• 24/07/2015_08:00

    por MARAYSA FIGUEIREDO

    Mickey Mouse está na memória afetiva de todos nós. E por que não usar estas lembranças como passaporte lúdico para a rotina intensa de todos os dias? Sala ELLUS garante: use uma t-shirt com imagem do Mickey e o seu cotidiano será mais leve, com direito a lufadas escapistas.

    No entanto, melhor do que revisitar o ratinho mais famoso do mundo estação após estação, é oferecer peças superdesejáveis com desconto de até 50%. Não é brincadeira: Mickey entrou para o special sale da ELLUS e está com preços irresistíveis em todas as nossas lojas físicas e na Online Store.

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    Mesmo sendo da paz, o camundongo da Disney está pronto para combater: com o print camuflado, uma das tendências do nosso inverno, deixa a batalha do dia a dia ainda mais divertida.

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    Efeito estonado é um clássico da ELLUS para deixar camisetas e calças jeans com aspecto used. Nesta t-shirt, uma névoa marmorizada deixa o Mickey ainda mais rocker. Pois atitude é fundamental.

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    Já o botonê, técnica realizada na malha para conferir uma textura rústica, não pesa no look: a estampa aplicada do ratinho em outline (sem preenchimento, apenas contornado) é cool até não poder mais.  Mesmo com essa carinha emburrada, morremos de amores.

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    Nem mesmo o jeans escapa: dividindo espaço com aplicações de tachas, o print aplicado neste short tira qualquer look do sério. Impossível não se divertir.

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    Para fechar a shopping list,boné resinado total black manda para longe a memória do modelo old school, aquele com orelhinhas, que você trouxe de férias quando viajou em excursão para a Disneylândia.

    Na verdade, old is cool: embora complete 87 anos em 2015, Mickey Mouse tem a vitalidade de um menininho. E quem não revisita a infância com ele?!

    20/07/2015_15:24

    por MARAYSA FIGUEIREDO

    É unânime: nada melhor para levantar o look que um bom acessório. E foi-se o tempo em que combinar cor da bolsa com a cor dos dos sapatos era regra absoluta. Hoje, um look monocromático, clássico ou minimal, pode sim carregar uma bolsa supercolorida.

    Por isso, decidimos montar uma lista de color bags para ajudar você aproveitar a special sale da ELLUS e investir na bolsa certa. Porque não é todo dia que a linha Ellus Acessories está com descontos de até 50%. 

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    bolsa baú vermelha, que já foi notícia no Sala ELLUS neste post aqui, está de volta para provar que você pode usar a cor que quiser. Sem medo de ser feliz.

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    As working women não ficam de fora: vá de handbag para impressionar! A corrente e o cadeado da peça mantém viva a verve rock ‘n’ roll que é o DNA da ELLUS — e também a marca da sua personalidade. Perfeita para levar o mundo dentro quando você precisa emendar o trabalho com a balada no casual friday.

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    Mesmo as bolsas de shape clássico se permitiram uma cor a mais. A tote bag em napa laranja tem costuras aparentes, placa metalizada e um barbicacho (nome técnico deste pingente de franja) de fazer inveja. Afinal, não é porque o corte é seco que não podemos ter um maximalismo aqui ou ali.

    15/07/2015_17:17

    por MARAYSA FIGUEIREDO

    Não estamos em guerra, mas, no front de estilo, a estampa camuflada, um dos hits do inverno 2015 da ELLUS (como você leu aqui), já ganhou. A padronagem que um dia foi exclusividade dos militares, pasmem, entrou para a seleção especial do nosso Sale: até domingo, todos os produtos com print camuflado estão 60% mais baratos.

    Relembrando a história da tendência, saiba que a padronagem de formas orgânicas em caqui e verde militar era utilizada somente em florestas. A palavra “camuflado” veio daí: estas roupas deixavam os soldados disfarçados na matas. Literalmente camuflados. 

    Na coleção de inverno 2015, a ELLUS deixou os tons terrosos de lado. Os nossos camuflados têm forte pegada pop, com cores vibrantes tal como a saia Blend Touch (abaixo), pontuada por um vermelho vivo.

    Batalhas na cidade pedem uma camuflagem urbana: a estampa em cinza foi criada para adaptar o uniforme dos militares para a selva de pedra. Na visão da ELLUS, a jaqueta masculina em jacquard, que você também vê na lista de compras abaixo, faz um interessante ton-sur-ton, comprovando que você não precisa de 50 tons de cinza para dizer a que veio.

    Mas o verde, principal cor das roupas de guerra, não ficou esquecido na coleção da ELLUS: da mesma forma como o print em cinza combinou variações do mesmo tom, a nossa principal estampa camuflada é iluminada por um verde neon.

    Direita, volver: todas os nossos pontos de venda estão com descontos progressivos. Mas como você tem lido aqui na Sala ELLUS, toda semana vamos remarcar peças especiais. Da mesma forma que o valor dos itens da estampa Pink Grafitti foi reduzido na semana passada, o print camuflado está com 60% de desconto nas nossas lojas físicas e na Online Store. Mas só até domingo: a partir da próxima segunda, camuflado mais barato só dentro da special sale progressiva.

    Então marchem em direção à ELLUS mais próxima de vocês. Sentido!

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    09/07/2015_18:26

    Toda coleção tem uma estampa-fetiche. E o nosso inverno, que está em sale progressivo em todas as lojas físicas da ELLUS e na Online Store, não foge à regra.

    Inspirada no movimento das gangues urbanas que surgiram em Nova York na década de 1980, a estampa Pink Grafitti mantém forte a verve artística da ocasião da emancipação artística de nomes como Stephen Sprouse, Keith Haring e Jean-Michel Basquiat.

    A Pink Grafitti é uma das nossas principais famílias de estampas. A versão que conta com uma tela de arame sobre um muro onde a palavra ELLUS está grafitada é um desdobramento de um print do desfile e aparece em jaquetas, blusas e t-shirts. Já a padronagem predominantemente fúcsia, com as letras que formam o nome da marca espalhadas, pode ser vista em vestidos, calças e manga-longas.

    Última coisa que você precisa saber antes de comprar já: toda a linha Pink Grafitti está com 60% de desconto até domingo. Corra, fashionista, corra!

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    09/07/2015_12:37

    por CLÉO SANTIAGO E IGOR FIDALGO

    1995 foi um ano muito importante para o mundo. Foi quando o russo Valeri Polyakov quebrou o recorde de tempo fora da Terra (437 dias no espaço) e quando Mike Tyson voltou aos ringues e nocauteou Peter McNeley. No Brasil, nasciam Marina Ruy Barbosa e Bruna Marquezine, e “Malhação” estreava na Rede Globo. A gente começava a criar uma íntima ligação com informática e a Microsoft nos brindou com o então inovador Windows 95.

    Falando em tecnologia, foi também em 1995 que o mecanismo de busca Yahoo foi criado (sistema que usaríamos até o boom do Google, no começo dos anos 2000). O Yahoo facilitou a nossa consulta a letras de música e discografia de bandas que só podíamos ouvir no rádio (o Napster só seria inventando em 1999). Vivíamos momento de êxtase: álbuns históricos, como “Jagged little pill” (de Alanis Morissette), “These days” (do Bon Jovi), “(What’s the story) Morning glory?” (do Oasis), “Daydream” (da Mariah Carey), “One hot minute” do Red Hot Chilli Peppers, e “Mellon Collie and the infinite sadness” (do Smashing Pumpkins), estavam sendo lançados.

    Foi ainda um ano de coletâneas. Enquanto Michael Jackson (ainda vivo) revisitava a sua carreira com “HIStory”, o Queen lançava o álbum póstumo “Made in heaven” e Madonna tentava abafar o escândalo do livro de porn art “SEX” compilando todas as suas baladas, de “Crazy for you” a “Take a bow”, dentro do lendário “Something to remember”.

    Acreditando que o ano de 1995 foi muito importante para a cultura pop, Sala ELLUS listou 10 videoclipes que estão fazendo 20 anos em 2015. Aumente o som e tire as crianças da sala — afinal de contas, elas não vão conhecer nenhuma música.

    1) “SABOTAGE”, BEASTIE BOYS

    O álbum “III Communication” chegou ao 2° lugar da Billboard e pode ser considerado um dos grandes incentivadores do retorno dos Beastie Boys  oriundos de 1984. “Sabotage” se tornou um sucesso pela estética setentista usada pelo cineasta Spike Jonze — até então, exclusivo de videoclipes, muito antes de dirigir os longas “Quero ser John Malkovich” (1999) e “Ela” (2013).

    A direção de arte (locação, figurino e fotografia) era diretamente inspirada em seriados como “Hawaii 5-0″ e “Starsky & Hutch – Justiça em dobro”. Mas Jonze foi longe: cenas como a da luta com facas e a da explosão em uma ponte ficaram de fora da versão final da MTV.

    2) “SOUR TIMES”, PORTIHEAD

    O álbum de estreia da banda britânica, ”Dummy”, é um dos estandartes da trip hop, música eletrônica low-profile que começava a pulular em 1995 (vide Massive Attack e Sneaker Pimps).

    O clipe de “Sour times” é um thriller de suspense, com direito a perseguição, interrogatório, drama e assassinato. As imagens usadas no filme musical são uma reedição de um projeto cinematográfico da banda de Bristol, o curta-metragem “To kill a dead man”. Assim como a música, o clipe retrata até onde vazios podem nos levar.

    3) “DON’T SPEAK”, NO DOUBT

    Apesar de ter sido lançado em 1995, “Don’t Speak” entrou para o sexto lugar de músicas mais tocadas do mundo apenas no ano seguinte. O clipe  que faz alusão ao término de Tony Kanal e Gwen Stefani — é emocionante e pessoal, e fez a equipe de corte viver pesadelos na ilha de edição.

    Gwen chorou compulsivamente durante a filmagem e cenas de shows tiveram que ser incluídas para suprir os buracos de produção.

    4) “CHAMPAGNE SUPERNOVA”, OASIS

    O maior enigma da música de encerramento do disco “(What’s the story) Morning Glory?” é a origem do título. As teorias vão desde uma confusão com a palavra “Bossanova”, título do disco do Pixies, e até uma possível onda proveniente do uso de drogas aliado ao consumo de espumante.

    A gente acredita mais que, após um show na Noruega, Liam e Noel Gallagher teriam ficado encantados com um observatório do local, de onde é possível ver uma Supernova. Segundo os dois irmãos em reportagem da época, a tal estrela é da cor do “champagne”.

    5) “1979″, THE SMASHING PUMPKINS

    Segundo Billy Corgan, “Mellon Collie and the infinite sadness” é um disco com “música psicodélica de uma banda de heavy metal dos anos 1920″. O clipe de “1979″ é inconfundível: enquanto o vocalista do Smashing Pumpkins canta, um grupo de adolescentes se diverte em um parque, alguns rodam dentro de um enorme pneu; outros dirigem pelas ruas de um subúrbio norte-americano.

    A ideia lúdica veio pela conexão da sobremesa com uma experiência adolescente. ”Eu tinha 18 anos e dirigia pelas ruas de Illinois em um dia de chuva; eu parei em um sinal de trânsito e vi ali uma conotação de esperar por algo que vai aconteceu. Não é muito glamuroso, mas é sobre ter chegado lá ainda mas estar perto”, filosofou Corgan no programa “Storytellers”, da VH1.

    6) “COMMON PEOPLE”, PULP

    Quem seria a tal garota grega, estudante de artes da Saint Martins College, que pede ao vocalista Jarvis Cocker que faça ela viver como uma pessoa comum? Recentemente a esposa do ministro das finanças grego, Yannis Varoufakis, foi apontada como a inspiração para a música do Pulp, um dos hinos de empoderamento de classes mais contundentes dentro do brit pop.

    O clipe tem estética mod, com modelos dançando em uma pista de dança com chão iluminado, fazendo movimentos robóticos. Em outra cena, Cocker aparece dentro de um carrinho de supermercado e as panorâmicas em steady cam, com o vocalista do Pulp em proporção infantilizada, são uma das cenas que nunca saíram da cabeça da geração MTV Brasil (o trecho foi usado na abertura do “Mtv Hits”). Pois afinal, no supermercado, ninguém presta atenção em você.

    7) “SCREAM”, MICHAEL E JANET JACKSON

    Em meio à polêmica das acusações sobre pedofilia e toda aquela polêmica que já conhecemos, Michael Jackson convidou a irmã Janet para gravar o single que mandaria muitos recados à mídia mundial.  A letra fala de celebridades em reabilitação e da alarmante perseguição da imprensa sensacionalista.

    Em 11 dias de filmagem, foram usadas inúmeras guitarras (Michael quebrou várias até aprovar a cena perfeita) em 11 cenários diferentes (todos indoor, pois o clipe se passa dentro de uma nave espacial). Mas o diretor Mark Romanek (de “Rain”, de Madonna, e “Criminal”, de Fiona Apple) teve bastante dinheiro para se divertir: “Scream” custou 7 milhões de dólares e é o videoclipe mais caro da história, segundo o Guinness.

    8) “BORN SLIPPY NUXX”, UNDERWORLD

    B-side de um single que não tinha emplacado, a música pulverizou as pistas de música eletrônica quando foi selecionada para entrar para a trilha sonora do filme “Transpotting”, de Danny Boyle.

    O título da faixa é uma homenagem ao cachorro com o qual Karl Hyde, do Underworld, ganhou bastante dinheiro em corridas. Embora muita gente pense a “Born slippy” é hino de bêbado, a palavra “cerveja” é repetida diversas vezes (“Shouting: lager, lager, lager…”) porque Hyde diz que, quando perdia a linha, sempre ficava repetindo a mesma coisa.

    9)”YOU OUGHT KNOW”, ALANIS MORISSETTE

    Recuperando-se de uma separação dolorosa, Alanis incendiou o Grammy daquele ano com uma performance cheia de ira. A inspiração era a relação que viveu com o ex-namorado, Dave Coulier, mas “You oughta know”, segundo ela, não é uma música sobre vingança; trata de libertação.

    Filmado em um deserto, o clipe foi gravado logo depois que a cantora canadense assinou com a Maverick, gravadora de Madonna, e boatos dizem que frases amarguradas como “toda noite que arranho com as minhas unhas as costas de outro alguém eu espero que você sinta” são obra da Rainha do Pop. No entanto, não há registros de crédito.

    10) “STUPID GIRL”, GARBAGE

    Convidada para ser a vocalista de um projeto comercial que nem os roqueiros mais puristas conseguiam torcer o nariz, Shirley Manson escreveu uma música sobre uma mulher manipuladora, fadada a uma vida de superficialidade e ilusão. Em cena, a femme fatale usou um vestido sessentinha que todos queriam ter: “Não tinha grife; comprei por US$ 15 em uma loja de rua na Madison”, disse Shirley à revista Spin.

    O diretor Samuel Bayer (de “Smells like teen spirit”, “Bullet with butterfly wings” e “What goes around… comes around”) se inspirou na estética de “Seven”, de David Fincher, e recortou manualmente o negativo. Depois de tomar banho com o filme, raspar e deixar as suas digitais no material, ele colou manualmente todas as peças e o resultado é a obra de arte aqui em cima.

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