• 20/11/2014_20:00

    por CAROLINA MENDES

    A diretora de criação Adriana Bozon visitou três museus de arte contemporânea recentemente, e a Sala Ellus foi lá no seu instagram para saber o que não pode deixar de ser visto em cada um deles. Programe-se para visitar já!

    1. Fundação Serralves

    O museu fica no Porto, em Portugal, e é um dos mais notórios quando o assunto é arte contemporânea. A obra “Double Exposure”, de Dan Graham, é um pavilhão triangular de vidro que se pode entrar. O lado exterior é espelhado em duas das faces. Na terceira foi aplicada uma transparência a cores que reproduz a imagem da paisagem ao redor fotografada ao anoitecer num dia de primavera. Só entrando para saber o que se passa.

    2. Guggenheim

    Adriana também passou pelo Guggenheim de Bilbao, no País Basco. O projeto arquitetônico de Frank Gehry, por si só, já é arte pura, e o mega cachorro de flores do lado de fora, o Puppy de Jeff Koons, é ponto mundial de selfies. Dentro, não perca as instalações e esculturas de Richard Serra. (É impossível perder, mas só pra reforçar.)

    3. Perez Museum

    O museu é a nova sensação de Miami. Inaugurado em 2013 com projeto assinado pelo escritório de arquitetura premiado Herzog & De Meuron, ele tem obras de Roy Lichtenstein e, agora, uma exposição de Beatriz Milhazes. É o destino artsy do momento.

     

     

    19/11/2014_19:18
    Ontem o Mickey Mouse fez 86 anos e, para comemorar seu aniversário, a Ellus armou uma festa na loja do Shopping Iguatemi, em São Paulo, com doces temáticos do Atelier Mariza Doces.
    O b.day teve também lançamento  da coleção de camisetas com estampa do personagem, que inclui uma linha de produtos feitos em parceria com a ONG Orientavida – bonecos do  Mickey, almofadas e lenços -, cuja venda será revertida para a instituição.
    Essa semana rolou também mais uma edição do ELLUS Special Day, no Shopping Morumbi. Victor Hugo Alvarez recebeu os convidados para a noite especial, com coquetel e novas peças da coleção.
    Em nossa página do Facebook, você pode ver as fotos dos dois eventos.
    18/11/2014_16:08

    por CLÉO SANTIAGO

    Inspirados por essa lista de revistas que rolou aqui na Sala Ellus, elegemos cinco publicações gringas que estão revolucionando o jornalismo de moda e comportamento.

    Os textos são minimalistas e as imagens cuidadosamente produzidas, dignas de qualquer table book. A seleção é simplesmente imperdível para quem tem fome de beleza.

    WONDERLAND: a publicação é, provavelmente, a mais popular dentro desta nova safra. Já posaram para sua capa ícones da cultura pop, como Emma Watson e Mariah Carey, assim como perfis cool representados por Sky Ferreira e Katie Price. Suas covers, aliás, são sempre marcantes.

    OH COMELY: a britânica deve ser reconhecida por fugir do óbvio. Ela não pretende criar nenhum desejo de consumo de tendências, fortalecer ou desconstruir padrões de beleza. Na verdade, a Oh Comely quer despertar potenciais criativos, incentivando a libertação da imaginação através das fotos incríveis de seus colaboradores.

    INDIE: como o próprio nome sugere, a Indie Magazine se destaca por seu estilo bem característico. Além de coloridos e bem cuidados editoriais de moda alternativa, a revista põe em evidência artistas da cena independente, sejam eles músicos, fotógrafos ou pintores. Seu papel neste cenário já é demarcado.

    LOVE: a publicação bienal produzida pela Condé Nast leva a assinatura de vários jornalistas de revistas supertradicionais que desejavam sair um pouco da zona de conforto. Não à toa Kate Moss e Lea T já estrelaram suas edições, assim como a polêmica Beth Ditto, completamente nua. Cada edição é sempre muito aguardada.

    UNDER THE INFLUENCE: uma das pioneiras desta revolucionária linha editorial, a UTI existe desde 2008 de forma totalmente independente. Fora das rédeas dos veículos de massa, a revista apresenta assuntos como estilo, arte e comportamento sem nenhum tipo de censura. A revista pode – e deve! – se tornar um objeto atemporal, que visa a estética refinada acima de qualquer tendência efêmera.

    17/11/2014_14:41

    por ALEXIA CHLAMTAC

    Yves Saint Laurent foi tema de duas cinebiografias este ano: “Yves Saint Laurent”, lançada no começo do ano, e “Saint Laurent”, que estreou na semana passada. Essa última não foi autorizada, mas é a que melhor conta a vida do designer, tanto que foi indicada ao Oscar 2015 na categoria de melhor filme estrangeiro.

    O longa, dirigido por Bertrand Bonello (“O Pornográfico”, 2001), faz um recorte histórico entre os anos 1967 a 1976, abordando a importância do legado do estilista francês nascido na Argélia.

    De acordo com Bonello, a narrativa foi centrada entre o final dos anos 1960 e 1970 porque o período, além de ter sido uma época de efervescência cultural e política no mundo, representa o auge criativo de Saint Laurent.

    O ator Gaspard Ulliel dá vida ao estilista, que se mostra um personagem fascinante e complexo, atormentado diante da fama e da fortuna, tentando sanar suas inseguranças através do abuso de drogas e álcool.

    O filme não teve apoio de Pierre Bergé, companheiro e sócio de YSL por muitos anos, o que atrasou as filmagens e fez com que o filme sofresse reajuste. Entretanto, foi graças a esse fato que ele teve maior liberdade para escrever o roteiro como queria.

    O longa-metragem conta ainda com a participação da atriz Léa Seydoux, que interpreta a grande musa do estilista, Loulou de la Falaise,; de Aymeline Valade interpretando sua amiga e modelo Betty Catroux; além de Jérémie Renier, que interpreta Pierre Bergé, e o ator Louis Garrel encenando a figura de Jacques de Bascher, um bon vivant que tinha um caso com o também estilista Karl Lagerfeld e por quem o designer se apaixonou nos anos 1970, levando-o a uma turbulenta separação de Bergé.

    O passeio feito pelo diretor através da vida de sexo, drogas e alta-costura do estilista dá destaque às zonas de sombra da vida do personagem. O estilista, em estado melancólico, observa o apagar das luzes de um império que ele não representa mais.

    14/11/2014_17:38

    Nos bastidores do desfile de inverno 2015 da ELLUS, na última edição do SPFW, a gente experimentou a primeira linha de hairstyling da Axe. A Axe Matte Effect tem seis produtos — quatro modeladores e dois texturizadores — desenvolvidos para os cabelos masculinos. E acaba de chegar a drogarias de São Paulo, Rio e Minas.

    A linha não exige muita habilidade dos homens. Além de práticos, os produtos têm acabamento matte, garantido pela adição de Kaolin, um mineral natural que absorve o óleo da pele.

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    Os modeladores da Axe Matte Effect variam de fixação e aplicação. Para os cabelos curtos e médios, a marca recomenda a fibra de estruturação ultra forte, para um look arrumado, ou a pomada, para um messy hair. Para todos os comprimentos, há o spray finalizador e a pasta, de fixação intermediária.

    Os texturizadores são uma cera em bastão, indicada para ajeitar os fios e montar um penteado polido, e o salt spray, velho conhecido das mulheres que, agora, começa a ganhar cabeças masculinas. O produto dá volume e textura natural aos fios.

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    Para inspirar e ensinar o passo a passo de estilos, a Axe lançou um novo site, em que mostra sugestões para todos os tipos de cabelos. Acesse aqui para dar um tapa no visual e comprar a nova linha.

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