• 30/09/2014_16:12

    por ADRIANA BOZON

    Em tese, viajo quatro vezes por ano para fora do Brasil. Fora as duas férias anuais, costumo fazer viagens de pesquisa com minha minha equipe de estilo. Mas acho difícil ouvir de alguém que trabalha com moda que as inspirações obedecem  esse roteiro: as referências que vocês  veem nas passarelas e nas vitrines da ELLUS e da Ellus Second Floor podem pintar a qualquer momento.

    Na última viagem que fiz com a turma, o pessoal da Sala ELLUS me deu uma missão: além de clicar imagens conectadas com o estilo de vida das minhas marcas para dividir com vocês no nosso Instagram, me pediram que anotassem meus endereços preferidos sempre que estivesse com o pé na estrada.

    E não é que foi divertido? Abaixo, meu top 3 para comer bem em Nova York.

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    ACME: (revista) The New Yorker classificou o restaurante como a “nova brasserie über-hip”. Fica em Noho (área ao norte do Soho onde ficam alguns dos mais cobiçados lofts de Manhattan), mas acreditem: sinto que estou em algum canto da Escandinávia quando chego no Acme! Talvez seja por conta do chef dinamarquês Mads Refslund, um dos responsáveis por inserir o Norte Europeu no mapa da alta gastronomia.

    Além de ter o tempero das receitas nórdicas que eu adoro, a cozinha de Refslund é sazonal, toda baseada em produtos locais e orgânicos. Os pratos contam com muitos ingredientes típicos, como tubérculos, ervas e moluscos, que se combinam com o menu de brasserie (carnes, sopas e saladas) da forma mais inventiva.

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    NO MAD: É eclético e exuberante, com vários ambientes e um átrio de vidro na entrada. O NoMad fica no hotel de mesmo nome, perto do Madison Square Park, e é comandado pelo suíço Daniel Humm, um dos melhores chefs de Manhattan.

    São seis espaços: quem quer apenas um brinde, pode ir a um dos dois bares (tem até entrada separada); para um jantar intimista, experimente o Parlour. O Library é perfeito para um snack. O prato assinatura do átrio é o frango assado com aspargos brancos. Simples? Sim, mas com ares de haute cuisine. O porco é outra especialidade da casa, mas, se você prefere frutos do mar, o destaque vai para o minestrone de lagosta.

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    FREEMAN’S: Sempre na minha lista de must-do! O restaurante do Lower East Side fica escondido no fim de um beco, mas se você persistir em sua busca, vai encontrar um lugar lindo, com luzes pisca-pisca na entrada e animais na parede.

    William Tigertt e Taavo Somer, os donos do restaurante, perceberam que unir estilo retrô com espírito low-profile poderia dar certo: a taverna colonial rústica serve uma comfort food e inspirada em tradições americanas. Peça o artichoke dip. É imperdível!

    29/09/2014_20:56

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    O ELLUS Special Day está a toda pelo Brasil! Na semana passada, o evento teve uma uma agenda movimentadíssima: passou por 14 multimarcas em todo o País, além da loja própria no Park Shopping Brasília. Na capital, as consultoras de imagem Clariana Gonzaga e Clarice Dewes, da Claire Imagem e Estilo, foram as anfitriões da comemoração.

    Minas Gerais festejou em peso — cinco multimarcas promoveram o Special Day. Foram a Life e a Vibbe, de Belo Horizonte; a Fox, de Pará de Minas; a Buana, de Sete Lagoas; e a Ruth Figueiredo, de Curvelo.

    São Paulo não ficou muito atrás: em Rio Claro, a multimarca Kikas recebeu convidados no dia 23 de setembro, em seguida, foi a vez da Lela Modas (Catanduva) e Vestylle (Araraquara). Por último, no dia 26 de setembro, a loja Bella Carmela, de Indaiatuba, fez sua edição do evento.

    Bahaus, de Cascavel, no Paraná, e Incógnita, de Ijuí, na região gaúcha das missões, representaram o sul. Goiás também participou: Kompier, em Rio Verde, e Mão Única, em Mineiros, celebraram o Special Day nos dias 24 e 25, respectivamente.

    26/09/2014_19:34

    por CLÉO SANTIAGO

    É indiscutível: os blogs de moda conquistaram seu espaço como fonte de informação frente ao público e a marcas. Também não dá pra negar que em meio a tantos websites alguns acabam se perdendo de nosso radar. Porém, outros endereços ficam gravados na memória por terem alguma característica que chame a atenção e cative o público.

    Neste aspecto, o humor é um grande diferencial. Definitivamente, os blogs ácidos são os preferidos dos fashionistas.  Ler tudo aquilo que você pensou, mas não teve coragem ou espaço para falar em público, é simplesmente delicioso. Pensando nisso, separamos alguns dos nossos bloggers prediletos para você conhecer.

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    Com o nome The Man Repeller, Leandra Medine já diz a que veio. Decidida, ela veste o que bem entende e ainda faz piadas sobre o que ela gostaria de usar versus o que os homens prefeririam.

    As pequenas alfinetadas também estão presentes em seus comentários sobre as semanas de moda e red carpets, sempre muito pertinentes.

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    A ex-VJ da MTV Jana Rosa já teve seus tempos de blogueira de moda, com o Agora que sou rica. Inclusive, foi por causa do seu humor cheio de atitude que a moça foi parar na TV.

    Hoje em dia, agora no portal Jana Rosa, seus textos são mais focados em fazer, digamos, reflexões sobre o que é considerado cool. Jana viaja para lugares badalados e lista um roteiro hipster. Ela também já deu dicas de como se tornar uma webcelebridade. De morrer de rir.

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    Para quem não sabe, o filipino Bryan Boy ficou conhecido mundialmente, em 2008, após Marc Jacobs nomear três bolsas de sua coleção de inverno com suas iniciais — BB. E o que fez Marc se impressionar tanto com Bryan?

    Não sabemos ao certo, mas seu estilo inconfundível e humor ácido devem ter muito a ver com isso. O blogueiro não passa despercebido em nenhum evento!

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    Tavi Gevinson é dona do Style Rookie. A blogueira fez sua fama ao se tornar, com 11 anos, a crítica de moda mais nova do mundo. Logo conquistou grandes nomes da moda como John Galliano com seus comentários marcantes e muito perspicazes para a idade.

    Falando em Galliano, foi ele quem sentou Tavi na filha A de um desfile da Dior em 2010. Atrás dela, uma importante jornalista de moda clicou a vista que tinha sobre a apresentação por trás do grande chapéu que a então pré-adolescente usava.  Agora com 17 anos, Tavi é editora da Rookie Magazine, sua própria revista. Ainda: luta pelas causas feministas e também pelo consumismo desenfreado no mundo da moda. You go, girl!

    O Petiscos não é tão polêmico quanto os endereços anteriores na maioria do tempo, mas Julia Petit também tem seus momentos destiladores de veneno onde critica quem perdeu a mão para o bom senso, sejam marcas ou celebridades.

    Sempre engraçada, ela não deixa as gafes mais sérias se safarem e ainda dá uma aula de ativismo em seus textos.

    26/09/2014_19:31

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    por ANA FLÁVIA

    Kleber Matheusé o diretor de arte das campanhas da Ellus e da Ellus 2nd Floor há mais de 10 anos. Residente em Paris desde 2011, ele também é um criativo agitador cultural, tendo lançado com o stylist Dudu Bertholini o 2 Fanzine, uma das publicações independentes que marcaram o movimento abravana, que você deve conhecer por conta das exposições do artista plástico Rick Castro.

    A novidade agora é a Fort Magazine, nova revista que Matheus lança com os fotógrafos Fabio Motta e com a produtora de moda Cassia Tabatine.

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    Com o foco de compilar de imagens do universo masculino sem filtros, a revista mistura artistas novos com nomes consagrados. Na primeira edição, vemos trabalhos de Raquel Uendi, Dudu Bertholini, Cecilia Duarte, Clessi Cardoso, Matheus Rocha Pitta, Synchrodogs e Luisa Moraes. 

    Com programação anual, a Fort  pretende criar um manifesto visual deste universo masculino por meio de retratos de arte e editoriais de moda.

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    “A Fort compila e documenta trabalhos livres, registrando a beleza do homem. Também buscamos experimentar novas linguagens a partir da exploração digital”, disse Kleber Matheus, em entrevista à Sala Ellus.

    A realização do produto leva a assinatura colaborativa da Cartel 011, que abriga uma exposição com as fotos. Ficou com vontade de conhecer a Fort? Tem lá em Pinheiros: Rua Artur de Azevedo, 517.

    25/09/2014_16:26

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    por MARIANA BUARQUE

    A agenda do nosso Special Day continua agitada. Na semana passada, você viu como duas multimarcas baianas, uma capixaba e outra fluminense celebraram a chegada da nossa coleção de verão 2014-2015. Hoje, a comemoração passou por quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso.

    No Rio, o evento aconteceu na loja da ELLUS do Shopping Leblon. Como é de praxe no Special Day, tivemos um anfitrião que deu consultoria de estilo aos convidados. Desta vez, o stylist Gabriel Lima foi eleito o cicerone da edição carioca.

    A Lorenci, em Chapecó, região oeste de Santa Catarina, iniciou a programação da semana. Em seguida, as lojas Neiva Collection e Herminia Modas, localizadas nos municípios paulistas de São Caetano do Sul e de Bebedouro, respectivamente, também montaram coquetéis para os seus cliente especiais. A mato-grossense Tua, em Sorriso, encerrou a semana.

    Semana que vem, temos mais de dez eventos pelo Brasil. E atenção aos mineiros: se você é um #ELLUSdenimlover, saiba que cinco multimarcas de Belo Horizonte vão promover o evento Special Day.

    12/09/2014_19:37

    por IGOR FIDALGO

    No prefácio do guia de obras da 31º Bienal Internacional de Artes de São Paulo, Luis Terepins, presidente da fundação que organiza o evento há mais de seis décadas, escreveu: ”Como falar de coisas que não existem pode parecer, à primeira vista, um tema abstrato”. De tão profunda, a máxima de Terepins nos incita uma contextualização: não seria talvez este o epítome das artes plásticas?  Afinal, os conceitos trabalhados por artistas plásticos só existem a partir da criação da obra.

    O título desta edição do evento, que o ocupa o Pavilhão das Artes da Bienal desde o dia 6, é uma provocação. ”Como (…) coisas que não existem” deixa uma lacuna para a ação. Ali, encaixam-se os verbos “encontrar”, “sentir”, “imaginar”, “usar”, “lutar” e “ler”. A performance mutável da expressão insinua a proposta da 31ª Bienal, que prioriza obras (e também artistas e coletivos artísticos) em constante transformação.

    A herança modernista, tão forte em outras bienais, é deixada de lado para dar destaque a novas leituras, como a interferência que um tipo de arte assere na cultura local de uma região. A ideia de uma arte mais conectada com as problemáticas do mundo atual promove uma discussão acerca de conflitos, mudanças, transgressões e imaginação. É isto que você verá nas 250 obras que estão expostas até o dia 8 de dezembro.

    Oitenta e um artistas foram selecionados para esta bienal e, segundo a curadora Nuria Enguita Mayo, todos eles estão ligados a projetos de arte educativos. Fiquem atentos ao “Programa no Tempo”, série de performances, oficinas, encontros públicos e discussões que acontecerão duas vezes por semana, sempre às quartas- feiras e aos domingos.

    Talvez fique mais fácil entender o mundo que nós vivemos com ajuda da 31ª Bienal de Artes. Ou então, pelo menos, teremos exemplos palatáveis de como focar nas coisas que existem.

    11/09/2014_17:55

    por MARIANA BUARQUE

    Quando vestimos nosso amado jeans, nem se quer imaginamos o trabalho complexo por trás da confecção dele.  A jaqueta e a calça da foto abaixo, por exemplo, levam um dia inteiro para serem produzidas. São 13 etapas de beneficiamento — nome dado aos tratamentos que a indústria usa para alterar o visual e as texturas do jeans.

    Os processos para alcançar a coloração escura é bem curioso: primeiramente, a lateral de ambas as peças é presa com grampos  que beliscam o jeans, que é levado à lavagem. O resultado é contrastante: a azul fica desgastado, mas o tom é um pouco mais forte onde o denim foi amarrado.

    A calça e a jaqueta são lixadas para clarear a parte da frente e tingidas com um pigmento amarelo que dá uma aparência de roupa usada. No final do processo, ainda é borrifado um produto químico que realça a diferença entre as cores. A coloração desgastada, aliás, é a chave para o visual urbano destas peças.

    Há ainda outro elemento importante: a textura. Ambos itens são resinados duas vezes, sendo uma delas para criar aqueles vincos abaixo do quadril. O outro prevê que o jeans seja retorcido, colocado dentro de uma rede (tipo aquela onde laranjas e limões são guardados, sabe como?) e depois levado à máquina. Quando a lavagem termina, a malha é cortada e voilà: o denim está craquelado!

    Para finalizar, rasgos e puídos são feitos manualmente nas pernas, com uma lixadeira. Depois, nossos estilistas costuram tecidos no lado de dentro da peça para que a pele não fique exposta.

    05/09/2014_20:17

    Lançamos nossa coleção de verão 2015 no fim de agosto e já tem vitrine nova na ELLUS! As lojas do Shopping Iguatemi e da Rua Oscar Freire, em São Paulo, e do Fashion Mall e do Rio Design Barra, no Rio, estão com uma ampliação de Cauã Reymond em um grandioso painel de madeira.

    A programação visual das lojas também conta com banners que deixam o ator ainda mais desejável. Difícil passar pela vitrine e não se derreter com o olhar da estrela do verão 2014-2015 da ELLUS.

    A equipe de visual merchandising da ELLUS ainda revelou à Sala que a programação visual das lojas contará com mais adaptações que cruzem o centro de São Paulo, inspirações recorrentes na criação da ELLUS, e a praia de Joatinga, localizada no bairro do Joá, no Rio, onde foi clicada a última campanha da marca.

    01/09/2014_15:51

    Seus brincos são desejo absoluto. Sinuosos, com linhas orgânicas e forte pegada decó, Christopher Alexander cria acessórios grandiosos para as orelhas. Entusiasta na noite paulistana, o enfant terrible do mercado de moda brasileira tem é um dos mais novos queridinhos das editoras de moda do País. Cria manualmente, recortando e torcendo metal esmaltado, acrílico e resina. Há peças com acabamento de vidro e porcelana. Obras de arte mesmo.

    Por isto tudo, Christopher Alexander é nome recorrente em desfiles de moda no eixo Rio-São Paulo. São dele muitos dos acessórios-conceito que você vê nas passarelas do Fashion Rio e da SPFW. Conectada com que é há de mais novo no mercado e também no que os fashionistas e as it-girls estão desejando, convidamos o designer para expor suas peças na ELLUS & Guests, a loja do Shopping Cidade Jardim que abre alas para novos criadores.

    Para você conhecer mais sobre esta mente brilhante da moda, fizemos um bate-bola com ele, que você lê à seguir.

    SALA ELLUS: COMO VOCÊ COMEÇOU?

    CHRISTOPHER ALEXANDER: Profissionalmente, foi desenvolvendo acessórios para a extinta marca Gêmeas, da Isadora e Carolina Krieger (Carolina, inclusive, tornou-se uma conceituada fotógrafa de arte e assina o retrato de Christopher neste post). Fiz design de joias na Escola Panamericana de Arte e Design.

    FOI TUDO MUITO RÁPIDO, NÉ?

    CHRISTOPHER: Acho isso muito curioso. Antes de pensar em ter uma marca, desenvolvi coleções de acessórios para as Gêmeas sem nem imaginar o que estaria por vir. Foram cinco linhas, no total. E esta ação de parceria se desdobrou na minha carreira!

    TEM MUITA GENTE USANDO O SEUS BRINCOS — DE PERSONAGEM DE NOVELA A FASHIONISTAS E IT-GIRLS.  COMO VOCÊ SE SENTE EM RELAÇÃO A ESTE HYPE?

    CHRISTOPHER: Desde o começo da marca, tive muita sorte em encontrar pessoas que gostam e se identificam com meu trabalho.

    QUEM USA?

    CHRISTOPHER: Algumas das mulheres que mais admiro: Julia Petit, Gaby Amarantos, Grazi Massafera, Sabrina Sato, Lara Gerin e Paola de Orleans e Brangança.

    QUAIS SÃO AS SUAS INSPIRAÇÕES?

    CHRISTOPHER: São todos os períodos da história. A arquitetura, as artes decorativas, o cinema e a literatura também são fontes fortes.

    O QUE VOCÊ ACHA DO PROJETO ELLUS & GUESTS?

    CHRISTOPHER: Acho uma iniciativa incrível, ainda mais vindo de uma marca tão grande e significativa para a moda brasileira, como é a ELLUS. Dar espaço e visibilidade para novos designers é uma ação que a grife já realiza há algum tempo (como o projeto Second Floor, que ocupava o segundo andar da loja da Oscar Freire, no Jardins, e que deu origem à marca Ellus Second Floor). Isso mostra que moda tem que ter frescor. Quase não vemos este formato de parceria no mercado brasileiro de hoje em dia.

    O QUE VAMOS ENCONTRAR NA LOJA?

    CHRISTOPHER: Peças da minha última coleção, a Chinoiserie. Inspirada em um tema recorrente da arte europeia do século XVII, esta linha evoca os estilos chineses na arte e na arquitetura ocidentais. Também existem peças selecionada de outras coleções, como os brincos Crying Cross e Folha, e as pulseiras Elos.

    29/08/2014_18:47

    por ANA FLÁVIA

    aromas

    A sua casa também merece um banho de estilo. Prova disto, é o lançamento da nova linha de aromas que a ELLUS acabou de lançar. Batizada com o ano de fundação da marca, a 1972 tem o perfume rock ‘n’ roll que sempre foi a tônica da grife.

    O conteúdo é um sopro refrescante de liberdade: as notas de bergamota, vetiver, carvalho e patchouli se equilibram, gerando saídas de aromas amadeirados que, ao mesmo tempo, refrescam o ambiente com poucas borrifadas.

    Quem já experimentou, conceitua que o aroma traduz a atmosfera dos festivais de rock dos anos 1970. Mas como? Sabe aquela alegria que você sente quando se emociona na frente de um palco? Você pula na grama, decorando o ambiente com um cheiro orgânico e natural, e, quando o sol está quente, há ainda aquele impacto da água que é usada para refrescar o público com chão quente.

    Alguns dizem que isto é perfume de piscina, de verão. Como entendemos de desejo, nós arriscamos dizer que isto é cheiro de liberdade e satisfação. Não à toa, as embalagens da linha de aromas é inspirada em vidros de elixires vintage, daqueles que só vemos em farmácia antigas. 

    Se empolgou? Nós também! Então saiba que o aroma da 1972 está disponível para a casa, para o carro e como água de passar roupa. Mais: as velas aromáticas vão dar um  punch urbano na decoração da sua casa.

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