nova-iorquino, que atrai jet setters do mundo inteiro desde 2007, quando foi inaugurado em Manhattan. Quem já foi, diz que o sound system deles é imbatível. E saiba que neste fim de semana toda a trupe da Kiss & Fly vai aportar no centro histórico de Salvador.

    A DJ Aninha, residente do templo de e-music mais badalado de Santa Catarina (o Warung Beach Club), vai  dividir as picapes com uma turma fervida, entre eles AJ Perez, Eduardo Sampaio, Gustavo Kelsch e Lowers.dj aninha

    Para os soteropolitanos, a balada já começou. Nessa quinta, a ELLUS do Iguatemi Salvador montou um get together ao som dos DJs One Two Duck para apresentar sugestões de looks black & white (o dress code da festa) para quem vai aproveitar a noite de música eletrônica.

    Se você não vive em Salvador, atenção: ainda dá tempo de tempo! A festa rola amanhã, a partir das 23h, no Hotel Pestana Convento do Carmos. Nas quatro lojas ELLUS localizadas na Bahia, ainda tem ingressos.festa

    21/08/2014_19:03

    Referência em pesquisa de moda, a Casa Juisi abriga um acervo de 35 mil peças. Você pode não estar lembrando, mas, na inauguração do instituto, em 2011, a ELLUS montou a Sala Jeans, um espaço inteiro forrado em denim, e exposição de peças vintage, feitos pela nossa principal materia- prima. Se o coração de vocês, denim lovers, bateu mais forte relembrando esta ação, saiba que a Casa tem uma grande notícia para artistas e estudantes de moda.

    A Casa Juisi funciona em um casarão que data de 1890 no Centro Histórico de São Paulo, próximo ao Museu da Marquesa de Santos, a Casa Anchieta e a Casa da Imagem. Junto a ela, funciona a galeria de arte experimental Phosphorus, que está com programa de residência artística aberto. Despesas de transporte e moradia, além da bolsa de R$ 5 mil, serão pagas pela Casa Juisi. Para se inscrever, acesso o site deles clicando aqui.

    O objetivo da residência  é valorizar o capital imaterial que cada artista tem, oferecendo possibilidades de compartilhamento de produção de conhecimento. Em tese, isso vai ser feito por meio de reflexões e pela vivência de produzir arte dentro de um acervo de moda vintage durante dois meses.

    Some isto tudo ao ambiente contextual e social que pulsam no centro da capital paulistana — região que é, para os artistas, um solo fértil para criação e desenvolvimento de suas experimentações poéticas.

    Curtiu? Então, atualize o seu portfólio e se inscreva! Eles recebem trabalhos até o dia 30 de agosto.

    19/08/2014_17:22

    Cauã

    Vem chegando o verão e nós te convidamos para dar um mergulho na terceira edição do ELLUS Jeans Deluxe Journal. Como já é uma tradição, o nosso impresso reúne campanha, imagens de desfile, editoriais de moda e perfis com personalidades.

    Desta vez, toda a edição homenageia o Brasil e o cidadão que vive por aqui, sem cacoete verde-e-amarelo.

    Lookbook

    Símbolos 100% nacionais, como as bandeiras dos estados brasileiros, ganharam um upgrade contemporâneo: trabalhados digitalmente tal como um patchwork, foram a estampa mais forte da nossa coleção de verão 2014-2015.

    O jeanswear se fundamenta como o uniforme oficial da nossa nação e é vestido por um galã nacional: Cauã Reymond, que já tinha desfilado para a ELLUS na São Paulo Fashion Week, reforça a parceria com a marca e aparece em várias fotos do jornal. Sempre bem avonts, ao lado da top Laís Ribeiro.

    Ilustração

    O Jornal ELLUS também tem Léa T, brasileira que a gente exportou para o mundo, e Heleninha Bourdon, a brasileira que adora viajar pelo mundo.

    Tem também perfil de Caetano Veloso escrito pelo expert em MPB, Marcus Preto, e reportagem feita por Luigi Torre com Paulo Borges, o todo-poderoso da Luminosidade.

    Lea T

    A Sala Ellus foi emulada em página dupla, com notinhas em formato de pílulas que contam mais sobre a bateria da Vai-Vai que serviu de trilha para o nosso desfile de verão. Levanta ainda o segredo das bandeiras de Mauricio Ianês, que assinou a cenografia da apresentação, e revela as cinco músicas de Caetano que o DJ Zé Pedro adora.

    No recheio do jornal, ainda tem a consultora de estilo Chris Pitanguy abrindo sua wish list com a gente.

    Verão

    Adriana Bozon, diretora criativa da ELLUS, assina a edição final da publicação. Ela diz que o jornal é uma forma de “explorar ainda mais os temas que influenciaram nosso verão”.

    — Exploramos os temas para além da moda. Esta, é claro, continua como foco principal da marca, mas agora divide espaço com música, arte e arquitetura. Afinal, moda não é só roupa. É cultura também — escreveu ela em sua carta de editora.

    Deu vontade de ler tudo? Você pode encontrar o ELLUS Jeans Deluxe Journal em todas as lojas da marca espalhadas pelo Brasil. Ou folhear aqui, online. Boa leitura!

    EDITORA DE REDAÇÃO: Adriana Bozon
    REDATOR E JORNALISTA RESPONSÁVEL: Luigi Torre
    EDITOR DE MODA: Rodolfo Souza
    FOTÓGRAFOS: Marcelo Krasilsic, Tavinho Costa e Lee Oliveira
    DIRETOR DE MARKETING: Eduardo Dugois
    DIRETOR DE ARTE: Kleber Matheus
    DESIGNER: Roberta Cardoso

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